“Melhores” de 2015: Decepção do Ano

2015-mini-2011Este artigo faz parte da série Melhores de 2015, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2015 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Aquela listinha em andamento para ver quais jogos são candidatos a todas as categorias.

Vamos lá, não tem jeito – este artigo/categoria tem que começar com uma explicação todo ano, para evitar indignação desnecessária. Vou tentar ser sucinto desta vez. Pense em uma equação matemática na forma Realidade – Expectativa = [resultado]. “Expectativa” é o que você esperava do jogo; “Realidade” é o que você achou ao jogá-lo. O resultado é uma variável simples: se for positiva, é uma medida de surpresa; se for negativa, reflete o nível de decepção.

Essa parte é fácil de entender sem matemática, mas considere que os “números” associados a “Realidade” e a “Expectativa” podem variar enormemente. Pode ser 3 – 2 = 1, 100 – 110 = -10 ou 356.789 – 219 = -176.499. Não é que alguém fique fazendo conta, só perceba o que os exemplos simbolizam respectivamente: um jogo com baixa expectativa e que mal a cumpriu, um jogo do qual se esperava muito e que chegou bem perto, e um jogo com expectativas insanas que não poderiam ser cumpridas nem com a inteligência combinada de toda a humanidade. O primeiro poderia ser um dos piores do ano, o segundo é bem melhor mesmo sendo um pouco decepcionante e o terceiro não se encaixa facilmente em lógica nenhuma… mas ainda é muito melhor que o segundo.

Tenha isso em mente ao ler a (curta, graças aos céus) lista abaixo. Na real, todos os jogos aqui já apareceram entre os melhores de alguma categoria – embora com menor destaque justamente por terem me decepcionado em algum grau. Falando em “me”, lembrem-se que “Expectativa” continua sendo algo 200% pessoal – “200%” porque vai além da subjetividade de opinião, que se aplica a tudo aqui. Talvez eu tenha tido expectativas irreais ou distorcidas por ter visto trailers e matérias, ou por não ter visto nenhum dos dois. Cada caso é um caso. Portanto, vista sua pele grossa e encare…

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“Melhores” de 2015: Decepção do Ano

Melhores de 2015: vote no SEU Top 5

Chegou a hora e a vez de vocês, leitores! Como rola todo ano aqui no blog, segue uma listinha gigante de lançamentos de 2015 para você escolher seus 5 prediletos. É, eu sei, só cinco vai ser difícil, mas é a vida – é melhor assim para evitar uma dispersão muito grande nos votos.

O resultado será computado após uma semana da votação “no ar” e divulgado, na forma de porcentagens, em uma categoria à parte no finalzinho dos artigos dos Melhores de 2015, logo antes da última categoria (Jogo do Ano) do blog.

Em tempo: desta vez, não teremos o campo “Outro”. Todo ano a mesma coisa acontece: eu peço para votarem apenas em jogos completos e originalmente lançados naquele ano, e a maioria dos “outros” inseridos é de anos anteriores, remakes/relançamentos ou expansões. Então faça o seguinte: se quiser muito, mas muito mesmo, votar em um jogo que não está na lista, não vote agora e deixe um comentário com o nome. Após eu confirmar que o jogo é de 2015, não é remake e nem uma expansão, eu incluo na lista e respondo o comentário. Aí você vota nele junto com os outros quatro. OK?

Melhores de 2015: vote no SEU Top 5

2016: ready, set, GO

the_witnessNa correria para terminar ou jogar mais alguns dos jogos de 2015 e escrever os artigos dos Melhores do Ano, quase me esqueço de que já estamos no segundo mês de 2016. Hora de voltar “aos trabalhos”, então? OK, ainda tenho uns “obamas” de traduções menores pagas via PayPal… ‘Bora gastar tudo no Steam.

Resultado: The Witness, Firewatch e as pré-vendas de Far Cry Primal e Tom Clancy’s The Division feitas, além de Transformers: Devastation a 50% de desconto. Os dois primeiros foram muito bem recebidos pela crítica, e falei do beta de The Division no último Godmode Drops com o ouvinte e amigo (MACHIIIINES!) Bruno Rocha Leão. Nesse episódio, Rafael Schmidt também faz o possível para explicar por que nós temos que jogar The Witness sem “spoilar” nada, e comento sobre a versão 2016 de Marvel Heroes. Ouçam lá que está bem bacana, engraçado e informativo na medida certa.

