Prequel de Until Dawn e outros jogos saem para PlayStation VR ainda em 2017

Quando fiz minha lista de 10 jogos mais aguardados entre os exibidos na E3, deixei The Inpatient de fora porque ainda precisava ver mais. Ontem a Sony “realizou” esse meu “desejo”, com um trailer de história e uma confirmação importante: sim, o jogo é uma prequel de Until Dawn, se passando no mesmo sanatório do jogo anterior da Supermassive Games para o PS4. E como se não bastasse, confirmaram o lançamento para o próximo dia 21 de novembro. Se eu já “estava dentro” antes, agora virou compra certa para o meu PlayStation VR:

Como “bônus”, a mesma Supermassive também anunciou a data final de Bravo Team, seu jogo de tiro com cobertura também para PlayStation VR: 5 de dezembro. O jogo aceitará o acessório Aim Controller lançado junto com Farpoint. Mas se você tem o capacete de realidade virtual da Sony, ainda não acabou: além desses dois títulos e outros menores anunciados na E3 2017, há ainda mais, e envolvendo nomes de peso como a DreamWorks – sim, o estúdio de cinema – e a CCP Games (Eve Online, Eve: Valkyrie).

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Beta de Destiny 2 no PC: desempenho campeão

Como vocês talvez saibam, ontem começou o beta aberto da versão PC de Destiny 2, disponível via Battle.net. Considerando a base de amigos que já tenho no PS4, acabei fazendo a pré-venda inicial em console mesmo, para garantir que terei com quem jogar. Mas lá no fundo da cabeça sempre ficava uma questão: “e se a versão de PC rodar a 60 frames estáveis aqui?”. Não precisava nem ser mais bonita, bastava apenas isso para me convencer a acabar comprando o jogo duas vezes e que se dane se vou ter que jogar com desconhecidos ou não.

E a julgar pelo beta, ferrou. Mas ferrou muito.

O beta no PC tem exatamente o mesmo conteúdo do beta anterior em consoles, até onde pude perceber: a missão inicial da história, dois modos competitivos (Crisol/Crucible) e um assalto (strike). Assim como no PS4, nem encostei nos competitivos, experimentando apenas a missão e o assalto com jogadores aleatórios. Tive a impressão de que a Bungie ouviu o feedback anterior e reduziu um pouco o tempo de recarga das habilidades e do “super”, mas de resto, a comparação a ser feita é técnica: gráficos, sistema de controle, rede e desempenho.

E vou dizer, não há comparação possível: a versão de PC está vários passos à frente.

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Quem desenhou indiezinhos voadores no meu Switch?

Amanhã, dia 30/08 às 14h, a Nintendo vai fazer uma exibição geral de “Nindies” (indies em plataformas Nintendo) programados para sair no Switch ainda este verão (do hemisfério norte, claro).

Provavelmente teremos datas finais para lançamentos próximos, como Runner 3Owlboy e Stardew Valley, além de anúncios de jogos novos. Quem anda acompanhando de perto sabe que uma série de produtoras independentes está voando com tudo no console, e mesmo antes da apresentação alguns nomes já foram confirmados, como Super Meat Boy, The End is NighMutant MuddsHover: Revolt of Gamers (uma espécie de sucessor espiritual de Jet Set Radio, recém-lançado no Steam).

Você pode assistir à transmissão no próprio site da Nintendo ou no YouTube:

Por que a Capcom está reticente com o Switch?

Essa pergunta já está rolando por aí há algum tempo – meses, até – mas depois de ler alguns comentários estranhos em páginas do Facebook dedicadas à Nintendo, achei que valia a pena finalmente abordar o assunto.

Para quem não anda acompanhando Switch de perto e/ou não notou a “tendência”, é o seguinte: várias editoras terceiras estão correndo atrás do sucesso do console, mas a Capcom em especial chama a atenção por um certo distanciamento. O único jogo dela até agora no aparelho mais recente da Nintendo é Ultra Street Fighter II: The Final Challengers, e a única nova confirmação por enquanto são os ports dos dois Resident Evil: Revelations, anunciados há algumas semanas. E morre aí, pelo menos no Ocidente.

Por outro lado, Monster Hunter XX, um port do jogo de 3DS no Japão, foi confirmado sem promessa de localização para o Ocidente;  Monster Hunter World não ganhará versão de Switch; Marvel vs. Capcom Infinite, idem; e se você estiver pensando em questões de capacidade ou potência do hardware, saiba que lançamentos digitais menores recentes, como Mega Man Legacy Collection 2Disney Afternoon Collection, não chegaram no Switch, mesmo caindo como uma luva.

O que será que está acontecendo?

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Vídeo: Monster Hunter (for the Western) World na Gamescom 2017

Eu tenho um caso de amor e ódio com Monster Hunter em geral. Antes de mais nada, reconheço a importância da série, que influenciou até mesmo Dark Souls (embora nem todo mundo tenha percebido isso), mas sempre acabei gostando mais de jogar clones dela do que os jogos originais. Os motivos para isso, entretanto, não são todos aqueles mais comuns que você ouve por aí.

