VÍDEO – Os Trapalhões na Terra das Alma Preta, pt. 2: Didi Contra o Rato Grunge

Didi Mocó tenta posar de cool citando Nirvana e causa a ira de um inusitado fã de grunge em Dark Souls…

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Ah, e assista à minha primeira transmissão (quase) completa de Dark Souls no canal Re: Games no YouTube, ou aguarde mais vídeos da série Os Trapalhões na Terra das Alma Preta!

Siga o canal do Re: Games no Twitch.tv para acompanhar mais aventuras dos Trapalhões na Terra das Alma Preta!

 

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VÍDEO – Os Trapalhões na Terra das Alma Preta 1: Dança, Didi

Isolando os “Melhores” Momentos da jogatina bêbada de Dark Souls no PC, Fabio Sooner descobre o que acontece quando o Didi Mocó resolve fazer dancinha da vitória antes da hora…

(Para quem não entendeu a cantoria “é bom matar meliantes”, crédito a quem merece)

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Keep calm and visit Re: Games

Botão Share no Dualshock 4A Sony anunciou hoje que a próxima atualização do Playstation 4 trará ainda mais recursos de compartilhamento de vídeo, incluindo um editor, a possibilidade de gravar vídeos mais longos, exportação de vídeos e screenshots para pen drives e “outros recursos que animarão a comunidade”. Se o editor permitir reunir trechos de vídeos diferentes e gravar voz por cima, como no aplicativo de edição do Xbox One, é capaz de em breve pôr em circulação algo que já queria fazer há muito tempo: um registro semanal ou quinzenal de notícias comentadas, usando trechos de vídeos sobre os assuntos cobertos. Isso sem contar que será bem mais fácil gravar vídeos para o canal no YouTube, sem precisar ficar falando sozinho no headset enquanto jogo, na esperança que algo legal aconteça: quando acontecer, basta parar o jogo, usar o Share, editar o vídeo e gravar comentários por cima.

Agora, eu imagino que alguns de vocês tenham medo deste blog virar apenas um republicador de vídeos e deixar para trás as resenhas e textos. De fato, com esses recursos, gravar vídeos ficou mais fácil até do que gravar podcast. Mas esses últimos dias de compartilhamento de vídeos me mostraram uma coisa: mesmo com toda a facilidade, ainda sinto falta de produzir uma boa resenha em texto. E como o ano de 2014 começou bem, com bons jogos em diversas plataformas, podem apostar que ainda teremos outras resenhas aqui. A maior prova é a de Broken Age - que poderia muito bem ter feito em vídeo, já que o jogo é de PC e tenho saves em diversos trechos do Ato I, mas preferi fazer em texto porque o jogo merece isso. Outros jogos do final do ano passado e do início deste ano estão na fila, e aí vai uma passada rápida naqueles que podem ser cobertos por uma resenha em texto, em vídeo ou um comentário em podcast:

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VÍDEO: The Elder Scrolls Online (PC) – beta 16/04/2014 (com comentários)

Testando o The Elder Scrolls Online no mês antes do lançamento, com chave do beta disponibilizada no Raptr. É uma espécie de Skyrim adaptado para MMO, ou seja, com algumas mecânicas simplificadas e a possibilidade de atuar junto com uma galera.

O curioso é que a disposição de quests e narrativa está bem apropriada, mais até do que em Skyrim – é como se Skyrim fosse o MMO single-player, e não o The Elder Scrolls Online que seja um MMO de Skyrim. Isto é, a estrutura das quests faz mais sentido em The Elder Scrolls Online do que no próprio Skyrim.

Ah, e me desculpem pela tela “cortada” – ainda estou aprendendo a usar o programa de transmissão. Estava jogando em 1680 x 1050 (resolução nativa do meu PC) e transmitindo em 1360 x 768 (a resolução nativa da minha TV) e isso acabou reduzindo a área coberta da janela. Já acertei isso para futuras transmissões, com captura da janela inteira (1680 x 1050) com downscale posterior, para não deixar a transmissão muito lenta.

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VÍDEOS: Momentos divertidos em Fifa 14 (PS4)

Para quem tem preguiça de acessar o canal Re: Games no YouTube, eis uma rápida seleção de vídeos curtos de Fifa 14 no PS4 – isto é, com a engine next-gen Ignite da EA Sports, usada  apenas nas versões de PS4 e Xbox One.

