Recuperação física e preparação mental

Prometi para o fim de semana passado uma opinião geral sobre o The Game Awards deste ano, mas infelizmente, o trabalho, um aniversário para ir no sábado e uma intoxicação alimentar no domingo me impediram de postar aqui no blog. (Essa última, aliás, me deixou fora de combate para praticamente tudo até ontem, e ainda não estou 100%). O resumo da ópera está neste comentário que deixei no artigo de Apostas, para quem quiser saber, mas a essa altura é melhor seguir em frente.

Os dois dias de cama/descanso me permitiram seguir adiante com coisas relevantes para os Melhores do Ano, como começar Gravity Rush 2 – que chegou oficialmente ao Brasil só agora em dezembro, acredite se quiser – e PlayerUnknown’s Battlegrounds, lançado no Game Preview da Xbox Live ontem. Juntem esses títulos com Xenoblade Chronicles 2, cuja cópia física deve chegar para mim amanhã, e terei em mãos os últimos grandes títulos de 2017 que pretendo experimentar antes de sair escolhendo os principais candidatos e vencedores de cada categoria.

Não vai ser fácil. Não tive chance de comentar aqui sobre tudo que peguei nas promoções de Black Friday ou que saiu meio de sopetão nos últimos dias, e alguns jogos me surpreenderam bastante, positivamente ou negativamente  – de Ruiner Nine Parchments, de Fifa 18 (sim, sério) a The Evil Within 2. E a quantidade de jogos para terminar está gigante, então não contem com artigos completos e fechados para antes de janeiro – preciso muito usar os dias livres dos feriados de fim de ano para fechar pelo menos alguns jogos.

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The Game Awards 2017: principais vencedores e destaques

Anteontem publiquei aqui uma lista das minhas apostas de quem iria levar em cada categoria do The Game Awards 2017. No final de semana escreverei mais sobre o que achei da premiação em diversos sentidos, mas por enquanto… Vamos examinar a lista de premiados em cada categoria e ver o que acertei e errei?

Até que a média foi boa e não quebrei tanto a cara assim: 13 acertos e 8 erros. Em compensação, errei algumas das mais importantes, como Narrativa (que aposto que ninguém adivinhou) e Jogo do Ano (em que ganhou o outro dos dois jogos que afirmei serem os únicos com reais chances). Ah, e o cômputo geral de quais jogos e plataformas foram mais premiados também revela algumas coisas interessantes. Mas chega de enrolação e vamos lá:

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Minhas apostas para o The Game Awards 2017

Quando os candidatos ao The Game Awards 2017 foram anunciados, publiquei aqui um artigo com qual jogo eu escolheria pessoalmente em diversas categorias, se fosse um dos jurados. Pois então: a premiação já é amanhã – como o tempo passa rápido, jisuis – e eu prometi publicar também uma lista de quais jogos eu acho que vão levar cada prêmio. Então, vamos lá!

Antes de mais nada, deixem-me repetir para ficar bem claro: esses não são os meus preferidos, e muitas vezes os argumentos usados não são meus – quero dizer, não são coisas que eu penso sobre jogo X ou Y, e sim que acredito que os jurados acham. Como se trata de uma lista de quem eu acredito que vá ganhar, isso deveria ser óbvio, mas volta e meia, em conversas com amigos, a discussão descamba para tentar “provar” que jogo X é melhor, quando no fim das contas quem vai decidir isso não sou eu nem você, e sim um bando de jornalistas.

