VÍDEO: Forza Halorizon 4

Atualizado em 08/10/2018: o jogo finalmente rodou no PC! Continue lendo para saber qual era o problema…

Forza Horizon 4 está entre nós e, mais uma vez, a Playground Games conseguiu o que parecia impossível: manter tudo que o jogo anterior tinha de bom e encontrar alguma forma de distinguir bem a nova edição, mesmo apenas dois anos depois. Se o primeiro jogo foi um rascunho, o segundo foi Forza Horizon: Mundo Aberto De Verdade[*] e o terceiro, Forza Horizon: Faça Seu Próprio Festival, o quarto jogo parece ser Forza Horizon: Estações Pós-Destiny e Fortnite. Mas hein? Bom, a explicação vai ficar mais para a frente, quando jogar mais algumas horas e escrever aqui um artigo de primeiras impressões.

[*] Lembrando que só Forza HorizonThe Crew são séries de corrida de mundo aberto real; todos os outros jogos são apenas de “estradas abertas”, ou seja, você pode zanzar pelo mapa à vontade, mas sempre dentro dos limites das estradas.

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VÍDEO: Halloween Luck

Sim, o Festival de Outono ainda está rolando em Monster Hunter: World nos consoles. “Pior”: assim que acabar, na próxima quinta-feira às 21h, entra a Lunastra arquiaguerrida por duas semanas e, ao mesmo tempo, o Festival começa no PC – sim, atrasou um pouquinho, mas a “master race” não vai ficar sem ele! Enquanto isso, continuei fazendo as diárias e… Finalmente, após 345.678 Cercos à Kulve Taroth, “caiu” para mim uma das armas mais cobiçadas do jogo, a Taroth Assault “Glutton”! \o/

Junte a isso a captura do besouro dourado raro do Cerco, um golpe crítico de Espadão com dano absurdo, testes muito bem-sucedidos dessa “escopeta” pesada ganha, muitas fantasias esdrúxulas com cabeça de porco e felino… Enfim, eu tinha que fazer mais um vídeo do Festival, com as devidas músicas e efeitos sonoros bufões apropriados. Assistam abaixo e divirtam-se!

VÍDEO: A monster hunting Halloween

Navios voadores enfeitados! Músicas (nada) assustadoras! Assistente gótica! Bacon-o’-lantern! Espada gigante movida a foguete![*] Fantasia de Duende Abóbora, o arqui-inimigo do Halloween-Aranha! Monstros gigantes e em miniatura! Pepinão temperado! Eu correndo atrás de rabos! Ops… Errr… Para CORTÁ-LOS, seus pervertidos!

Abrace a morte por 5 minutos e venha presenciar esses e outros horrores em…

A MONSTER HUNTING HALLOWEEN!

[*] Sim, estou aprendendo a jogar com minha 12ª arma, o Espadão. Perdoem a noobice no vídeo, ainda nem aprendi o timing de segurar golpes ou urros na ombrada…

VÍDEO: Transmissão do Festival de Outono, 21/09

Como prometido, ontem rolou uma transmissão do Festival de Outono em Monster Hunter: World com muito bicho versão micro e gigante, máscaras ridículas, roupas badass e uma demonstração geral, com explicação das mecânicas, do Cerco à Kulve Taroth (que infelizmente terminou com uma queda da sessão, grrrr). É só clicar no vídeo abaixo e conferir a Área de Encontro toda enfeitada para o Halloween, com música nova de acordo, e muito mais. Ah, e embora não tenha me dado conta no final da transmissão, acabei sim ficando três horas online e cheguei às 900 horas totais em World! Somando com as 90 h no PC e as 80 h em Generations Ultimate, a “barreira” das 1.000 (mil. MIL!) horas de Monster Hunter apenas este ano está quebrada… E ainda há mais 3 meses para chegar a pelo menos 1.200. Ou 1.300? Talvez mais? Ufa.

Pendurando as teias: Festival de Outono hoje em Monster Hunter World

Valeu, Marvel’s Spider-Man, esses dias juntos têm sido incríveis, mas a gente precisa dar um tempo. Não é você, sou eu, entende? Ou, para ser honesto… É a outra sim. Um amor “antigo”, de janeiro e não de setembro, chamado Monster Hunter: World. O Halloween está chegando e eu não resisto àquela roupinha de gótica dela, sabe como é? E o mascote felino dela com aquela fantasia de abóbora! Quem aguenta?

Sim, hoje começa o Festival de Outono em Monster Hunter: World, e como sempre estarei lá com força desde a primeira hora. Além do cenário e das roupitchas novas para apreciar – já falei da armadura que deixa você com cara de versão abóbora do Duende Verde? – e uma ou outra missão inédita, este Festival terá uma atração muitíssimo especial: as duas missões do Universal Studio Japan, ou USJ, antes exclusivas para quem visitasse o parque na Terra do Sol Nascente. As missões permitem criar uma espada longa nova e uma versão alternativa azul da armadura do Rathalos, com algumas peças bastante usadas em builds de crítico, especialmente por usuários de arco.