Começamos com uma demonstração da torcida visitante quando seu time faz um gol. Notem a diferença de reação para a torcida da casa, e como agora não se trata mais de um monte de bonequinhos parecidos agindo igual:

Depois, outro exemplo de reação realista da torcida, desta vez com uma bola na trave. Percebam no replay alguns dos torcedores se levantando ao fundo, na expectativa da bola entrar. De novo, as reações não são exatamente iguais – torcedores diferentes se movem de forma diferente.

Agora passando à diversão pura, um golzinho de cobertura para vocês, só pela onda:

E para fechar com chave de ouro, olhem só a reação do jogador do Cruzeiro após a derrota na final da Copa do Brasil: MORRE DIABO!

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Rewind – Broken Age, Act I (PC)

Rewind - Análises

Análise

Rewind é a nova seção de resenhas do blog Re: Games, escritas da forma mais direta possível e após terminar um jogo (ou pelo menos jogá-lo por tempo suficiente, caso não tenha um “fim” claro). Não é sempre que termino um jogo, então vale a oportunidade de publicar uma análise…

Broken Age (PC)

A era nas quebrada

Para quem tem memória curta ou não acompanha tanto assim o mercado de jogos, Broken Age é aquele adventure estilo clássico (de apontar e clicar em cenário 2D) que a Double Fine jogou no Kickstarter para tentar arrecadar 400 mil dólares e acabou rendendo mais de 3,3 MILHÕES. No início, eu não cheguei a participar desse zeitgeist por dois motivos. Primeiro, ainda não sei o que pensar sobre crowdfunding: nada contra a prática, mas é meio estranho dispersar a atribuição de investidores em uma espécie de pré-venda ultra-antecipada. Segundo, ao contrário do que alguns alegam, não estamos com nenhuma “seca” de adventures, muito pelo contrário: temos uma enxurrada de indies no gênero, estúdios inteiros quase totalmente dedicados a ele e casos como o da Telltale, levando Jogo do Ano e tudo mais. Mas a Double Fine acabou aceitando novos backers posteriormente via Paypal/site do estúdio, e aí resolvi pagar para ver. Após finalmente jogar o primeiro Ato, lançado no final de janeiro, só posso comemorar – não apenas por ter pago dois Atos pelo preço antecipado de um, mas porque dá orgulho de saber que você contribuiu de alguma forma, ainda que menor, para que um jogo como esse tenha existido.

Pena que é muito, muito difícil falar sobre Broken Age sem entrar em detalhes da trama. Não é de se espantar: com raríssimas exceções, os adventures sempre se sustentaram mais por senso estético e narrativa fortes do que pelos quebra-cabeças, que muitas vezes caem no puro nonsense ou no malfadado pixel hunting (“caçada de pixels”, ou situações que pedem ao jogador que encontre uma área clicável mínima na tela, em vez de exigir raciocínio lógico). A maioria dos adventures atuais reconhece isso e simplesmente faz quebra-cabeças simples, do tipo que até sua avó sacaria, ou praticamente abre mão de incluí-los em nome de outras mecânicas, como rastrear suas escolhas de ação e diálogo para direcionar a história. Broken Age é quase da estirpe “sua avó”, e como não há muito o que falar sobre os quebra-cabeças dele, o jeito é esmiuçar as mecânicas e tentar evocar o clima geral do jogo, sem spoilers.

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VÍDEO: Call of Duty Ghosts (PS4) – Falhando miseravelmente…

…mas ruleando na contagem de corpos no modo Squads – Safeguard!

Safeguard é o “modo Horda” de Call of Duty: Ghosts. Nesta partida, não passamos da “onda” 7 (total de 20 no Safeguard normal, 40 no Expert). Já consegui terminar o Safeguard Normal algumas vezes, mas isso depende muito da inteligência dos jogadores envolvidos. Cansei de ver nego em nível 40-50 ir muito mal no Safeguard por estar jogando este modo pela primeira vez.

Como eu praticamente só jogo Safeguard (o que deu pontos suficientes para ter um loadout bem mais razoável na hora de encarar o mata-mata padrão), não foi à toa que matei quase o dobro de inimigos do 2º colocado, mesmo estando no nível 18 apenas.