“E o Far Cry Primal?…” Sei lá, tô confiando que será no mínimo tão bom quanto os últimos. Por favor, Ubisoft, não me decepcione. E vê se não reproduz aquele bug escroto de Far Cry 4 em que plugar um controle “trava” o progresso de missões ou impede cutscenes e encontros aleatórios de serem iniciados, tá? :P

“Não vai jogar XCOM 2, Sooner?…” Claro – quando sair suporte a controle ou o Steam Controller chegar aqui. Desculpem-me, mas dei uma olhada em vídeos e reviews e a interface não mudou quase nada para Enemy Unknown, que tinha um belíssimo suporte a controle; logo, não há motivo nenhum para ser forçado a jogar no teclado. Não é estratégia em tempo real. Esse vai ficar na lista de espera, mesmo com a boa recepção.

2016: ready, set, GO

Melhores de 2015: Multiplataforma

2015-mini-2011Este artigo faz parte da série Melhores de 2015, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2015 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Aquela listinha em andamento para ver quais jogos são candidatos a todas as categorias.

Com o desenvolvimento de jogos ficando mais caro e demorado a cada ano que passa, fazer um lançamento multiplataforma é quase uma obrigatoriedade hoje para se ter retorno com blockbusters, e muitos indies também tentam seguir a mesma onda. A coisa ficou tão evidente que os novos Xbox e Playstation chegaram ao mercado com arquiteturas muito semelhantes à de um PC, facilitando os ports. O resultado é que temos cada vez menos jogos exclusivos e, portanto, esta categoria ficou inchada. Além disso, na prática, ela serve como guia para muito do que houve de melhor no PC em 2015: basta tirar os dois jogos de música, ainda restritos aos consoles, e colocar títulos como UndertaleOri and the Blind ForestRocket LeagueSOMA e Helldivers no bolo.

Como absolutamente todos os 19 jogos aqui lembrados já apareceram em alguma categoria anterior, prepare-se para uma enxurrada de links. Vamos a eles:

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Melhores de 2015: Multiplataforma

Melhores de 2015: Playstation

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Se 2015 foi um ano de transição para a Nintendo e de marketing pesado para a Microsoft, no caso da Sony, a palavra “extremos” define. Isto é: no que diz respeito ao peso das notícias e das decisões da empresa, ou ela acertou em cheio ou passou longe. 2015 teve poucos lançamentos AAA, mas uma excelência incomum na “curadoria” de indies. Foi o ano em que o Vita foi oficialmente abandonado pela Sony, mas também em que a empresa mostrou o seu periférico de realidade virtual, a sair 2016. O PS4 ganhou diversas melhorias em apps como ShareFactory e Twitch, mas continua sem permitir a instalação de jogos em HD externo e não resolveu os constantes problemas de erro de NAT nas parties. E assim por diante.

No campo dos jogos, definitivamente foi bem melhor que 2014 (talvez o pior ano da Sony em muito tempo). No lado dos blockbusters, apesar da tendência contínua de apostar em relançamentos, tivemos dois jogos exclusivos entre os melhores do ano – e que servirão de referência nos seus respectivos gêneros por muito tempo. No caso dos indies, algumas ótimas surpresas apareceram do nada (ou quase) e pelo menos um deles se tornou o maior fenômeno independente nos consoles em anos. Entre campeões e feridos, eis o que a Sony entregou/distribuiu de melhor:

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Melhores de 2015: Playstation

Melhores de 2015: Xbox

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2015 foi o ano em que a Microsoft alegou ter “o maior lineup da história do Xbox”, isto é, a lista de lançamentos mais bombástica ou chamativa de todos os seus consoles até então. Tal tipo de declaração já nasce contestável – e talvez o objetivo do marketing fosse esse mesmo, fazer as pessoas falarem do Xbox One. Como todos os quatro títulos de ponta venderam mais de um milhão de cópias antes do fim do ano, parece ter dado certo. Mas após a poeira baixar, o que sobra do 2015 da Microsoft é uma situação que comporta a velha pergunta sobre otimismo ou pessimismo: “o copo está meio cheio ou meio vazio?”. Entre as respostas extremas de fãs doentes e haters, o fato é que o console não disparou em vendas como se esperava, mas fez bonito.

