Melhores de 2014: Tiro

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Praticamente tudo o que importa dizer nessa categoria já foi escrito no artigo Retrospectiva 2014: A ousadia volta aos FPS “de ponta”, mas ainda falta ordenar os jogos ali mencionados e outros de alguma maneira, certo? Se você estiver com preguiça de (re)ler, aí vai um resumo: 2014 foi o ano em que até os jogos de tiro mainstream se arriscaram a mudar e/ou inovar – em especial com movimentação mais ágil do personagem, geralmente com algum tipo de acessório futurista que permite pulo duplo, parkourdash lateral e afins. Mas não foi só isso que rolou: teve também semi-MMOs e franquias antiquíssimas aprendendo algumas lições com Bioshock. Anozinho movimentado em termos de tiroteio, esse.

Multiplayer de Halo: The Master Chief Collection (XB1)

Red vs. Blue all over again – and I like it

Teve até um relançamento importantíssimo: Halo: The Master Chief Collection. A coleção apresentou problemas, especialmente para uma série que costuma ser impecável, mas nem isso conseguiu tirar o brilho do pacote. Afinal, trata-se dos quatro jogos principais, em ordem cronológica, com todos os mapas originais, jogabilidade mantida (inclusive as diferenças de multijogador de um título para outro) e diversos recursos de contagem de pontos e tempo para comparações em leaderboards online. No meu caso, que não tinha jogado o segundo título e os outros fora da ordem (conforme foram lançados no 360, ou seja, Halo 3Halo 4 e Halo: Combat Evolved), poder experimentar a saga inteira em sequência esclareceu melhor o arco narrativo e me fez apreciar ainda mais a série. Altamente recomendado para quem não jogou todos: é uma peça histórica de uma das melhores séries das últimas gerações.

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Melhores de 2014: RPG

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

2014 foi o ano do RPG – seja ocidental ou oriental, de ação ou por turnos, sério ou satírico, em 1ª pessoa ou visão isométrica, a gosto do freguês. Claro, uma boa parte deles requer um dos dois portáteis no mercado ou é exclusivo de PC, mas o fato é que não tínhamos tantos RPGs saindo no mesmo ano há muito tempo. E já vou avisando: não terminei nenhum deles. Nesse ano atribulado que se encerrou, não consegui me dedicar por dezenas de horas a praticamente nenhum jogo, inclusive por não estar com cabeça para nada muito complexo. Por conta disso, a quantidade de horas que joguei cada um dos RPGs abaixo é quase um critério de avaliação alternativo: se eu joguei mais de 10 horas, é porque o jogo era bom mesmo, a ponto de “quebrar” minha resistência.

Chute do Canguru em Inazuma Eleven (3DS)

Sim, Inazuma Eleven tem umas paradas meio shonen

Até alguns relançamentos interessantes aconteceram. O primeiro Fable ganhou sua versão Anniversary no Xbox 360 e no PC (opção mais do que recomendada, pois a de console teve problemas indesculpáveis de queda de framerate). Uma boa surpresa foi a chegada, finalmente, de Inazuma Eleven às Américas via eShop do 3DS, três anos após a versão europeia para DS. Para quem não conhece, trata-se de um RPG famoso no Japão, com um “cheirinho” de Pokémon, sobre um grupo de garotos que monta um… time de futebol no colégio. E sim, as batalhas são partidas de futebol, com uso dinâmico da caneta do 3DS para passes, chutes etc. No mínimo, um jogo criativo e inusitado, e pelo menos nas horas que joguei, com uma trama simplista, mas cativante.

