Roomcast 62: previsões da E3

RoomCastLogoEstou enlouquecido com trabalhos para dois jogos que certamente serão anunciados na E3… E enquanto isso, vocês podem ouvir o Roomcast nº 62 com as previsões do povo para a feira, incluindo a participação especial do autor deste blog. Claro, não posso e nem falei quais jogos são… Mas quem sabe alguém do cast adivinhou e eu fiquei quieto… Vai saber, né?

Uncharted 4: o fim de uma era? (+ galeria de capturas de tela)

Uncharted 4: o fim de uma era? (+ galeria de capturas de tela)

Terminei Uncharted 4: A Thief’s End, e a quantidade de coisas que me passou pela cabeça durante e após o fato é gigantesca. Em alguns momentos, o jogo beirou a frustração, ameaçando se arrastar um pouco: é o mais longo de todos, me tomando mais de 17 horas. Ainda assim, é disparado o Uncharted que menos se escora em combates longos e sequências de ação bombásticas, embora ambos ainda estejam lá; ele dá mais chances de “respiro”, exploração e construção de atmosfera.

Em outros momentos, o jogo tirou a fôlego com suas vistas e situações de ação inusitadas. No lado narrativo, continuou entregando cenas emocionantes como no início, a ponto de me fazer gravar vídeos no PS4 apenas pela atuação excepcional de Emily Rose como Elena – todos estão excelentes, mas tragam dois Oscars para essa garota! (E um para os animadores dela, porque as expressões faciais…)

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GALERIA: Níveis perigosos de invasão demoníaca em Marte

…porque, é claro, existem níveis seguros de invasão demoníaca!😄

Isso aí embaixo é Doom no PC, e não está com tudo no Máximo: “apenas” 1080p com texturas Ultra e alguns efeitos entre Médio e Alto. Nem ia comprar esse jogo agora, mas a Kinguin está com 45% de desconto – derrubando o obsceno preço de R$ 230 para mais normais R$ 128, fora taxas do serviço de pagamento intermediador (com Mercado Pago vai pra R$ 132 e Boa Compra R$ 145, por exemplo). É a segunda compra que faço lá e tudo foi instantâneo e correto.

Aí abro o jogo, vejo essas imagens e… Porra, Doom. Porra.

Ainda jogando, e feito um doente: Battleborn

Ainda jogando, e feito um doente: Battleborn

Muito para minha surpresa, ainda continuo jogando Battleborn diariamente. Em parte por abstinência de Overwatch, sim, mas também porque não vou sossegar enquanto não liberar cada um dos 25 personagens (faltam dois ainda) e jogar um pouco com eles (falta um punhado). Afinal, eu paguei pelo jogo. Posso deixar para me dedicar assim a Overwatch no próximo dia 24.

Não sei se conseguirei explicar o que me prende a Battleborn ainda. De alguma forma, as falhas mencionadas nas primeiras impressões deixaram de incomodar, e as forças dele estão aparecendo cada vez mais. Ficou claro para mim que esse é um daqueles jogos que não dá para entender completamente em uma, duas ou cinco horas apenas, seja por causa das nuances dos personagens, seja pela dificuldade de dominar as estratégias nos modos multiplayer/MOBA.

A única certeza que tenho é: Battleborn tem sido meu jogo diário como um dia Destiny foi (e ainda pode voltar a ser). A comparação não é direta, muito menos de gameplay, e sim pela sensação de que mesmo com problemas visíveis (como Destiny no começo), tem alguma coisa ali que me faz voltar sempre. E olha que estou jogando sozinho e com aleatórios… Vamos ver se consigo explicar o que tem me atraído no jogo agora, dezenas de horas depois.

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VÍDEOS: Noite da Vergonha Alheia – Salt and Sanctuary + Dark Souls III

Até que estava indo relativamente bem (isto é, sem morrer tanto assim), mas no final… Tive que morrer para um chefe de Dark Souls III sem sequer dar um golpe nele. :P De qualquer forma, quem quiser conhecer Salt and Sanctuary e um pouco das áreas Halfway Fortress e Crucifixion Woods em Dark Souls III, além de assistir uma trapalhada ou outra, fique à vontade: