SONHOS SE REALIZAM: Bloodlines 2 confirmado na GDC

A minha felicidade é INFINITA neste momento.

Quem acompanha este blog sabe: poucos jogos moram no meu coração tanto quanto Vampire the Masquerade: Bloodlines. Há quase dois anos, as evidências de que alguma coisa seria feita com a franquia se empilhavam, e ontem, na GDC, tivemos a confirmação: Bloodlines 2 está em desenvolvimento, com lançamento previsto para o 1º trimestre do ano que vem, segundo o vídeo.

Bloodlines sempre entra alto em tudo quanto é lista de melhores RPGs de todos os tempos, e merecidamente. Isso é tudo que você precisa saber para se empolgar de imediato. Além disso, o trailer abaixo (com legendas em PT-BR, o que pode significar localização para o nosso idioma, algo que o jogo anterior não teve) só aumenta o hype ainda mais. Isso dito, continue lendo depois do vídeo para saber o que consegui achar na Internet sobre o anúncio e considerações pessoais sobre o vídeo e essas informações.

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Melhores de 2018: Categorias Gerais e Jogo do Ano

Depois das categorias por gênero e por plataforma, agora é a vez das finais, aquelas que cobrem aspectos intrínsecos dos jogos como música, visual, jogabilidade e afins, além de coisas mais abstratas como níveis de surpresa e decepção – além, é claro, do pior e do melhor jogo do ano, com direito a um Top 10 numerado nesse último caso.

Categorias GeraisNão há muitas regras aqui, apenas o que eu gostei ou desgostei mais, dependendo da categoria. Nenhuma premiação/lista do tipo é 100% subjetiva ou objetiva, claro, mas desde que iniciei este blog, talvez esses Melhores de 2018 sejam os mais pessoais que já elaborei. O ano certamente foi de desapego, em que finalmente – depois de anos e anos de dedicação e gastança – resolvi que era mais feliz extraindo o máximo que pude de um punhado de jogos do que tentando me manter “por dentro” de todos os lançamentos “importantes”. Com 45 anos na cara, já passou da hora.

Inclusive, o “vencedor” da primeira categoria quase escapou da “honra” exatamente porque estava me rendendo à empolgação alheia. Mas estou me adiantando…

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Melhores de 2018: Categorias por Plataforma

Depois do artigo com os melhores jogos por gênero, agora é a vez dos exclusivos por plataforma/sistema nos Melhores de 2018. Para os que não acompanhavam este blog antes, vale lembrar que “exclusivo” aqui desconsidera ports para PC, já que muitos exemplos de exclusividade hoje em dia valem apenas para os consoles – isto é, a Nintendo, a Sony ou a Microsoft não se importam se o jogo chegar ao PC também, apenas que não saia nos concorrentes diretos.

Além disso, há os casos de exclusividade temporária, especialmente no caso de indies, que contam com equipes menores que às vezes vão lançando um port por vez. Nesses casos, se as outras versões de um jogo ainda não tiverem saído naquele ano, ele conta sim como exclusivo do console onde foi lançado inicialmente. Por fim, não escolho o melhor “exclusivo de PC” porque, na prática, esses são cada vez mais raros e a categoria Multiplataforma acaba sempre cobrindo os melhores títulos disponíveis no Steam e equivalentes no ano. Isso tudo explicado, vamos aos vencedores:

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Melhores de 2018: Categorias por Gênero

Hora de abrir os trabalhos dos Melhores de 2018, e vou começar de cara anunciando as inevitáveis mudanças de formato. Em primeiro lugar, se ainda não o fez, confira a lista de jogos elegíveis – que mal chegam à casa dos 20 – e ficará claro que não posso manter o mesmo critério de anos anteriores que gerava “subcategorias”; não joguei coisas suficientes para ter pelo menos cinco concorrentes na imensa maioria delas. Assim, o que temos dessa vez é simplesmente quatro categorias descartadas por falta total de indicados: Estratégia, Horror, Puzzle/Exploração e VR.

Entre essas, vale destacar dois casos. A julgar pela recepção da crítica a diversos jogos, 2018 foi o melhor ano para a Realidade Virtual até então – especialmente a do PlayStation – mas eu me senti tão imerso em Monster Hunter que a preguiça de usar o PS VR foi grande demais. O segundo é que os leitores de longa data devem se surpreender com não ter jogado nada de Horror, um gênero que sempre gostei tanto, mas… Acho que enfrentar os bichos mais fortes de Monster Hunter, viver alguns trechos de Detroit: Become Human e encarar a solidão no mar alienígena de Subnautica supriram bem a vontade de sentir medo e tensão em jogos, mas como não consideraria nenhum desses sequer próximo do gênero Horror… Paciência.

Além disso, como já adiantei no artigo O melhor de um 2018 monstruoso, dessa vez serei mais sucinto (bom, para os padrões desse blog…), explanando apenas o vencedor de cada categoria e no máximo fazendo menções aqui e ali apenas para efeito de comparação. E agora vamos ao que interessa: a primeira parte dos Melhores, com os vencedores das categorias por gênero de jogo.

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O melhor de um 2018 monstruoso

O ano virou e está na hora de começar aquilo que o blog sempre faz: tentar montar uma lista qualquer de melhores jogos do ano. Só que o caso de 2018 será bem diferente e enxuto, tudo culpa daquilo que começa com “M”, termina com “er” e não é Michel Temer. Graças a essa série e ao jogo mais recente dela em especial, 2018 foi com folga o ano em que menos terminei jogos – o total não chega a encher UMA mão, e mesmo que inclua outros que estou na “boca” de terminar, ainda assim o número não enche duas.