Quando experimentei o segundo jogo no PSP, achei que o esquema de controle beirava o impraticável, e boa parte da culpa disso está no fato do console ter apenas uma alavanca e nenhum gatilho. Ou seja, ele sofria por estar em portátil. Só quando Monster Hunter Tri saiu no Wii, com um esquema de controle melhor para quem tinha um Classic Controller Pro, é que começou a cair a ficha que afasta muita gente: a série é muito exigente, tanto em termos de complexidade de sistemas quanto de tempo e dedicação. Monster Hunter é quase um segundo trabalho que você aceita, não apenas uma desculpa para caçar monstros de pixels, com ou sem amigos. Já a série ser “japonesa demais” é até algo menor em comparação, mas com certeza não ajuda o jogador ocidental médio.

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A máfia japonesa toma conta (até do PC!)

Quem gosta da série Yakuza já pode começar a fazer aquela tatuagem nova de dragão nas costas, porque a coisa vai esquentar ainda mais. Só em 2017, tivemos uma prequel que surpreendeu e começou a atrair novos fãs para a franquia, Yakuza 0, e na semana que vem sai o jogo que está sendo considerado “uma aula de como um remake deve ser”, Yakuza Kiwami, nova versão para o clássico original de PlayStation 2. Mas calma que tem mais… Muito mais.

Já sabíamos que o próximo grande capítulo da novelona mafiosa à japonesa, Yakuza 6: The Song of Life, chegará no dia 20 de março do ano que vem. Pois a Sega não se contentou e confirmou um vazamento recente de uma loja de Taiwan: sim, o segundo jogo da série vai ganhar remake também, Yakuza Kiwami 2. (E por mim, que refaçam todos os de PS3 na sequência: agora que peguei o vírus para valer, quero mais é assistir esse novelão inteiro na ordem.) Toma aí um trailer:

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Surpresa da Gamescom: Biomutant

Nesta semana está rolando na Alemanha a Gamescom, uma das maiores feiras de videogames do mundo junto com a E3 e a Tokyo Game Show. Nos últimos dias tivemos uma série de revelações de datas de lançamento (The Crew 2 em 16/03, por exemplo), demonstrações de gameplay mais detalhado de jogos prestes a sair (como Shadow of War) e até um jogo novo ou outro anunciado. O mundo dos games está se agitando, e vale a pena acompanhar.

Entre os poucos jogos novos anunciados está Biomutant, um projeto de RPG de ação em mundo aberto da Experiment 101, estúdio fundado por ex-integrantes da Avalanche (Just CauseMad Max). O que me chamou a atenção de imediato foi a quantidade de bizarrices no meio do que poderia ter sido uma fórmula bem padrão (quantos títulos AAA com os termos “mundo aberto”, “ação” e “RPG” nós não vemos hoje em dia?). Biomutant estrela uma espécie de Rocket Raccoon versão ninja-em-busca-da-paz-interior, tem uma narração que transita entre Bastion e torcedor de arquibancada, inclui uma série de poderes mutantes/psíquicos, e promete fazer das suas escolhas algo que realmente impacte o mundo – que, por sua vez, tem um certo ar de fábula oriental…

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Uma notícia e uma dica para o seu Nintendo Switch

Como vocês já sabem por uma série de artigos neste blog, estou adorando o Nintendo Switch, mesmo com alguns probleminhas menores aqui e ali. Mas nesses textos não constavam duas chateações que só apareceram com mais clareza um tempo depois.

Desligando a Internet

Primeiro, até hoje não consigo fazer a eShop canadense ou americana do Switch aceitar meu cartão de crédito diretamente, como já relatei aqui (o mesmíssimo cartão que o Wii U continua aceitando, aliás). Segundo, com a chegada de jogos como Mario Kart 8 DeluxeARMSSplatoon 2, passei a jogar mais online no console, e ficou evidente que às vezes a rede dá erro durante o matchmaking ou mesmo no meio de partidas, ainda que seja bem ocasionalmente.

Nos últimos dias, consegui “atacar” esses dois problemas com uma novidade da própria Nintendo e uma comprinha básica de acessório novo, ambos com diferentes resultados.

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Tirando selfies em Dead Street Rising Capcom Fighter 4

Para quem não estiver sabendo, algumas lojas por aí, como a Big Boy Games e a Zig Store, estão vendendo Dead Rising 4 (Xbox One) e os remasters dos anteriores por cerca de R$ 40 (mídia física!). Como ainda não tinha jogado o quarto e o preço no Steam não cai abaixo de R$ 100 nem em promoções pesadas, resolvi pegar e jogar ele no console da Microsoft mesmo. E até agora tem sido aquela experiência de Dead Rising de sempre, com talvez uma ou duas ressalvas.

A primeira é que dessa vez descartaram mesmo tudo que envolvia tempo limitado em missões. O processo de “desamarrar” a franquia daqueles prazos para cumprir tarefas principais e secundárias já vem ocorrendo desde o segundo jogo, passando por Off The Record e finalmente chegando ao terceiro, em que apenas missões secundárias expiram – e mesmo assim com durações extremamente generosas, ao ponto em que você só não completa todas na primeira jogada se realmente não quiser. O quarto nem isso tem. Adeus qualquer tipo de barra de duração no HUD. Se esse era o seu problema com Dead Rising, chegou a sua hora.

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