Boa parte do que exponho aqui se baseia no que ouvi gente que vai votar dizer sobre alguns candidatos em podcasts gringos como o do Giant Bomb, do Easy Allies ou da Game Informer, tanto ao longo do ano quanto nas últimas semanas, pós-revelação dos indicados. Ainda assim, tenha em mente que esses são apenas uma parcela dos jurados e, obviamente, eles não declaram em quem irão votar; estou apenas dando palpites meio que na base do feeling das conversas e do que me parece que esses jornalistas mais valorizam. Isso explicado – ufa – vamos às apostas:

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PlayStation VR finalmente chega ao Brasil

Cerca de um ano após o lançamento mundial, o PlayStation VR chegou ao Brasil, de acordo com uma publicação no blog nacional do PlayStation. O pacote que veio é o completo, com a câmera, dois controles PS Move e a coletânea de jogos PlayStation VR Worlds. Por tabela, as versões digitais dos jogos de PS VR finalmente estão disponíveis na PSN brasileira. O preço da versão nacional até que está “razoável” (com MUITAS aspas, considerando nossos padrões bizarros): R$ 3.000. Esse pacote completo chegou aqui no mercado paralelo por valores maiores, e provavelmente ainda está perto dessas três milhas até hoje. Lá fora, ele custava US$ 500, ou o mesmo que um Xbox One X, que chegou aqui a R$ 4.000.

O porém é que a Sony já lançou um modelo revisado do PlayStation VR e, pela imagem da publicação, o aparelho que receberemos é o original, o mesmo que eu tenho. Não é nenhum terror porque o “revisado” apenas muda um pouquinho o design externo e adiciona suporte direto a TVs com HDR; no original, a caixinha que fica entre o PS4 e a TV não tem esse suporte, obrigando o usuário a trocar os cabos HDMI se quiser jogar outra coisa com HDR ligado. Quem não tem TV com HDR, como eu, não precisa fazer absolutamente nada.

Um lado bom é que o acessório chega aqui em um momento bastante propício para o VR, com o lançamento recente de títulos de primeira e/ou de grande interesse como Skyrim VRDOOM VFRSuperhot VR. Além disso, Until Dawn: Rush of BloodRIGS: Mechanized Combat League, dois dos melhores exclusivos de PS VR disponíveis, estão “de graça” para assinantes da PSN Plus até o dia 02 de janeiro. Entre eles e dois ou três dos melhores jogos da coletânea PlayStation VR Worlds, dá para usar bastante o acessório antes de botar qualquer grana a mais nele. E você pode ler mais sobre minhas experiências com o PS VR aqui mesmo no blog!

Notas rápidas da semana: a jogatina não para

Pela primeira vez em meses, tive um fim de semana (quase) completamente livre de trabalho e pude ficar direto apenas jogando, sem pudor algum. E como estamos muito perto do fim do ano, foi a hora de começar e avançar mais uma penca de jogos na fila – isto é, não terminei nada, mas paciência… Uma hora eu chego lá.

Eis o que tenho de novo para contar de jogatina nos últimos dias, envolvendo nada menos do que nove jogos:

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Demo de Nine Parchments no Switch e a “morte do arcade” da Housemarque

Esses dias estava ouvindo, em um podcast do Giant Bomb de uma ou duas semanas atrás, uma discussão sobre a anunciada mudança de foco da Housemarque, estúdio responsável por Super StardustResogunMatterfallNex Machina e outros jogos indies modernos inspirados em clássicos do fliperama como Defender. Em uma publicação ousada, o estúdio proclamou em seu site que “Arcade is dead” e revelou que suas obras, embora quase sempre muito bem recebidas pela crítica, não venderam em números significativos. A conclusão dos participantes foi de que jogos do tipo “dual-stick shooter” hoje em dia precisam ter mais do que uma mera jogabilidade estilo arcade antigo com visual de ponta.

E por que estou mencionando isso? Porque concordando ou não com o Giant Bomb ou a Housemarque – ainda não me decidi de vez – saiu ontem na eShop do Nintendo Switch a demo de um jogo que pode acabar comprovando uma teoria ou a outra: Nine Parchments. Se o nome não soar estranho para você, é porque se trata do novo título da Frozenbyte, conhecida por Trine, que já apareceu em Nintendo Directs e foi destacado aqui mesmo neste blog por isso. Após jogar duas vezes a demo completa, lembrei na hora da discussão do Giant Bomb por um motivo simples: Nine Parchments é um dual-stick shooter que, sem dúvida, tem ritmo e ideias bem diferentes até mesmo da sua inspiração óbvia, Magicka.