Então, para dar início aos trabalhos, segue uma lista do que eu efetivamente terminei (ou não tem um “fim” claro mas joguei o bastante para considerar “terminado”, como sempre), e uma lista de outros jogos que talvez ainda possa terminar no processo. A possibilidade será bem menor esse ano, porém: a intenção é destrinchar apenas um jogo por categoria, que por sua vez formarão uma lista bem menor, por pura falta de concorrentes/”indicados”. Além disso, pretendo agrupá-las todas ao máximo, em dois ou três artigos se possível.

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Super Smash Monster Hunter Bros Ultimate

Ainda tenho muita coisa para falar sobre Super Smash Bros Ultimate em breve, todas elas alguma variação elaborada de “como PODE esse jogo ser TÃO divertido?!?!”. Tenham em mente o seguinte: durante o ano todo, Monster Hunter – fosse World ou Generations Ultimate – me tirou de outros jogos que não chegavam aos pés desses dois em termos de diversão pura. O único jogo de 2018 que conseguiu fazer o contrário – isso é, me fazer jogá-lo mais do que Monster Hunter – foi Smash Bros. Mesmo com o Festival de Inverno rolando em World, eu corri para fazer as diárias o mais rápido possível para poder voltar à porradaria Nintendística.

Não que os dois precisem ser mutuamente exclusivos, ainda mais quando há conteúdo de um no outro – e após dezenas de horas abrindo quase todo o mapa do modo World of Light, ou a “campanha” de Smash Bros, finalmente topei com o chefe Rathalos. Primeira surpresa: ele fica em uma sub-área toda dedicada a Monster Hunter, com direito a “Proof of a Hero” de fundo e tudo mais. Segunda: foi o único chefe do jogo que derrotei de primeira. Porque é fácil, você acha? Não: porque os movimentos do bicho são praticamente idênticos, mesmo em um cenário lateral. A recriação foi tão dedicada que cai até item para prender o Rathalos no chão, exatamente como a armadilha de poço do jogo.

E esse foi só um dos 345 momentos de alegria pura do jogo. Nem recebemos a Piranha Plant e o Joker de Persona 5 ainda. Eu não sei se vou conseguir lidar com Smash Bros Ultimate. É demais.

A seguir em Monster Hunter: colaboração com The Witcher 3 e expansão em 2019

Os desenvolvedores de Monster Hunter: World acabaram de soltar um vídeo com os planos futuros para o jogo, com direito a dois grandes destaques: uma colaboração com The Witcher 3: Wild Hunt – sim, os dois melhores jogos da geração vão se encontrar!!! – e a expansão Iceborne, que terá o tamanho usual das versões Ultimate e sairá no outono do ano que vem, tanto em formato físico quanto digital.

Outros destaques vão para a Kulve Taroth arquiaguerrida na próxima semana, com direito a mecânicas e armas novas; versão de teste gratuita no próximo dia 17, por tempo limitado, com multijogador possível com quem já tem o jogo nas primeiras missões da campanha; Nergigante arquiaguerrido; e o Festival da Apreciação para comemorar o primeiro aniversário do jogo em janeiro.

Confira a apresentação e os trailers de Witcher 3 e Iceborne:

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Transmissão nesta quinta, 29/11: Festival de Inverno e MIL HORAS de Monster Hunter: World!

O dia está chegando.

Sim, estou a apenas 20 minutos – menos, até – de chegar às mil horas de Monster Hunter: World no PS4. Sim, só no PS4, sem contar as 200 horas na versão de PC e outras 150 de Generations Ultimate no Switch.

E por coincidência, isso aconteceu na boca do Festival de Inverno, que começa nesta quinta, dia 29/11, às 22h. Como sempre transmito os Festivais, é hora de juntar a fome com a vontade de comer: nesse horário estarei ao vivo no canal do blog no YouTube.

Não perca, divulgue nos seus grupos de jogos, mande para seus amigos: vamos celebrar esse vício inusitado e incomparável na vida de um gamer quarentão!

A surpresa, o conforto e a decepção: primeiras impressões de Red Dead 2, AC: Odyssey e Starlink

Faz quase um mês que não publico nada no blog, e por bons motivos: além de estarmos na temporada de grandes lançamentos em sequência, estou inundado de trabalho, e quando tenho algum tempo livre só quero saber de adiantar o progresso nos tais lançamentos. Mesmo não tendo interesse em uma série de jogos recentes, como os dois FPS blockbusters de sempre (Call of Duty e Battlefield) e o Pokémon “Lite” do Switch, ainda não terminei Marvel’s Spider-Man e God of War (sério) e nem sequer abri Detroit: Become Human, mas mesmo assim tive um ataque de comprite e peguei mais três jogos recentemente.

O negócio é que, como sempre, ambos os Monster Hunter continuam a todo vapor, com mais monstros arquiaguerridos em World (o incrível Xeno’Jiiva, uma das melhores brigas do jogo até então) e ainda muita coisa para abrir em Generations Ultimate (para constar, estou no high rank da Vila e do Hub, nem cheguei ao G-rank ainda!). Para conseguir abrir espaço e pelo menos jogar um tanto de cada novidade, quem acabou sofrendo foi o blog, em especial a série Como usar melhor sua arma em Monster Hunter: World – que a essa altura nem sei se vou conseguir terminar. Mas ontem e hoje consegui uma folguinha maior e tenho algumas coisas para botar pra fora sobre os tais três jogos; um deles foi uma leve decepção, outro uma grande surpresa, e o terceiro uma meia-surpresa por ser mais “confortável” do que imaginei.

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