Mesmo desconsiderando gostos pessoais, a pergunta é difícil de responder. Em termos númericos, o Xbox 360 já teve anos com mais exclusivos, tanto AAA quanto no geral. Já no campo da qualidade, todos os quatro lançamentos top estão aqui por merecimento. Considerando as franquias exclusivas mais conhecidas da Microsoft, só faltou sair um Fable – mas as novidades mostradas na E3, como ScaleboundRecoreQuantum Break, ficaram para depois. E a Microsoft finalmente se abriu mais a jogos independentes, MMOs e free-to-play, embora alguns já tenham saído no PS4 em anos anteriores (exceções notáveis: Elite Dangerous, que ainda não experimentei direito, e Ark: Survival Evolved, que sinceramente achei uma droga, pelo menos em estado alfa).

O que importa mesmo é que valeu muito a pena ter um Xbox One em 2015. E esses foram os motivos:

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Melhores de 2015: Xbox

Melhores de 2015: Nintendo

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Em tese, esta categoria deveria ter sido considerada “sub”, já que joguei apenas três títulos exclusivos da Nintendo em 2015; porém, achei que seria um desserviço a esses jogos, todos eles candidatos diretos a Top 10 ou até Top 5. Os outros títulos da Big N no ano podem até ser bons, mas nenhum deles parece ter qualquer chance de se comparar a esses três, a julgar pelas resenhas, opiniões de conhecidos e o que se pode conferir em vídeos. Mesmo que eles merecessem menção aqui, não tenho dúvidas de que escolhi os três jogos da Nintendo que importavam – ainda mais no ano em que a empresa saiu do país, mandando os preços de seus jogos à estratosfera no mercado paralelo. Sem mais delongas, vamos a eles.

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Melhores de 2015: Nintendo

Melhores de 2015: Distribuição digital

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Para ser sincero, por muito pouco esta categoria também não foi cortada em 2015. A intenção original sempre foi destacar mais títulos de menor orçamento viabilizados pela distribuição digital, fora do esquema tradicional de disco vendido a US$ 60, sem precisar partir de distinções artificiais e vagas como “jogo indie”… Mas a coisa se expandiu tanto que hoje temos jogos digitais de US$ 20-30 lançados em disco meses depois (Helldivers, jogos da Telltale, Life is Strange etc.) e um aumento exponencial nas vendas digitais dos blockbusters de US$ 60. Em 2015, essas vendas aumentaram 35% e, no Top 10 de vendas digitais em consoles, todos os títulos foram, sem exceção, jogos AAA lançados em disco. Ou seja: a distribuição digital veio para ficar, não importando o tamanho ou o orçamento do jogo.

No final das contas, resolvi manter a categoria por mais um ano enquanto penso o que fazer. Talvez seja apenas uma questão de achar outro nome, ou desconsiderar casos em que o jogo acaba saindo em disco também. Na prática, para este ano, mantive os critérios de sempre: o jogo tem que ser mais barato do que US$ 40-60 (a faixa de preço dos lançamentos e relançamentos AAA em disco) e distribuído em forma digital, nem que seja apenas inicialmente. Vamos ver como as coisas se desenvolvem nos próximos anos. Isso dito, vamos aos destaques:

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Melhores de 2015: Distribuição digital

Melhores de 2015: Tiro

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Em um ano tão prolífico em qualidade acima da quantidade, os jogos do gênero mais odiado (em público) e amado (secretamente, às vezes), o de tiro, não fugiram à regra. Se no ano passado a tendência foi ver os pesos-pesados tentarem surpreender mudando suas fórmulas, 2015 viu alguns títulos partirem de conceitos inéditos, também. Até mesmo jogos de outros gêneros evoluíram em suas mecânicas de tiro, como Fallout 4Metal Gear Solid V: The Phantom PainResident Evil: Revelations 2. (A nota triste fica para Just Cause 3, que andou na contramão e deu no máximo um passo de bêbado adiante em suas mecânicas de mira.)