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VÍDEO: Need For Speed Rivals (PS4) – Ser corredor é tenso (com comentários)

Começando a carreira de corredor no último Need For Speed. A coisa é tensa, já que você precisa cumprir objetivos e voltar ao Hideout (Esconderijo) antes de ser preso/detonado pela polícia, ou você perde todos os pontos acumulados enquanto dirigia.

Nesse vídeo, eu comento a 1ª corrida que consegui vencer e a fuga para o esconderijo, com direito a banho de mar, vitória nos últimos metros, ré no penhasco antes de cair pela 3ª vez e mais de 100.000 SP (SpeedPoints).

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Dead Nation (PS4): Transmissão INTERATIVA no canal Re: Games

Tela de Dead Nation (PS3/PS4)

TV interativa é coisa do passado

Dead Nation é um jogo de apocalipse zumbi visto de cima com mecânicas estilo dual-stick shooter, originalmente lançado para PS3, que acaba de ganhar uma versão Apocalypse Edition no PS4, com direito a todos os DLCs e tudo mais. Não era um dos melhores jogos do mundo, mas era divertido, especialmente em co-op. Mas a versão inédita traz algo fora do comum: poder jogar com interatividade via transmissão no Twitch.tv.

Se entendi direito, em pontos do jogo, os espectadores poderão escolher entre uma opção #A ou #B digitando esses exatos comandos, e a opção será aplicada no jogo de quem estiver transmitindo. Há opções para remover habilidades, conjurar ondas de zumbis específicos e alterar a dificuldade do jogo, entre outras. Além disso, os espectadores aparecem no jogo como zumbis nomeados.

Quem estiver curioso quanto a isso e ainda não estiver seguindo o canal Re: Games no Twitch, faça-o agora: a partir de hoje, começo a transmitir Dead Nation com Broadcast+ – isto é, você pode interferir no meu jogo e/ou ver sua versão zumbi levar bala na fuça! Como o canal é novo e tem poucos seguidores ainda, seu voto terá um grande peso ;) Geralmente começo a jogar entre 23h e meia-noite durante a semana, então se programe! Seguindo o canal, você será avisado avisado por email quando a transmissão começar. Você também pode me seguir no Twitter e clicar no link postado quando começar a brincadeira. Aguardo todos os leitores por lá!

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Re: Games finalmente aderindo à era dos vídeos

Demorou, mas finalmente este blog tem seus “braços” em forma de vídeo, graças ao Playstation 4. Nada complexo: apenas um canal de transmissão ao vivo do console (e que, futuramente, pode ser usado também para transmissões via PC) e outro para trechos de gameplay capturados e compartilhados via botão Share.

Canal Re: Games no Twitch

Ao vivo, quando der na telha

O canal de transmissões fica no Twitch.tv e não tem horário fixo nem nada, então sugiro fortemente que se inscrevam nele para receber avisos por email assim que uma transmissão for iniciada. Embora o Twitch arquive automaticamente cada transmissão “normal” por sete dias, esse recurso não está ativado para transmissões feitas a partir do PS4; portanto, para quem está acostumado a usar o serviço, por enquanto é assistir ao vivo ou nada. Segundo o Twitch, o recurso precisa ser ativado pela Sony e estará disponível “em breve”. Vamos aguardar.

Canal Re: Games no YouTube

Salvo, para ver quando quiser

Já o canal de vídeos fica no YouTube. Vale avisar que por enquanto o PS4 envia vídeos apenas para o Facebook, e portanto preciso fazer um processo manual de baixar o vídeo (via Facebook Video Downloader Online) e só então “upar” para o YouTube. Isso em tese me permite fazer edições, mas não contem com isso, pelo menos nessa fase inicial. É possível que o próprio PS4 permita enviar direto para o YouTube no futuro, mas aí é que não haverá edição nenhuma mesmo, a não ser que a Sony lance um aplicativo de edição de vídeo na PSN Store (o que é provável, considerando que o Xbone tem um, o Upload Studio – aliás, traduzido por esse autor que vos escreve).

E se por algum motivo você for deixar para se inscrever nestes canais depois, não se desespere: as imagens acima com links apropriados estão agora no menu do lado esquerdo. É só clicar, assinar e rir da minha falta de habilidade jogando. Boa diversão!