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, Nintendo 3DS, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 2 Comments

Melhores de 2014: Puzzle/Exploração

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Ano passado, considerei que havia um novo “subgênero” de jogos que uniam o prazer de explorar um mundo (geralmente em primeira pessoa, mas não sempre) com uma forma de narrativa menos tradicional e quebra-cabeças simples para incentivar o avanço do jogador. Games como AntichamberGone Home e o vencedor The Stanley Parable simbolizavam muito bem essa tendência: não poderiam ser considerados puros adventures, nem jogos de puzzle tradicionais. Fazia sentido considerá-los uma espécie de evolução tardia de Myst, que era totalmente baseado em resolução de problemas, mas com um universo inusitado e detalhado por trás. Mas na verdade, raramente tive apreço por jogos de quebra-cabeças “fechados”, na linha Tetris ou Bejeweled. Em 2014, mesmo os jogos de “exploração” no geral não me animaram muito, então esta categoria será mais uma daquelas com poucas opções de escolha – mas por acaso, com um vencedor cuja jogabilidade é “fechada”.

Tela de Hack n' Slash (PC)

O inimigo tá dando trabalho? Mude os parâmetros dele no código de Hack n’ Slash. Sim, o próprio jogo permite isso

Alguns dos quebra-cabeças mais inusitados e interessantes que experimentei em 2014 foram os de Bad Mojo Redux, mas se trata de um adventure antigo para PC “restaurado” pelo GoG.com, não um jogo novo. Super Time Force tem estrutura de jogo de plataforma; porém, em sua essência, é um quebra-cabeças com uma mecânica inusitada de retroceder o tempo, para que os “fantasmas” das suas tentativas anteriores se combinem com a atual e você consiga chegar ao final da fase. Hack n’ Slash foi um interessantíssimo jogo na linha do Zelda original que permite “reprogramar” coisas no cenário e nos inimigos para resolução de problemas – e é possível até “hackear” tanto o jogo a ponto de “quebrá-lo”. Octodad tem sua parcela de quebra-cabeças simples durante a divertida avertura em 3D, assim como o mais soturno Murdered: Soul Suspect.

Continue reading

Categories: 2014, Android/iOS, Melhores do Ano, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , | Leave a comment

Melhores de 2014: Escolha seus 5 jogos prediletos do ano!

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Hora dos meus 17 leitores (#AgamenonFeelings) escolherem seus jogos prediletos de 2014! A fórmula é a mesma do ano passado: escolha seus 5 prediletos e os mais lembrados formarão o Top 5 dos leitores do blog. Mas para preparar-se antes da votação, que tal dar uma olhada nos vencedores do blog até agora? 

  • Melhor Jogo de Ação/Aventura: Middle-earth: Shadow of Mordor
  • Melhor Jogo de CorridaForza Horizon 2
  • Melhor Jogo de HorrorAlien: Isolation
  • Melhor Jogo de Luta/Beat’em UpPersona 4 Arena Ultimax/Super Smash Bros for Wii U
  • Melhor Jogo de PlataformaShovel Knight

Escolha seus 5 melhores jogos de 2014 na lista gigante abaixo, e se por algum milagre um dos seus jogos estiver faltando, basta inserir no campo “Other”.  Infelizmente, assim como no ano passado, pessoas insistem em votar em jogos não elegíveis – especificamente, jogos que não saíram em 2014. Por isso, não será mais permitido inserir seu próprio jogo. Se estiver faltando algo em que você faça questão de votar, não vote agora; deixe um comentário e eu incluirei o jogo na lista se ele for elegível (isto é, lançado oficialmente nas Américas em 2014 – edições novas, ports, relançamentos em HD e jogos em acesso antecipado no Steam não valem).

Você tem uma semana para votar à vontade! Os resultados serão divulgados quando a divulgação de todas as categorias do blog acabar. Basta clicar em “Continue Reading” abaixo e escolher seus jogos na lista:

Continue reading

Categories: 2014, Android/iOS, Melhores do Ano, Nintendo 3DS, Nintendo DS, Nintendo Wii, Nintendo Wii U, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, PSP, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , | Leave a comment

Melhores de 2014: Plataforma

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Dessa vez eu nem posso alegar falta de jogos: nossos “amiguinhos” indies de tênis verde, barbinha nada máscula e camisa de flanela xadrez nunca mais vão deixar de encher o Steam, a PSN, a Live e o eShop de joguinhos “estilosos” de plataforma com visual pixelado retrô e… nenhuma novidade real. Já deu para perceber que minha paciência com esse tipo de coisa acabou, né? Em 2014, evitei tanto esse tipo de nulidade que quase passei batido pelo melhor jogo de plataforma de 2014, adquirido e experimentado só aos 48 do 2º tempo. Mas calma, uma coisa de cada vez.

Salto em Trials Fusion (PC/PS3/PS4/X360/XB1)

Erra o salto para você ver o que acontece

Alguns dos jogos menores mais legais que saíram em 2014 têm elementos de plataforma, mas não se escoram completamente neles. Já citei em outras categorias casos como o de Strider, que está mais para um Metroidvania com um ninja futurista, e Trials Fusion, que parece um jogo de moto em 2D mas é na prática um desafio de plataformas. Um jogo que tem elementos menos óbvios do gênero é Octodad, já que você passa uma parte razoável do tempo tentando subir em lugares – só que o desafio disso não está em pulos, e sim em conseguir controlar os tentáculos do simpático polvo protagonista. E Super Time Force pode parecer uma espécie de Contra com mais ênfase em pulos e plataformas, mas na verdade é quase um puzzle, em que você vai morrer e voltar no tempo para tentar de novo enquanto os “eus passados” repetem o que você já tinha feito. Complexo? Mais sobre ele em outra categoria…

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, Nintendo 3DS, Nintendo Wii U, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | 1 Comment

Melhores de 2014: Luta/Beat’em up

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Essa categoria quase foi limada esse ano pela falta de jogos de luta e beat’em up em grandes quantidades. Não tivemos um Street Fighter novo (só a versão Ultra do IV), nada da Nether Realms (Mortal Kombat só ano que vem, Injustice veio ano passado), não comprei ainda o belíssimo Guity Gear Xrd e poucos indies ou publishers menores apostaram em beat’em up puro, na linha de um Guacamelee. Porém, pelo menos dois jogos de 2014 foram destaque não apenas nesta categoria, mas como pacotes completos de conteúdo e/ou ousadia mecânica no geral – então vamos “popular” esta premiação do jeito que der.

Shovel Knight (PC/3DS/WiiU)

Abaixaí que lá vem “pazada”, champs

Vale citar, por exemplo, alguns jogos e relançamentos que não são puramente beat’em up, mas incluem porradaria generalizada em sua fórmula, seja com as mãos, com espadas ou… pás? Shovel Knight parece apenas mais um tributo indie aos jogos de plataforma do Nintendinho, todo estilo e pouca substância, mas se revela uma mistureba redondinha que inclui elementos de RPG, mecânicas de jogos modernos (em especial Demon’s/Dark Souls) e muita, muita traulitada com pá em inimigos. Na mesma linha, Strider pode ser um jogo de plataforma 2D com jeitão Metroidvania, mas você retalha inimigos nele mais do que qualquer outra coisa. 2014 também viu o relançamento de Sleeping Dogs na forma de uma Definitive Edition, e nenhum outro jogo de mundo aberto é tão centrado na porradaria quanto esse. E ainda há uma série de jogos de ação/aventura em 3D cujo combate se centra (quase) totalmente em socos, espadadas e combos, como Hyrule WarriorsMiddle-earth: Shadow of MordorToukiden.

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, Nintendo 3DS, Nintendo Wii U, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , | 4 Comments

Melhores de 2014: Horror

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Quem estava apostando que a onda do novo horror ia morrer após um ou dois anos de retorno com força, quebrou a cara. Não somente continuamos a receber um fluxo constante de indies nesse gênero, como pelo menos dois jogos AAA de horror chegaram ao mercado (além do teaser de outro…). Como se fosse pouco, ainda tivemos alguns relançamentos importantes, como o de Bad Mojo Redux (via GoG.com) e uma ótima versão Ultimate HD de Resident Evil 4. E quem tinha apenas plataformas Microsoft pôde finalmente experimentar em 2014 o melhor jogo de horror de 2013 segundo este blog: Outlast, que ainda por cima recebeu um DLC este ano. Ah, e outro jogo citado ano passado, Betrayer, saiu do acesso antecipado do Steam e foi lançado oficialmente em 2014. Ufa!