Mas tivemos jogos “puros” de tiro suficientes para encher a categoria, ainda que nem todos sejam tão impecáveis quanto os luminares de outros gêneros. Vamos a eles:

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Melhores de 2015: Tiro

Melhores de 2015: RPG

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Seguindo no tema “menos é mais” de 2015, o mundo dos RPGs eletrônicos não chegou a ter muitos títulos de nota ao longo do ano – mas caramba, talvez também nunca tenham sido tão bons. Cinco séries retornaram em grande estilo, sem medo de sacudir as coisas pelo menos um pouco, e obtiveram resultados variados, mas sempre com gana de melhorar. Entre fazer um verdadeiro milagre com hardware limitado até “pular” no mundo dos MMOs sem fazer feio, ou ainda elevar a ação, o combate e a narrativa a níveis equivalentes (ou melhores!) aos de muitos jogos lineares, os RPGs de 2015 não sugaram sua vida apenas por serem extensos e imersivos: o fizeram por pura excelência em diversos aspectos.

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Melhores de 2015: RPG

Melhores de 2015: Ação/Aventura

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Se no ano passado os jogos de ação/aventura foram variados e numerosos, em 2015 a coisa foi meio diferente, e isso se reflete na lista que segue abaixo. Não houve uma enxurrada de títulos meio inclassificáveis que acabavam “cabendo” apenas nesta categoria, e sim um recorte composto em parte por alguns jogos “puros” e, de resto, por títulos de outros gêneros que capricharam no que tinham de ação e aventura.

O engraçado, porém, é que a “pureza” não salvou muita coisa. Na verdade, a maioria dos jogos estritamente de ação/aventura decepcionou em algum nível, enquanto RPGs e títulos de horror acabaram sendo tão ou mais eficientes como jogos de ação do que a maioria dos “puristas”. Talvez isso seja uma consequência das linhas cada vez mais borradas entre gêneros no cenário atual, em que games podem fazer de tudo um pouco, sem restrições pesadas de capacidade, potência, orçamento ou ferramentas de desenvolvimento. Ou talvez eu simplesmente tenha tido menos paciência para jogos mais “focados” – 2015 foi um ano excelente em termos de ambição dos desenvolvedores. Vai saber. Vejamos:

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Melhores de 2015: Ação/Aventura

Melhores de 2015: Horror

2015-mini-2011Este artigo faz parte da série Melhores de 2015, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2015 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Aquela listinha em andamento para ver quais jogos são candidatos a todas as categorias.

Esta categoria quase virou “sub”; culpa minha, já que tenho SOMAAlone in the Dark: Illumination comprados e na fila (cheguei a começar o primeiro). Ainda assim, acho que o gênero foi muitíssimo bem representado em 2015 – senão pela quantidade, pelo menos em qualidade. (Uma tendência, aliás, muito bem-vinda desde mais ou menos a virada da geração anterior de consoles para a atual: não precisamos de uma “onda” em torno do horror, e sim de estúdios e publishers comprometidos o bastante para fazer um jogo assim funcionar, seja qual for o tamanho, escopo, preço, valores de produção ou meio de distribuição.)

Atualização: Entre a publicação deste artigo e de outros dos Melhores de 2015, terminei SOMA, que sem dúvida merece estar nesta lista – ainda que não ganhe, como jogo de horror, do título aqui escolhido. Leia mais sobre SOMA na categoria Melhores de 2015: Distribuição Digital.

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Melhores de 2015: Horror

Melhores de 2015: “Subcategorias”

2015-mini-2011Este artigo faz parte da série Melhores de 2015, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2015 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Aquela listinha em andamento para ver quais jogos são candidatos a todas as categorias.

Como explicado na Lista de Categorias, não cheguei a experimentar cinco títulos de alguns gêneros de jogos em 2015 – seja pela falta de opções mesmo, seja por falta de tempo e/ou maior seletividade da minha parte. Esta são as categorias que viraram “sub” por conta disso, então encare os resultados com um pé atrás, especialmente se for fã absoluto de um desses gêneros.