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Tilt: O PS4 e as dores do “early adopter”

Quem prestou atenção nos dois primeiros parágrafos do artigo com os 10 melhores jogos de 2013 segundo este blog já tinha sacado, mas aí vai… Sim, eu comprei o Playstation 4. Uma daquelas velhas combinações de fatores ocorreu: o preço baixou muito no “mercado cinza”, recebi uma bolada pela tradução de dois jogos AAA… E como amigos receberam o aparelho recentemente sem problema algum, achei que já podia “resolver” esse “problema” desde já, em vez de esperar março, quando saem os dois principais jogos que queria experimentar, inFAMOUS: Second SonMetal Gear Solid V: Ground Zeroes (jogo do Kojima tem que ser no melhor hardware, né?). Poder jogar ResogunKillzone: Shadow Fall também não faria mal nenhum, assim como partir para as versões “upgrade” de Battlefield 4Call of Duty: Ghosts, que já tinha garantido na PSN… Mas infelizmente as coisas não são tão simples.

Playstation 4 - Hardware

O sonho de consumo da nova geração

Até então, o mais próximo que tinha chegado de ser um “early adopter” (pessoa que compra um aparelho logo após o lançamento) tinha sido com o Wii U – e isso foi seis meses após o lançamento, o que dificilmente me qualifica como “early” qualquer coisa. Ser um “early adopter” invariavelmente significa tornar-se o cara ou mina que todo mundo procura para tirar dúvidas sobre o aparelho, mas também ser aquele usuário que mais sofre com bugs, recursos básicos ainda não implantados e, se der azar suficiente, acabar vendo uma versão muito melhorada do aparelho sair logo depois (e por um preço menor, até). O máximo que cheguei de sentir isso na pele foi jogar e usar o Wii U por duas a três horas com o sistema ainda na versão 1.0, lenta e sem recursos cruciais, como a eShop e o Miiverse. Ao arriscar o Playstation 4 de cara, esperava lidar apenas com situações semelhantes. Não foi o caso, porém.

Como os problemas que estou tendo são muito peculiares – mesmo no fórum de suporte da Sony e em outros sites de games, só encontrei mais um usuário na mesma situação – vamos tirá-los do caminho antes de avaliar hardware, software e jogos:

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Melhores de 2013: Jogo do Ano

Melhores de 2013 Re: GamesEste artigo faz parte da série Melhores de 2013, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Este ano, o blog volta a dividir os jogos em categorias, por pura falta de tempo de fazer resenhas para uma grande quantidade de jogos. Consulte a página Melhores de 2013 – Lista de categorias para ver as outras categorias já publicadas e o artigo Teaser: Melhores do ano? Toma 50 para começar para considerações gerais e uma pré-lista com 50 jogos de 2013.

E após alguns dias de hiato para resolver coisas e acertar mais jogatina – fiquem de olho no blog, tem console novo na área – é hora de finalmente chegar à categoria que mais importa: Jogo do Ano. E com direito a um Top 10 formal, na ordem, dessa vez. Achei que a quantidade de bons jogos de 2013 fez por merecer algo assim.

Capa de Tomb Raider (PC/PS3/X360)Antes de começar, eis uma lista de 10 jogos que quase entraram – efetivamente aqueles que ficaram nas posições 11 e 20. Parte deles poderia “subir” se já os tivesse terminado, enquanto outros apenas não conseguiram igualar o Top 10. Em ordem crescente mais ou menos “fechada”, eles são: Dragon’s Crown (PS3/Vita)Ni no Kuni: Wrath of the White Witch (PS3), Metal Gear Rising: Revengeance (PC/PS3/X360)Brothers: A Tale of Two Sons (PC/PSN [PS3]/XBLA)Saints Row IV (PC/PS3/X360), Bioshock Infinite (PC/PS3/X360), The Stanley Parable (PC), Assassin’s Creed IV: Black Flag (PC/PS3/PS4/WiiU/X360/X1), Fire Emblem: Awakening (3DS) e Tomb Raider (PC/PS3/PS4/X360/X1). Vale lembrar que no início dessa votação, ainda não tinha começado a jogar The Legend of Zelda: A Link Between Worlds (3DS) e Killzone: Shadow Fall (PS4). Só pra constar. ;-)

E aí, já terminou de me xingar por ter deixado jogaços como BioshockFire Emblem, Assassin’s Creed IV e Tomb Raider de fora? Então siga adiante e veja quais foram meus 10 jogos prediletos de 2013 (pelo menos entre os que joguei ainda em 2013…).