Serra em Deception IV: Blood Ties (PSV/PS3)

The Evil Within no low? Não, Deception IV mesmo

Também tivemos alguns casos que não apresentam jogabilidade de horror, mas usam elementos estéticos do gênero ou tentam assustar o jogador em algum momento. No lado mais zoado, a série Deception, de RPG tático com armadilhas “du mal”, foi ressuscitada após 14 anos (!) com Deception IV: Blood Ties, e a quantidade de gore gerada pela protagonista malévola rivaliza com qualquer outro jogo de horror de verdade. The Vanishing of Ethan Carter pode ser mais uma história interativa onírica em um ambiente florestal, mas volta e meia o mistério assume formas tão ou mais perturbadoras do que muito jogo supostamente de terror. Na mesma linha, poucos jogos voltados para a narrativa foram tão tensos quanto The Wolf Among Us – especialmente quando surge uma lenda urbana que conhecemos muito bem e/ou o personagem principal, Bigby Wolf, perde o controle. Mesmo em um cenário com fábulas, o jogo conseguiu replicar boa parte da tensão do maior sucesso da Telltale, The Walking Dead – que aliás continuou tão pesado quanto antes na sua segunda temporada este ano.

Continue reading

Categories: 2014, Android/iOS, Melhores do Ano, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Melhores de 2014: Corrida

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Assim como no ano passado, tivemos poucos jogos de corrida de amplo alcance em 2014. Ao que parece, o gênero não tem mais o apelo de antigamente; talvez pelo automobilismo ter perdido espaço de mídia para outros esportes, ou talvez por ser difícil continuar inovando com pouca margem de manobra (carros acelerando, paisagens bonitas, física realista ou “zoada”, o que mais?). Pelo menos, alguns dos grandes títulos que saíram tentaram fazer algo diferente, enquanto em 2013 só o vencedor, Need for Speed: Rivals, tinha algo de realmente novo a mostrar. Aliás, uma Complete Edition foi lançada recentemente com todos os DLCs; quem ainda não tinha jogado, especialmente nos consoles de nova geração, precisa aproveitar e conferir – o jogo ainda é melhor que a maioria mencionada abaixo.

DriveClub Fail

Dá até pena da desenvolvedora, mas… Cada um com seus problemas

Dois dos jogos que me vêm à cabeça não chegaram nem perto de disputar o topo da categoria, mas por motivos diametralmente opostos. DriveClub deveria estar na minha lista de jogos adquiridos e testados, mas saiu com tantos problemas de conectividade e jogabilidade (veja no artigo Retrospectiva 2014: O ano dos jogos AAA “quebrados”) que a prometida versão gratuita ainda não foi disponibilizada para assinantes da Playstation Plus – e com a recepção morna da crítica, eu é que não vou pagar para ver sem testá-lo antes (não a US$ 50 com o dólar chegando perto de R$ 3). Por outro lado, Trials Fusion é o jogo mais completo, bonito e redondo da série em termos técnicos, mas não tem nenhuma grande novidade – e alguém pode alegar, com alguma razão, de que não se trata exatamente de um jogo de corrida, e sim de plataforma com alguns elementos de quebra-cabeças.

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, Nintendo Wii U, PC, Playstation 4, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , | Leave a comment

Melhores de 2014: Ação/Aventura

Selo Melhores de 2014Este artigo faz parte da série Melhores de 2014, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2014 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog para ver uma lista do que adquiri e joguei pelo menos um pouco.