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Melhores de 2015: “Subcategorias”

Calma que sai…

2015-mini-2011Para quem está se perguntando se este blog continua vivo e se os Melhores de 2015 sairão, afinal (a lista de categorias já está no ar desde o dia 14…), tenha calma: um pico repentino de trabalhos e jogos novos caiu no meu colo justamente agora, em pleno finalzinho de ano.

As promoções no Steam, na PSN e na Live acabaram contemplando, finalmente, alguns dos jogos que estavam “na fila” para compra. Um deles até já foi comentado brevemente aqui: Life is Strange – devidamente fechado a essa altura, aliás. Também vieram VolumeUndertaleWasteland 2: Director’s Cut, conforme atualizado na listinha de candidatos no último dia 27… E como os três jogos têm algum potencial para aparecer em uma categoria ou outra, além dos dois primeiros serem curtos, achei melhor “segurar” um pouco a “premiação” para ver que bicho dá.

Na verdade, o primeiro artigo dos Melhores de 2015, com as “subcategorias” de gêneros com poucos jogos experimentados, já está quase pronto. Como são cinco “subcategorias” contempladas (percebi que deveria incluir Melhor Jogo de Música), ele está ficando mais longo – e na soma de todos os fatores, achei melhor tomar o tempo necessário para garantir que o artigo seguinte não saia muito depois. Melhor escrever com calma o primeiro enquanto jogo o que ainda tenho para jogar.

Enquanto isso, vocês podem se divertir com uma boa prévia dos meus Melhores de 2015 ouvindo ou assistindo o Godmode Awards 2015. Dica: a princípio, o meu Top 5 ainda é o mesmo.

Calma que sai…

A vida é estranha… e melancólica

imagesAinda correndo atrás de jogar mais algumas coisas antes de fechar “de vez” os Melhores de 2015, comprei Volume em promoção da PSN e comecei Life is Strange.

Após terminar o 1º episódio e começar o 2º, percebi que a hipsteragem generalizada nem incomoda tanto. Tudo está contextualizado em uma universidade americana moderna: não dá para andar em um lugar desses sem topar com veganismo, baladinhas indie no violão, grupos de “literatura feminina” e outras baboseiras. Até que o jogo não força força pouco a barra com drogas mais pesadas, como feminismo ou anticapitalismo. Pelo contrário: se esforça para mostrar outras facetas de personagens que, em outros jogos/romances/filmes, seriam apenas fanáticos religiosos ou militares “fascistóides”.

E a história é sim fascinante. Inspirar-se (com moderação, claro) em Twin Peaks e filmes/séries dos anos 80 só ajuda.

Mas puta que pariu.

O jogo é MELANCÓLICO AS ALL FUCK.

Life-Is-Strange-episode-2.jpgRecomendo manter sempre o celular por perto com, sei lá, um vídeo de gatinhos fofos fazendo fofice. Também é bom parar uma vez por hora e ir fazer qualquer coisa que lembre como a vida pode ser divertida – ouvir “Friday I’m In Love”, ler revistas Mad antigas ou jogar Splatoon ou Guitar Hero Live. Até o Belle & Sebastian ou o Radiohead devem ter algum disco mais animado do que esse jogo.

Se dependesse das protagonistas de Life is Strange e o jogo fosse ultrapopular, o número de adolescentes cortando os pulsos teria duplicado no mundo em 2015. :P

A vida é estranha… e melancólica

Godmode Awards 2015 no YouTube

Para quem não pôde assistir o Godmode Awards 2015 ao vivo na sexta passada, aí está a transmissão bruta disponível no YouTube. São quatro horas (!!!) de hangout com as lindíssimas categorias…

  • Troféu Offmode
  • Velhinho que Satisfaz
  • Gostei mas não Joguei
  • Não Dava Nada mas Gostei
  • Não Joguei e não Gostei
  • Troféu Menor Abandonado
  • Merda Foda/Foda Merda
  • Delicinha 2016
  • Mãe Dinah
  • Troféu Igor Gomes (ou Fuck Konami)
  • Top 5 Pessoais do Ano

Meu Top 5 é, obviamente, um semi-spoiler dos Melhores do Ano deste blog.

Vídeo

É HOJE, MACACADA!