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Melhores de 2013: Votação dos Leitores

Melhores de 2013 Re: GamesEste artigo faz parte da série Melhores de 2013, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Este ano, o blog volta a dividir os jogos em categorias, por pura falta de tempo de fazer resenhas para uma grande quantidade de jogos. Consulte a página Melhores de 2013 – Lista de categorias para ver as outras categorias já publicadas e o artigo Teaser: Melhores do ano? Toma 50 para começar para considerações gerais e uma pré-lista com 50 jogos de 2013.

Antes de revelar o jogo do ano do autor deste blog, é hora de divulgar os resultados da votação dos leitores. Eles votaram nos seus 5 jogos prediletos de 2013, sem ordem, e a porcentagem de votos de cada jogo foi multiplicada por 5 para chegar a um resultado que reflete quantos leitores mencionaram daquele título. A ideia é premiar os jogos mais lembrados, já que isso contrabalança um pouco as preferências pessoais por gênero e tipo de jogabilidade. Foram 35 jogos lembrados no total – ou seja, que receberam pelo menos um voto - e vou listar todos aqui. Sem mais delongas, vamos a eles!

Entre os jogos que receberam pelo menos um voto e foram lembrados por até 5% dos leitores do blog, tivemos Tearaway (Vita), The Swapper (PC), Shin Megami Tensei IV (3DS), Saints Row IV (PC/PS3/X360), Rogue Legacy (PC), Phoenix Wright: Ace Attorney – Dual Destinies (eShop [3DS]), Outlast (PC/PS4), Metro: Last Light (PC/PS3/X360), Mario & Luigi: Dream Team (3DS), Killer Instinct (X1), Far Cry 3: Blood Dragon (PC/PSN [PS3]/XBLA), Battlefield 4 (PC/PS3/PS4/X360/X1) e Antichamber (PC). Esses jogos ocuparam as posições 23 a 35 na lista final.

No “segundo escalão” dos jogos que foram lembrados por até 10% dos leitores, tivemos Remember Me (PC/PS3/X360), Rayman Legends (PC/PS3/PS4/Vita/WiiU/X360/X1), Pokémon X & Y (3DS), Ni no Kuni: Wrath of the White Witch (PS3), Injustice: Gods Among Us (And/iOS/PC/PS3/PS4/Vita/WiiU/X360), Gone Home (PC), Call of Juarez: Gunslinger (PC/PSN [PS3]/XBLA), Brothers: A Tale of Two Sons (PC/PSN [PS3]/XBLA) e Beyond: Two Souls (PS3). Esses jogos ocuparam as posições 14 a 22 na lista final.

Já no “primeiro escalão”, tivemos 13 jogos lembrados por mais de 10% dos leitores, com direito a empates na 10ª e na 7ª posição. E na ordem, eles são…

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“Melhores” de 2013: Pior Jogo

Melhores de 2013 Re: GamesEste artigo faz parte da série Melhores de 2013, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Este ano, o blog volta a dividir os jogos em categorias, por pura falta de tempo de fazer resenhas para uma grande quantidade de jogos. Consulte a página Melhores de 2013 – Lista de categorias para ver as outras categorias já publicadas e o artigo Teaser: Melhores do ano? Toma 50 para começar para considerações gerais e uma pré-lista com 50 jogos de 2013.

Escolher o pior jogo de um ano pode ser “fácil” quando você é pago para jogar de tudo, ou seja, quando é um crítico profissional. Além da escolha de cada jogo a resenhar não ter sido totalmente sua, a obrigação de seguir jogando em um prazo apertado pode incomodar até durante os bons títulos – imagine se você notar que uma bomba veio parar na sua mão… Já para um mero amador em um blog, não dá para ser muito objetivo em uma categoria como essa. Como consumidor comum, é natural ser seletivo para evitar as bombas, e mesmo quando uma cai no colo, é difícil não tentar encontrar coisas boas nela para justificar o dinheiro gasto. Não à toa, só consegui “indicar” quatro jogos abaixo… E isso não quer dizer que 2013 foi um ano com pouco lixo, e sim que minha capacidade de driblar as bombas tem melhorado a cada ano – basta ver os jogos na lista “não joguei” no final, quase todos premiados como Pior Jogo em algum veículo de comunicação por aí. 