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Solta o X-Wing, EA: primeiras impressões de Star Wars Battlefront II

Como vocês provavelmente já sabem, Star Wars: Battlefront II saiu na última sexta-feira. Joguei bastante o anterior mesmo com todo o mimimi de “pouco conteúdo”: para mim, foi o suficiente. Mas é claro que não iria reclamar de uma sequência expandida, e o marketing “mais, mais, mais” (só focado em mais modos, mapas, personagens, opções de progressão etc.) era promissor. Fiz a pré-venda do jogo às vésperas após ler algumas resenhas e estou jogando desde o dia do lançamento.

A essa altura, terminei a campanha (que dura, forçando muito, 6 horas, e alguns vão terminar em 5 ou menos); estou prestes a terminar todos os cenários solo Arcade pelo menos uma vez cada; e cheguei ao nível 6 no multijogador após algumas partidas de Galactic Assault (20×20 com objetivos) e Blast (10×10 sem objetivos). Ainda não encostei em outros modos como Heroes vs. VillainsStrike (versão menor de Galactic Assault) e Starfighter (batalhas de naves). E como sempre, com mil pensamentos fervilhando na cabeça, é hora de compartilhar alguns deles aqui no blog.

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Nintendo Switch: et tu, Fire Emblem Warriors?

2017 está sendo, sem dúvida, um ano da Nintendo, e particularmente do Switch. Não creio que mesmo os fãs mais otimistas esperassem por tudo que está rolando: vendas altas e sustentadas, pelo menos um jogo de grande porte por mês, e não apenas um, mas dois candidatos a Jogo do Ano sendo comparados aos maiores clássicos de suas respectivas franquias sem o menor pudor – e com total razão, aliás. Mas se você acha que acaba aí… E se eu disser que o console deu à Tecmo Koei a oportunidade de “sacudir” legal uma das franquias mais estagnadas do mercado oriental, Dynasty Warriors?

Não culpo quem estiver de sobrancelha levantada ou com os braços cruzados em desconfiança agora. Eu sei, eu sei: aquela série de esmaga-botão incessante, que faz praticamente o mesmo jogo um atrás do outro?, blá blá blá. Até acho essa fama um pouco reducionista, mas… A questão não é essa, e sim que, no crossover com Fire Emblem com a participação da Intelligent Systems e do Team Ninja, a franquia Warriors parece ter encontrado uma saída lógica para deixar as coisas mais empolgantes e variadas: incluir mais elementos táticos na ação. Eu mesmo não estava planejando comprar o jogo tão cedo, mas após ler essa resenha do Dualshockers, resolvi arriscar, e até agora não me arrependo nem um pouco, mesmo com os Super Mario Odyssey e afins para terminar.

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Saíram os candidatos ao Game Awards 2017, e eis meus votos

Foi divulgada agora há pouco a lista de candidatos ao Game Awards desse ano e, francamente, a surpresa na categoria principal é zero: são justamente os 5 jogos que qualquer um que anda acompanhando a imprensa de games imaginaria que seriam indicados. Nada contra a previsibilidade; na verdade, faz muuuuito tempo que não via uma lista de candidatos a GOTY tão… correta, em lugar algum.

Talvez um jogo ou dois sejam diferentes na lista que farei aqui no blog futuramente, mas isso é porque não joguei um candidato óbvio e, bem ou mal, a lista do meu blog é a do meu blog – ou seja, pura experiência pessoal conta um tanto mais aqui do que a relevância geral de cada jogo no cenário dos games, que deve ser a prioridade de qualquer prêmio sério.

Além disso, o site do evento permite votar no seu predileto de cada categoria, então mãos à obra! Eu já escolhi os meus nas categorias que me senti apto a votar, e acho que vocês vão querer saber, né? Ah, vocês também querem saber quais foram os 5 jogos “óbvios” indicados na categoria principal, Jogo do Ano? Beleza, é só continuar lendo…

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