Godmode Awards 2015, pela primeira vez AO VIVO por hangout do YouTube, às 22h (ou um pouco depois disso)!
http://www.youtube.com/user/godmodepodcast

(Para quem não sabe, é o podcast de games do qual eu participo – e um dos mais boca-suja, “na lata”, descompromissados e divertidos que existem)

Vídeo

Melhores de 2015: Lista de categorias

2015-mini-2011E aí estão as categorias dos Melhores de 2015 deste blog! Sem firulas, vamos às mudanças:

Este ano, resolvi que era mais honesto assumir que não joguei títulos suficientes em algumas categorias de gênero de jogo para poder destacá-las apropriadamente e, com isso, elas serão “agrupadas” em um único artigo. O propósito é deixar claro que as chances de haver coisa melhor naquele gênero são bem razoáveis, mesmo que o leitor confie no julgamento deste blog. Acho isso essencial nos casos em que o leitor é fã de, por exemplo, jogos de corrida, e muito provavelmente tem bem mais conhecimento e experiência no gênero do que este autor.

Categorias foram agrupadas como “subcategorias” quando este autor tiver jogado menos de cinco títulos “indicáveis” nelas. Ao mesmo tempo, apliquei este critério apenas nas categorias de gênero de jogo. No caso de Melhor Jogo Exclusivo – Nintendo, considerei que a pouca quantidade não compromete o resultado, por acreditar ter jogado os três melhores títulos exclusivos da empresa este ano; e no caso de Pior Jogo, 2015 teve menos títulos ruins mesmo. Além disso, como este blog não recebe jogos de empresas para ser “obrigado” a analisá-los, é natural seu autor ter jogado poucos títulos realmente ruins.

Finalmente, as categorias Melhor Jogo de Estratégia, Melhor Jogo de Esporte e Melhor Jogo Exclusivo – PC não estão presentes por falta de candidatos (fora Undertale em PC). E antes que a “master race” espume pela boca, percebam o seguinte: entre Metal Gear Solid VFallout 4Mad MaxJust Cause 3, Batman: Arkham Knight e outros, é bem provável que tenha jogado mais no PC do que em qualquer outra plataforma em 2015. Só que nenhum desses é exclusivo de PC. Portanto, encarem Multiplataforma como a “sua” categoria – e não esqueçam que as de “exclusivos” de console incluem títulos que ganharam versões no PC (como Helldivers, SOMA ou Ori and the Blind Forest).

Explicações dadas, vamos à lista:

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Melhores de 2015: Lista de categorias

Retrospectiva 2015: Sonhos prometidos

2015-mini-2011A Retrospectiva de 2015 do blog Re: Games aborda tendências que permearam o mundo dos jogos neste mini-2011, ops, 2015. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura, com links para todos os artigos publicados.

Todo mundo que joga bastante e/ou há muito tempo tem aquela listinha de jogos do coração que gostaria de ver “de volta”. Pode ser uma sequência, um remake, um título que ficou “na geladeira” tempo demais ou alguma forma de “renascimento” de uma série morta há alguns anos. Às vezes nem é o caso do jogo ser fora de série, clássico, ou mesmo muito bom: pode ser pela nostalgia de infância/adolescência, ou simplesmente pelo conceito inusitado merecer uma nova “passada”.

Pois é: 2015 foi o ano em que as “listas dos sonhos” de muitos desses jogadores de repente ficou com alguns nomes riscados.

Para quem não andou acompanhando ou não se lembra, aí vai uma listinha rápida, mais ou menos em ordem de anúncio:

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Retrospectiva 2015: Sonhos prometidos

Melhores de 2015 prestes a chegar

Just Cause 3 (versão PC) e Xenoblade Chronicles X (exclusivo de Wii U) estão aqui, e em breve começo a jogar Assassin’s Creed: Syndicate. Falta só pegar Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege – cujo beta joguei o máximo que pude – para “fechar” a lista de jogos importantes do ano. Mais uma semana ou duas para jogar esses títulos (e outros – estou praticamente de férias) e poderei formar um juízo bem razoável do que merece ser indicado e ganhar cada categoria.

Melhores de 2015 prestes a chegar