VÍDEO – Monster Hunter: World – Farmando zenny

Estou “na boca” do final de Monster Hunter: World, prestes a começar o endgame, e a essa altura das caçadas a falta de zenny (dinheiro) passou a ser uma preocupação. Por sorte, há um jeito relativamente simples e rápido de “farmar” isso no final do jogo. A etapa mais complicada é conseguir um item específico em uma missão opcional de 5 estrelas com 2 alvos alados (recomendo ir em grupo ou procurar “aleatórios” online). Daí é só ir matar o primeiro grande monstro do jogo, que agora virou saco de pancada, caindo em 1 minuto, 2 no máximo.

Confiram aí no vídeo abaixo. Depois dele, leiam a descrição de como ganhar cerca de 10.000 z em 3-4 minutos de jogo usando esse método.

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Como enfiar o máximo de desinformação possível em apenas seis palavras

Depois vocês não entendem porque eu tenho tanto bronca com a imprensa de games atual.

Olhem só essa chamada de vídeo do GameSpot. Para contexto, o jogo em questão é Kingdom Come: Deliverance, da estreante Warhorse Studios, publicado pela Deep Silver, que sai na semana que vem. O jogo é uma espécie de “simulador de vida medieval” em mundo aberto, sem qualquer traço de fantasia, focado em narrativa e combate mais “realista”. A legenda significa “Estúdio de Dead Island [faz jogo] totalmente medieval”.


Quem ver isso obviamente vai associar Kingdom ComeDead Island, ainda mais quando o próprio frame do vídeo mostra que é em 1ª pessoa com combate corpo a corpo. Só que os dois jogos têm tanta ligação quanto pimenta e sorvete, e não é preciso ser nenhum especialista em mercado de jogos – ou mesmo ter assistido a qualquer gameplay de Kingdom Come! – para saber disso.

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Blog parado por motivo de dois empregos

Nesta semana os Melhores de 2017 passaram batido, mas não temam: não é apenas por causa de Monster Hunter: World, mas também por um trabalho gigante para entrega no próximo domingo dia 11. Entre o emprego real e o “emprego” em Astera – que já me consumiu mais de 40 horas, de tão viciante – provavelmente os Melhores só voltarão para valer a partir da segunda dia 12 ou logo depois.

Enquanto isso, divirtam-se com mais um exemplo de uma das novidades mais legais de Monster Hunter: World: a interação entre monstros gigantes. Quando você acha que encontrou o monstro mais catiço, sempre tem um catiço ainda mais catiço do que o primeiro. Depois do sofrimento que foi matar o maldito Anjanath – e várias vezes, tanto para avançar na história quanto para ajudar os amigos e coletar mais partes dele – é LINDO DEMAIS ver ele tomar uma piaba desse porte e sair correndo. TOMA, DESGRAÇA!

Monster Hunter World: barata voa do Anjanath

Logo no começo de Monster Hunter: World, uma cutscene deixa bem claro qual é o primeiro grande bicho a se ter medo: uma espécie de tiranossauro rex que cospe fogo, o Anjanath. E quem achou a cena pouca coisa pode se preparar: o %¨&#&*¨@#* desgraçado volta e meia aparece do nada no meio das suas primeiras caçadas, e não há o que fazer além do famoso sebo nas canelas, daqueles ao som do tema de Benny Hill ao fundo.

Mas o mundo de World (trocadilho intencional) é vivo demais, e às vezes o &%¨&!¨&@&¨*! pode acabar servindo para alguma coisa. Por exemplo: você entra online em uma missão qualquer para ajudar uma galera caçando um lagarto-raposa elétrico hiperativo dos infernos, e aí… Chega o %&%&%¨&¨%&. Barata voa – afinal, todo mundo sabe com o que está lidando – e… Foi só olhar a briga de bichões de longe. Fuckin’ Anjanath!

Um excelente mundo de caçadas incríveis

Passei uma parte razoável do tempo livre no fim de semana jogando Monster Hunter World, mais especificamente 7 horas. E querem saber? Pelo menos nesse começo, estou achando aquela média 91 no Metacritic mais do que justa. É com folga o melhor jogo da série que já experimentei até agora, ao mesmo tempo um jogo de ação mais fluido do que os anteriores e um apanhado de tudo que Monster Hunter sempre teve de bom para oferecer – isto é, World não trata “ocidentalizar” como “idiotizar”, e sim como remover e/ou substituir tranqueira desnecessária nas mecânicas e sistemas. Se alguém tinha medo da série perder a complexidade, o mistério e o charme da preparação para as caçadas, pode ficar tranquilo, que isso nem chega perto de acontecer: é “apenas” um Monster Hunter com valores de produção muito maiores e bem mais gostoso de jogar.

Estou lotado de trabalho e não vai dar para escrever muito mais no blog nos próximos dias, então por enquanto fiquem com essa resenha em vídeo do Easy Allies. Foi a mais precisa que vi até agora, inclusive ao tratar da questão da acessibilidade para novatos vs. características da série para veteranos.