Não sei se foi pelo meu estado de espírito ao longo do ano, mas poucas coisas – em qualquer mídia – me divertiram ou me impressionaram tanto quanto os jogos de ação e aventura lançados. Eles tomaram cerca de metade das posições no Top 10 deste blog, e mesmo as outras posições foram ocupadas por alguns jogos que contém mais ação do que o normal para o gênero ao qual pertencem. E a tendência do ano passado continua: está cada vez mais difícil definir o que é um jogo de ação/aventura. Games com progressão 2D incluem mais do que apenas tiros ou saltos, jogos inspirados em adventures do passado agora estão cheios de cenas de ação, jogos de beat’em up incluem cada vez mais elementos de RPG… E por aí vai. 

Explosão em Goat Simulator (PC)

Wow. Much action. Very explosion. Badass goat.

No bolo dos jogos meio inclassificáveis, ainda temos coisas muito “fora da casinha”, como Goat Simulator ou Octodad. Nenhum dos dois pode ser considerado apenas um jogo de “exploração” ou de “puzzle”, pois o jogador tem a possibilidade de interagir mais com o cenário do que apenas apertar um botão e ver algo “scriptado” acontecer. Strider vem de uma franquia predominantemente de plataforma e tiro, mas o retorno em 2014 viu mais influência de Metroid do que nunca. Algo similar acontece em Counterspy, que se inspira em jogos de stealth e de ação como Shadow Complex, mesmo com progressão lateral 2D. Talvez nenhum desses mereça ser considerado um jogo de ação no sentido estrito, mas com certeza irão agradar quem estiver a fim de algo mais do que saltos, exploração, narrativa e quebra-cabeças.

Continue reading

Categories: 2014, Melhores do Ano, Nintendo Wii U, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , | 1 Comment

Teaser: Jogos que podem aparecer nos Melhores de 2014 deste blog

Selo Melhores de 2014E lá vamos nós de novo: assim como no ano passado, vou “largar” aqui no blog uma lista de jogos que podem aparecer em alguma categoria dos Melhores de 2014 deste blog – mas com algumas desculpas diferentes desta vez. Entre um 2014 meio montanha-russa no campo pessoal, a aquisição dos consoles de nova geração (este é o primeiro ano em que realmente tenho todos os consoles para poder avaliar qualquer jogo!) e o maldito e viciante Destiny, que cumpriu um papel semelhante a Persona 4 Golden no ano passado, não consegui terminar nem metade dos jogos que gostaria para fazer uma lista totalmente confiável. Mas vamos em frente, que eu sou um só e isso aqui é um blog, não um grande portal.

Aí vai a pré-lista em ordem alfabética de jogos que eu cheguei a experimentar pelo menos um pouco. Mais uma vez, tenham em mente que a presença de um jogo específico aqui não significa que ele vá sequer ser mencionado em alguma categoria: é apenas um checklist para usar de base daqui por diante. Se vocês sentirem falta de algum jogo, é porque simplesmente não cheguei a adquiri-lo ou a jogá-lo. De qualquer forma, comentem sobre o que estiverem a fim, sei lá. Vamos botar os jogos na roda!

Continue reading

Categories: Android/iOS, Artigos, Melhores do Ano, Nintendo 3DS, Nintendo Wii U, PC, Playstation 1/2/3, Playstation 4, Playstation Vita, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , | 8 Comments

Retrospectiva 2014: A reviravolta da Microsoft

Retrospectiva 2014 - thumbnailA Retrospectiva de 2014 do blog Re:Games aborda tendências bizarras que permearam o mundo dos jogos neste ano que se encerra. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura.