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Marvel’s Spider-Man: SEM primeiras impressões

Só neste fim de semana, joguei tanto Marvel’s Spider-Man que já estou com 39% de conclusão em sei lá quantas horas (o save não mostra), a maior parte delas fazendo atividades paralelas, missões secundárias e catando itens colecionáveis. Em outros tempos, tal dedicação e vício – a ponto de me tirar de Monster Hunter Generations UIltimate após 70 horas de jogo, algo espantoso ultimamente aqui em casa – significariam um artigo de primeiras impressões, uma espécie de resenha parte 1 depois complementada com outro artigo da “série” Terminando Jogos.

Mas não é o que vai acontecer, não.

Eu estou adorando o jogo, de verdade. Mas nas primeiras duas ou três horas, alguns detalhes menores me deixaram bem encucado, e cheguei a comentar sobre eles na página deste blog no Facebook, bem de passagem. Só que com mais tempo jogando, acho que estou enxergando bem melhor o que a Insomniac fez, e esses detalhes estão perdendo importância muito rapidamente. Portanto, resenha ou comentários agora só virão quando eu terminar tudo – o que não deve demorar de qualquer forma, tanto por estar viciado, quanto pela chegada do Festival de Outono a Monster Hunter World no próximo dia 20. Enquanto isso… Bem-vindo, amigão da vizinhança! Já estava na hora de ganhar um jogo como esse!

Mês das Caçadas, parte final: Generations Ultimate, adoradores e haters

Já estamos em setembro, mas na terça da semana passada, dia 28 de agosto, finalmente Monster Hunter Generations Ultimate foi liberado no Switch, encerrando com chave de abundância o mês mais recheado da história da série. Entre a colaboração com Final Fantasy XIV, o lançamento da versão para PC de World e o retorno das versões arch-tempered dos dragões anciões e da Kulve Taroth, além do novo jogo no Switch, foi muita caçada para uma pessoa só. E após 7-8 dias e 50 horas de Generations Ultimate, estou bem mais à vontade para comentar sobre ele do que já fiz sobre sua versão anterior de 3DS aqui.

Há muita, muita coisa que eu poderia apontar, mas como estou doido para voltar a jogar, vou tentar simplificar e destacar os pontos mais importantes. A essa altura, estou com mais de 900 horas (!!!) em Monster Hunter: World – algo inédito na minha vida – e consigo enxergar facilmente esse número aparecendo também em Generations Ultimate na virada do ano. Mesmo que não apareça, a diferença certamente será compensada quando voltar a World para mais dois prováveis Festivais, os de Outono e Inverno, e outros monstros e eventos novos adicionados até lá. Ah, e amanhã chega a primeira grande atualização na versão de PC com o Deviljho, o popular “pepinão” (tanto no sentido figurado quanto literal).

Então vamos ao que interessa, dividido em três partes: um vídeo do Arekkz Gaming que em pouco tempo resume bem demais as diferenças de Generations Ultimate para World; a principal razão para você encarar o “downgrade de gameplay” no jogo de Switch; e algumas desmistificações do que os fãs mais malas andam dizendo por aí, tanto para exaltar quanto diminuir Generations Ultimate e/ou World.

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VÍDEO: jogando de Amigato em Monster Hunter Generations Ultimate

Monster Hunter: World pode ser o ápice da série em todos os sentidos, mas Generations e sua versão Ultimate, que chega ao Switch na próxima terça-feira, têm um recurso exclusivo que não está em nenhum outro Monster Hunter, nem mesmo em World: poder jogar de Amigato. Sim, você pode jogar com um gato de suporte, em vez de um humano! E sim, você pode fazer isso mesmo em um grupo multijogador!

Aproveitando a demo disponível desde a semana passada na eShop, resolvi brincar um pouco de Prowler, que é como o jogo chama os Amigatos jogáveis. Há várias opções de “estilo de suporte” que, na prática, ditam quais habilidades o gato tem; os Prowlers não usam itens comuns e precisam encher uma barra de suporte para poder ativar suas habilidades. Escolhi o estilo “Bombing”, editei e legendei o resultado em vídeo para vocês e… Olha, é divertido demais, embora seja quase um easy mode, pelo menos em um monstro inicial. Confiram:

Mês das Caçadas, parte 3: demo, Kulve, Teostra feito e atualizações gerais

Atualizado com a armadura γ do Teostra e o build que usei para derrotar a versão arch-tempered dele

Se alguém estranhou a semana inteira sem atualização do blog, não deveria: o Mês das Caçadas, o período mais agitado na história de Monster Hunter, continua a todo vapor. Com gente ainda correndo atrás da recém-lançada colaboração com Final Fantasy, eventos novos e retornando, 10 dias da versão de PC disponível e otras cositas más, passei a semana inteira “pulando” entre PS4, PC e Switch, sempre com algum objetivo novo em mente. Até consegui achar um tempinho para voltar a Octopath Traveler, o único jogo que tem conseguido me tirar dos Monster Hunter, mas isso é assunto para outro artigo quando jogar mais.

Por enquanto, vamos dar uma geral no que andou acontecendo, nos lançamentos novos, em dicas e para onde essa vida de caçadas anda me levando…

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