Melhores de 2017: Luta/Beat’em Up

Este artigo faz parte da série Melhores de 2017, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a lista de candidatos para ver quais jogos foram considerados para uma ou mais categorias, e o artigo Melhores de 2017 – Lista de categorias para saber quais são os “prêmios” em jogo.

No ano passado, Luta/Beat’em Up virou “subcategoria” aqui por falta de concorrentes que cheguei a jogar. Mas 2017 é outra história, e dessa vez temos jogos suficientes para encher a categoria e quase fazer “seleções” bronze, prata e ouro completas. Na verdade, o ano viu quase todas as maiores franquias de luta serem representadas, se você considerar as versões atualizadas dos últimos Street FighterGuilty Gear (embora não tenha chegado a experimentar nenhuma das duas, assim como Tekken 7). E por muito pouco não tivemos ainda mais, considerando que o próximo Dissidia sai no começo de 2018.

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Melhores de 2017: Horror

Este artigo faz parte da série Melhores de 2017, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a lista de candidatos para ver quais jogos foram considerados para uma ou mais categorias, e o artigo Melhores de 2017 – Lista de categorias para saber quais são os “prêmios” em jogo.

O horror em games anda em uma situação curiosa nos últimos anos. Tivemos uma “ressurreição” do gênero a partir de Amnesia e culminando em Alien: IsolationOutlast, todos seguindo uma fórmula mais ou menos semelhante de protagonista indefeso (ou quase) em 1ª pessoa, se escondendo em partes do cenário para escapar na hora certa. No meio disso tudo, uma batelada de indies tentava outras fórmulas, desde walking simulators de horror até experiências de multijogador assimétrico, que foram representadas em 2017 em casos como o de Friday The 13th (que não cheguei a jogar).

Protagista genérica de horror japonês

Mas desde o ano passado, temos visto mais momentos de horror em jogos de outros tipos e gêneros do que títulos dedicados de destaque. E não acho isso ruim, não: é como se a tensão, o medo e o terror tivessem virado algo que cabe em qualquer lugar, mais ou menos como algumas mecânicas light de RPG, que hoje aparecem em tudo quanto é tipo de jogo. E mesmo assim ainda tivemos alguns jogos memoráveis de puro horror em 2017… Ou seja, ganhamos o melhor dos dois mundos. Vamos aos representantes desses dois lados da mesma moeda:

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Melhores de 2017: Ação/Aventura

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Se em anos anteriores tivemos uma série de jogos em 2D que representavam o gênero ação/aventura de alguma forma, em 2017 a coisa foi bem diferente. Há uma exceção ou outra abaixo, além de jogos 3D com câmera isométrica ou que alternam entre 2D e 3D, mas no geral tivemos dezenas de jogos do gênero com uma cara mais “padrão”, no sentido de mundos em 3D com câmera livre, tiro, porrada, escalada, exploração, cutscenes, produção AAA (ou algo próximo) e assim por diante. Alguns podem até entrar em outras categorias, mas todos aqui têm um pezinho firme na ação/aventura.

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Melhores de 2017: “Subcategorias”

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Nunca se esqueçam: por mais que eu escreva aqui, ainda sou apenas um jogador comum que gasta mais tempo e dinheiro do que deveria com videogames, não um profissional que dedica 8 ou mais horas por dia ao hobby e recebe cópias gratuitas de alguns dos jogos para resenhar. Se nem essas pessoas conseguem “cobrir todas as bases” em termos de jogos importantes do ano, muito menos todos os gêneros, imaginem alguém que tem que trabalhar com outra coisa para sobreviver.

Assim, há gêneros “sub-representados” aqui em casa, dos quais joguei menos de 5 títulos “elegíveis” – o que não quer dizer que goste deles menos do que outros necessariamente, é apenas questão de circunstâncias jogando contra. Porém, em alguns anos esse tipo de resultado indica sim que gênero ou plataforma X ou Y não está em suas melhores épocas. Dois dos quatro abaixo são casos claros, mas uma coisa de cada vez…

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Melhores de 2017: honrarias diversas

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Os Melhores do Ano deste blog sempre foram meio “sérios”, reconhecendo a excelência em jogos através das categorias usuais em premiações do tipo. Quando estava pensando se não valia a pena acrescentar algo de novo este ano, pensei… e se reconhecesse também algumas coisas “menores”, porém marcantes, que não são exatamente cobertas pelas divisões tradicionais?

Alguns podcasts gringos fazem isso muito bem, e não tenho vergonha de copiar o que é bom. É a chance de apontar coisas como personagens bem escritos, momentos inesquecíveis dos jogos ou sonoras cagadas da indústria… Ou mesmo dos próprios gamers. Vamos a elas, então:

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Melhores de 2017: Lista de categorias

Ainda estou jogando algumas coisas, mas já dá para revelar a vocês as categorias dos Melhores de 2017 deste blog! A fórmula geral não mudou, mas talvez eu introduza alguma novidade nos artigos em si – ainda estou matutando, então aguardem janeiro para ver se rola. Para quem nunca acompanhou, os Melhores daqui incluem uma série de categorias por gênero de jogo, plataforma lançada e áreas de competência. No caso das de plataforma, as Exclusividades não são afetadas por lançamentos no PC, que por sua vez não tem categoria própria – Multiplataforma basicamente cobre a “master race”.