Na virada de 2013 para 2014, a Microsoft parecia estar pagando um preço alto pela aposta em um console “faz-tudo” (e sim, por uma certa soberba também). O Playstation 4 estava vendendo quase o dobro de unidades do Xbox One e tinha “roubado” duas das principais conquistas do Xbox 360 ao longo da geração anterior: o domínio do mercado americano e o posto de “plataforma de demonstração” dos jogos das produtoras terceiras. Além disso, a Xbox Live deixou de estar anos-luz à frente como serviço, com a PSN se equiparando em velocidades de download e chat de voz e superando a concorrente no quesito jogos gratuitos e descontos. Em um campo mais subjetivo, a Sony ainda conseguiu “colar” uma impressão geral de que “se preocupava mais com os gamers de verdade” (seja lá o que um “true gamer” for) e teria jogos exclusivos menos previsíveis pela frente. Nem mesmo a adoção da lógica “pague assinatura se quiser jogar online” conseguiu arranhar a reputação conquistada pela Sony ao longo do ano passado, como se podia notar pelas vendas.

Sheldon indeciso entre PS4 e Xbox One em Big Bang Theory

No início do ano a decisão não era tão complicada, Sheldon…

Que a Microsoft iria reagir de alguma forma este ano era certo; o que não se esperava era a agressividade do contra-ataque, nem que a Sony acusaria o golpe. Parte das medidas da Microsoft foi de bolas cantadas, mas que ninguém esperava que viessem tão cedo, como o corte do Kinect 2.0 e a subsequente queda de preço do Xbox One. Outras foram além do imaginado, como a troca de praticamente todos os “manda-chuvas” na divisão de games da empresa e a decisão de eliminar a onda das microtransações em tudo quanto era jogo exclusivo. E para compor o quadro completo, as medidas que deixaram de ser tomadas também surpreenderam: houve quem previsse a venda da divisão Xbox para outra empresa, ou que a Microsoft apostaria ainda mais no conteúdo de televisão para diferenciar o One do PS4. E nem passamos perto disso.

Continue reading

Categories: Artigos, Geral, Retrospectiva 2014, Xbox One, Xbox/Xbox 360 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , | 2 Comments

Retrospectiva 2014: O ano dos jogos AAA “quebrados”

Retrospectiva 2014 - thumbnailA Retrospectiva de 2014 do blog Re:Games aborda tendências bizarras que permearam o mundo dos jogos neste ano que se encerra. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura.

Após após a conectividade online se tornar algo comum em consoles, os estúdios desenvolvedores perceberam que podiam consertar pequenas falhas em seus jogos com patchesupdates, seguindo uma tendência já consolidada nos PCs. Com o tempo, nos acostumamos a ver praticamente todos os jogos de alto orçamento (conhecidos como “AAA”) receberem algum tipo de correção no primeiro dia de venda. É algo chato, mas ainda assim bem melhor do que ter que conviver com algum bugzinho pentelho que “escapou” nos testes – uma situação cada vez mais comum e até compreensível, dada a maior complexidade das partes que compõem um jogo moderno. Mas a tolerância tem seu limite: aquele momento em que alguma parte do jogo simplesmente não funciona como pretendido, não por má escolha de design, e sim por questões de programação mesmo.

Erro em Sim City (2013)

Não foi possível carregar A CIDADE em um SIM CITY? (destaque para a propaganda “Buy now” no canto inferior direito…)

A história está cheia de jogos que saíram “quebrados”, com ou sem a possibilidade de patches, mas os casos sempre pareceram isolados. Mesmo após a onipresença dos modos online, só em 2012 e 2013 tivemos algum indício de que as desenvolvedoras perderiam o controle da situação. Diablo III beirava o injogável quando lançado no PC – mesmo no modo solo – graças à exigência de conectividade constante, e assim permaneceu por meses. Sim City (o de 2013) teve problemas muito semelhantes, forçando a desenvolvedora a desativar certos recursos do jogo durante meses enquanto “consertavam” tudo. Battlefield 4 não apenas saiu com problemas de matchmaking, como também bugs diversos que apagavam saves, impediam o progresso e descaracterizavam o jogo – e em todas as versões. Ainda assim, a maioria dos jogos AAA de 2012 e 2013 chegou ao mercado sem grandes problemas.