Melhores de 2017: Exclusivo PlayStation

Este artigo faz parte da série Melhores de 2017, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a lista de candidatos para ver quais jogos foram considerados para uma ou mais categorias, e o artigo Melhores de 2017 – Lista de categorias para saber quais são os “prêmios” em jogo.

Se em 2016 a Sony foi a campeã indiscutível, em 2017 a concorrência da Nintendo foi muito mais acirrada. De qualquer rorma, o PS4 teve seu melhor ano. Vários jogos exclusivos da Sony em console, de diversas matizes e portes, disputaram um lugar nos Top 10 por aí, e pelo menos dois apareceram regularmente entre os indicados nas premiações de Jogo do Ano. Além disso, quem apostou no abandono prematuro do PlayStation VR errou feio, com o acessório assumindo a liderança do mercado de realidade virtual e ganhando suporte constante.

E olha que essa categoria talvez ainda seja a com mais jogos que acabei não iniciando ou comprando (ainda?). É Tales of Berseria, Toukiden 2, The Caligula Effect, Nex Machina, Matterfall, Knack II, Gran Turismo Sport… Uma série de títulos de VR, como Psychonauts in the Rhombus of Ruin, Statik, Star Trek: Bridge Crew, Doom VFR, Skyrim VR… Vários relançamentos/remasters importantes, como Kingdom Hearts HD 2.8, Danganronpa 1-2 Reload, Zero Escape: The Nonary Games, PaRappa the Rapper Remastered, Patapon Remastered, .hack//G.U. Last Recode… E por aí vai. 2017 foi o ápice da Sony nesta geração, e “setou” um nível que dificilmente será batido antes de chegarmos a novos aparelhos.

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THE HUNT IS ON

A caçada começou! Sim, já enviaram ontem meu Monster Hunter: World e chegou hoje, no dia do lançamento!

Não se preocupem: o artigo da próxima categoria dos Melhores de 2017, Exclusivo de PlayStation, está em curso; estou quase terminando South Park: The Fractured But Whole; e por consequência, a categoria RPG está praticamente toda escrita. Os artigos saem no fim de semana e na segunda ou terça.

Ah, e talvez role transmissão do Monster Hunter no início da semana. Assinem o canal no YouTube para serem avisados!

Melhores de 2017: Exclusivo Nintendo

Este artigo faz parte da série Melhores de 2017, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a lista de candidatos para ver quais jogos foram considerados para uma ou mais categorias, e o artigo Melhores de 2017 – Lista de categorias para saber quais são os “prêmios” em jogo.

Em 2016, pré-lançamento do Switch, Exclusivo de Nintendo acabou virando “subcategoria”, mais por falta de vontade minha de experimentar alguns dos jogos disponíveis do que pela falta real de candidatos, como aconteceu com o Xbox em 2017. Ficou a impressão de que a empresa e as publishers parceiras estavam “segurando” as melhores coisas para o Switch, e 2017 provou que esse era o caso, sim, e com sobras. Todos os fãs da Nintendo esperavam que o ano fosse bem mais recheado, mas nem nos sonhos mais loucos deveriam imaginar que seria tão, tão bom – talvez o melhor lineup de ano de lançamento de qualquer console até hoje.

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Melhores de 2017: Distribuição Digital

Este artigo faz parte da série Melhores de 2017, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a lista de candidatos para ver quais jogos foram considerados para uma ou mais categorias, e o artigo Melhores de 2017 – Lista de categorias para saber quais são os “prêmios” em jogo.

Em anos anteriores, comentei aqui no blog que o conceito de “distribuição digital” estava ficando confuso, graças a mais jogos “menores” saindo em versões físicas e títulos AAA com formatos episódicos e/ou modelos de atualização de conteúdo recorrente, mesmo com o jogo-“base” saindo em disco. Isso poderia bagunçar um pouco o entendimento desta categoria, dedicada a jogos de orçamento mais modesto, sem o marketing dos blockbusters, e ao mesmo tempo sem limitar a coisa ao vago termo “indie”. No final, o importante é que o jogo tenha sido pensado para distribuição digital, mesmo que ganhe versões físicas limitadas, especiais e mais baratas que os US$ 60 padrão.

Só que 2017 foi um ano mais claro nesse sentido. Tirando um ou dois jogos que ganharam versões em cartucho para o Switch, todos os casos mencionados aqui foram lançados exclusivamente via digital (noves-fora possíveis tiragens da Limited Run), e nenhum usa formato em episódios. Além disso, nenhum foi estruturado como Street Fighter V ou Hitman, que recebem novas “temporadas” anuais. E ainda bem, porque o ano foi absurdamente prolífico de jogos “menores” dignos de nota. Como uma boa parte deles já foi mencionada em categorias anteriores, preparem-se para uma chuva de links, porque não será necessário me repetir na maioria dos casos…

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