Como nos anos anteriores, as categorias com menos de cinco “concorrentes” são agrupadas em uma lista de “subcategorias”. Geralmente “sobra” para alguns gêneros específicos nessa hora, mas assim como em 2016, a de uma plataforma foi “rebaixada”: Exclusivo de Xbox. Se no ano passado a Nintendo foi a “vítima” por conta da seca pré-Switch – e em 2017 vimos muito bem o motivo – este ano a Microsoft parece ter se concentrado bem mais em lançar serviços e um novo modelo de console premium ao invés de exclusivos suficientes.

Nas categorias em si, uma “rodou” completamente por falta total de candidatos, Música/Ritmo, e incluí uma nova, Jogabilidade, para cobrir excelência em áreas como sistemas, mecânicas e design de mapas e áreas. Além disso, eu sou uma pessoa só e não consigo jogar tudo, então vocês podem sentir falta de jogos importantes; confiram a lista de todos os possíveis candidatos neste artigo. Mas vamos ao que interessa, as categorias:

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Melhores de 2017: lista de candidatos

Lista atualizada em 15/01/2017: Comecei South Park: The Fractured But Whole

Estamos quase na virada do ano e, embora ainda queira terminar alguns jogos antes de “cravar” categorias, já tenho aqui uma lista razoável daqueles que podem aparecer, sejam como candidatos sérios ou apenas menções rápidas. Vale lembrar também que algumas categorias não são elogiosas, como Decepção e Pior Jogo; portanto, não consultem a lista abaixo e assumam que considerei todos bons, necessariamente.

Como sempre, esses são os títulos que joguei pelo menos um tanto, o suficiente para ter uma ideia básica do que o jogo é. Aqueles que terminei (ou que não são “termináveis”, mas joguei bastante a ponto de achar que vi de tudo) estão marcados em azul. Os com [*] são remakesremasters, relançamentos e afins, elegíveis apenas na categoria correspondente e passíveis de serem mencionados em uma ou outra apropriada, como Melhor Exclusivo de [Plataforma X]. Além disso, a lista está sujeita a atualização a qualquer momento, porque nem todos os meus registros estão 100% atualizados.

Explicações feitas, vamos aos jogos:

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Danganronpa V3: o ápice da explosão de cabeças

São cerca de 3 da manhã quando começo a escrever esse artigo, após terminar Danganronpa V3: Killing Harmony em mais de 50 horas de jogo (sim, 50). Se você não sabe do que se trata esse tal de Danga-não-sei-o-quê, sugiro dar uma olhada antes na resenha que fiz aqui do primeiro jogo, Trigger Happy Havoc… Mas se estiver com preguiça, trata-se de uma visual novel da Spike Chunsoft (Zero Escape) com inspirações de Ace AttorneyPersonaBattle Royale (o livro/filme original, não o subgênero de tiro recém-popularizado por PUBGFortnite). Talvez o nome da série não lhe soe estranho, se for fã de anime: Danganronpa chegou a ganhar dois, incluindo uma sequência direta ao segundo jogo, o que explicaria o terceiro se chamar “V3” ao invés de simplesmente “3” (ou será que não?).

Não cheguei a comentar aqui no blog, e sim apenas meio de passagem em um podcast, mas terminei o segundo jogo, Goodbye Despair, no início deste ano. Embora seja um sucessor digno e tenha um final surpreendente, a mudança radical de cenário (um arquipélago tropical) e o elenco não tão carismático quanto o do primeiro jogo acabaram deixando a impressão de que a bizarra ideia geral da série, de estudantes especiais presos em um jogo de vida ou morte, de Esperança versus Desespero, não tinha tanto fôlego para sequências seguidas. Além do mais, a história terminava de uma forma bastante decisiva, com as pontas soltas restantes amarradas no tal anime, Danganronpa 3: The End of Hope’s Peak High School. Por isso tudo, acabei demorando um pouquinho para jogar de vez Killing Harmony, que saiu em setembro último.

E agora que finalmente joguei… Perdoem a falta de fé deste pobre mortal, Team Danganronpa, ó vocês que roubaram de Hideo Kojima a coroa de mestre das tramas de explodir cabeças e da quebra da quarta parede.

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Catherine ganhará um típico remake estilo Atlus

A Atlus é conhecida por, de tempos em tempos, desencavar suas gemas de anos anteriores e lançar novas versões, geralmente com conteúdo extra de história, refinamentos de jogabilidade e disponibilidade em uma plataforma diferente do original. E após alguns rumores, está confirmado: o próximo jogo a receber o tratamento “remake Atlus” será Catherine, aquele que este blog escolheu como o Melhor de 2011 mesmo em um ano bem concorrido – e até hoje meu jogo predileto da geração PS3/Xbox 360/Wii.

Catherine: Full Body chegará para PS4 e PS Vita (sim, Vita!) e terá não apenas novas cenas, como uma terceira Catherine (!?). Ainda não há data oficial nem informações sobre mudanças de jogabilidade ou brindes da versão de lançamento – todo remake da Atlus vem com algo bacana, nem que seja um CDzinho da trilha sonora – mas isso deve ser revelado em um streaming que acontecerá no próximo dia 22, às 08h30 (horário de Brasília), no link a seguir: http://live.nicovideo.jp/watch/lv309421922

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