Aí 2014 começou, e… a coisa foi às raias do absurdo. Claro, nem todos os jogadores experimentaram problemas, mas a bagunça foi tão grande que algumas desenvolvedoras tiveram que pedir desculpas contínuas ou até dar brindes para compensar seus jogos defeituosos. Alguns exemplos de jogos que saíram com problemas sérios diversos, a maioria de conectividade:

Continue reading

Categories: Artigos, Geral, Retrospectiva 2014 | Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 2 Comments

Retrospectiva 2014: A nova geração finalmente “chegou”

Retrospectiva 2014 - thumbnailA Retrospectiva de 2014 do blog Re:Games aborda tendências bizarras que permearam o mundo dos jogos neste ano que se encerra. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura.

Sim, eu sei, o PS4 e o Xbox One saíram ano passado, blá blá blá. Sim, eu sei que o jogo X ou Y não poderia ter metade da qualidade gráfica se tivesse sido lançado nos consoles anteriores (especialmente coisas como Forza 5, RyseKillzone: Shadow Fall inFAMOUS: Second Son). Mas nova geração não é só salto de potência – ou melhor, o salto só é plenamente realizado quando pelo menos parte da potência é utilizada também para habilitar novas formas de jogabilidade. No caso dos consoles atuais, o “valor agregado” obtido com gráficos mais poderosos (sejam eles realistas ou não) e mundos de jogo maiores/mais detalhados é bem menor do que nos “saltos de geração” anteriores. Podemos até apreciar mais gente andando nas ruas de Assassin’s Creed ou o número de jogadores em Battlefield 4 igualando a versão para PC, mas na prática, esses jogos não mudaram significativamente. E mesmo que isso não atrapalhe nem um pouco as vendas tanto do PS4 quanto do Xbox One – ambos quebrando recordes em comparação a seus antecessores – as pessoas que já compraram esses consoles provavelmente estavam esperando, lá no fundo, uma virada real, que justifique de vez o investimento.

Super Mario 64: mudando paradigmas já no lançamento do console

Mario 64: mudando paradigmas já no lançamento do console

O problema é que, com o passar do ano, o ceticismo tomou conta de muitos. Virou bordão dizer que novos consoles só são plenamente explorados anos após o lançamento, o que é verdade em termos de potência… Mas muita gente esquece que em termos de conceito, era relativamente comum que jogos de início de geração virassem gêneros e ideias de cabeça para baixo, para ver o que colava, e depois só aprimorassem esses conceitos à medida que o hardware fosse melhor “compreendido”. Halo: Combat EvolvedSuper Mario 64 e Rayman foram respectivamente títulos de lançamento do Xbox original, do Nintendo 64 e do Playstation, por exemplo. A “tendência” de ter que esperar para jogar algo realmente novo só ficou evidente mesmo na geração passada, que ainda por cima durou uns dois ou três anos a mais do que o normal. Como nos acostumamos a isso, era difícil crer que já tivéssemos games de nova geração entortando convenções ainda em 2014 – mas aconteceu.

Continue reading

Categories: Artigos, Geral, Playstation 4, Retrospectiva 2014, Xbox One | Tags: , , , , , , , , , , , , | 3 Comments

Retrospectiva 2014: O Wii U sai do coma

Retrospectiva 2014 - thumbnailA Retrospectiva de 2014 do blog Re:Games aborda tendências bizarras que permearam o mundo dos jogos neste ano que se encerra. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura.

Que o Wii U um dia teria jogos de qualidade para justificar sua aquisição, ninguém com a cabeça no lugar tinha dúvida: é a Nintendo, afinal. O tipo de jogo que ela desenvolve pode não agradar todo mundo, principalmente nos dias atuais, mas é inegável que (1) ela continua sendo mestra no que faz e (2) pode até demorar, mas ela entrega o que promete. A questão é que mesmo essas constatações não eram garantia alguma de que o console fosse sair do vermelho, ainda mais quando as tentativas anteriores de alavancá-lo à base de software não conseguiram o salto desejado. A Nintendo já havia apostado em dois jogos de plataforma do Mario, um 2D e outro 3D, e ambos falharam em impulsionar as vendas do Wii U ao ponto necessário, mesmo com Super Mario 3D World aparecendo em quase todas as listas de melhores do ano (neste blog, ficou em terceiro para mim e em sétimo para os leitores). Se lembrarmos que essas tentativas aconteceram antes e durante a consolidação dos aparelhos mais poderosos das concorrentes Sony e Microsoft, fica claro que seria otimismo demais esperar que a “virada para o azul” ocorresse a essa altura.

Wii U: I want to believeMas estamos em 2014, e o improvável aconteceu: com Donkey Kong Country: Tropical FreezeMario Kart 8Hyrule WarriorsBayonetta 2 e Super Smash Bros, o Wii U finalmente deixou de ser “deficitário”, vendendo quase o dobro do que no mesmo período do ano passado. Os motivos para isso ter acontecido, a despeito de todas as outras previsões em contrário, são puramente especulativos, mas meu chute se baseia em algo meio óbvio: basta olhar para os jogos lançados acima e os futuros (um novo ZeldaStarfoxXenoblade Chronicles X…). Não só eles fizeram a Nintendo levar o prêmio de Desenvolvedora do Ano no The Game Awards 2014, como formam um conjunto que pode ter finalmente “clicado” na mente dos potenciais compradores.

Continue reading

Categories: Artigos, Geral, Nintendo Wii U, Retrospectiva 2014 | Tags: , , , , , , , , , | 11 Comments

Retrospectiva 2014: A ousadia volta aos FPS “de ponta”

Retrospectiva 2014 - thumbnailA Retrospectiva de 2014 do blog Re:Games aborda tendências bizarras que permearam o mundo dos jogos neste ano que se encerra. Entenda melhor esta série de artigos no post de abertura.

Embora muitos tenham internalizado que o gênero FPS (tiro em 1ª pessoa) seja sinônimo de estagnação criativa no mundo dos games, a verdade sempre foi que o problema estava mesmo nas maiores franquias do gênero – em especial, Call of DutyHaloBattlefield. As três amealham uma fatia gigante dos fãs do gênero e monopolizam as atenções, a ponto de mandarem para a geladeira séries mais tradicionais que não conseguiram acompanhar o sucesso, como Medal of Honor. Mesmo quando jogos de tiro novos tentavam fazer algo diferente, com variados graus de eficiência, as pessoas acabavam voltando a Call of DutyHaloBattlefield porque, vejam só, eles ainda estavam anos-luz à frente no ponto mais importante – jogabilidade básica. Bem ou mal, as três séries tinham, com folga, as mecânicas de tiro e movimentação mais bem-resolvidas da categoria. Pois é: tinham.

Correndo na parede em Titanfall (PC/X360/XONE)No final de 2013 já tivemos um indício de que as grandes produtoras iriam espantar um pouco da mesmice em seus FPS de alto orçamento, e esse indício chamava-se Killzone: Shadow Fall. Com um tom mais intimista, algumas fases bem abertas, recursos novos de assistência com drone e jogabilidade sólida como rocha, o novo Killzone mostrou que era possível, sim, continuar agradando os fãs sem recorrer aos mesmos truques de sempre. Os problemas no lançamento de Battlefield 4 e a queda na recepção (de crítica e público) para Call of Duty: Ghosts também mostravam que algo precisava ser feito no reino do tiroteio. O que não dava para prever é que esse “algo” já chegaria ao mercado em 2014, nem que incluiria desde opções extras de movimentação vertical e lateral a uma ênfase maior no clima e na história, passando por sistemas de MMO. Senão, vejamos:

Continue reading

Categories: Artigos, Geral, Retrospectiva 2014 | Tags: , , , , , , , , , , , , , | 4 Comments

Create a free website or blog at WordPress.com. The Adventure Journal Theme.

Follow

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 398 other followers