Um desses poucos que “me enganaram” foi Rise of the Triad (PC): sempre gostei do estilo de shooter em 1ª pessoa dos anos 90, com dezenas de horas de QuakeDoomUnreal Tournament na bagagem, mas é preciso reconhecer que nem tudo que faziam era a melhor solução para jogos desse tipo. Rise of the Triad é o que acontece quando você acha que uma história tosca, humor barato, itens espalhados de qualquer maneira e controles hipersensíveis são “parte integral” da experiência nesses shooters, em vez de mapas intrincados e não-lineares, armas bastante diferentes entre si e desafio constante. Ainda por cima, o jogo tem péssimo suporte a controle – e a nostalgia não é desculpa para isso, como Serious SamShadow Warrior e até o medíocre Hard Reset cansaram de provar.

Tela do combate de State of Decay (PC/XBLA [X360])

Não, não é Dead Rising – é bem pior

State of Decay (PC/XBLA [X360]) é um caso a lamentar, especialmente porque prometia boas coisas – cheguei a comprá-lo em promoção no Steam mesmo após uma experiência ruim com a demo no Xbox, por pura recusa em acreditar que o jogo não fosse melhor. Quem não quer um jogo de zumbi (tá, eu sei já temos tantos, mas continue lendo) com mundo aberto em que o importante mesmo seja o acúmulo de suprimentos e a relação entre os sobreviventes? Algo assim como um Dead Rising mais sério, um DayZ que possa ser jogado solo e sem FDPs te caçando a cada canto, um Minecraft com cenário mais realista/agradável aos olhos? Pena que o resultado final seja uma maçaroca de mecânicas mal explicadas, sistemas que não se complementam e a sensação de que, no final das contas, você só está jogando um título de esmagamento de zumbis com combate ainda pior do que no primeiro Dead Rising... E ainda por cima cheio de bugs (até hoje!) e com animações toscas.

Já Cloudberry Kingdom (PC/PSN [PS3/Vita]/eShop [Wii U]/XBLA [X360]) foi o caso de “quando não se espera muito, daí é que não vem nada mesmo”, tanto que só resolvi arriscar nele quando caiu para uns US$ 3 na PSN (e mesmo assim, deveria ter desconfiado da promoção em menos de um mês após o lançamento). Meu interesse era ver se o jogo sequer funcionava, já que se trata de um gerador aleatório de fases de plataforma com diversos sliders de ajuste, incluindo desde dificuldade até a física dos pulos. E de fato, ele funciona… O que até pode ser um feito técnico, mas não apaga o fato de que o jogo ficou completamente sem personalidade. Jogá-lo no mesmo período que Rayman LegendsSuper Mario 3D World foi uma revelação (nada favorável a ele): é extremamente chato passar por minifases de alguns segundos com padrões de plataformas, inimigos e obstáculos absolutamente genéricos, quando se pode encarar fases muito mais longas e meticulosamente projetadas por mãos humanas não só para te desafiar, como também para te fazer sorrir. Foram US$ 3 gastos em uma lição de como não fazer jogos do gênero. Já fiz gastos piores.

Mas o jogo que me irritou mesmo vai além dos enganos de design, da quantidade de bugs e da falta de personalidade – ele tem tudo isso e pretensão intelectualóide como cereja do bolo. E esse jogo é…

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Melhores de 2013: Inovação

Melhores de 2013 Re: GamesEste artigo faz parte da série Melhores de 2013, com os games lançados este ano que este humilde blog considera que devem ser jogados por quem puder. Este ano, o blog volta a dividir os jogos em categorias, por pura falta de tempo de fazer resenhas para uma grande quantidade de jogos. Consulte a página Melhores de 2013 – Lista de categorias para ver as outras categorias já publicadas e o artigo Teaser: Melhores do ano? Toma 50 para começar para considerações gerais e uma pré-lista com 50 jogos de 2013.

Inovação é algo difícil de se medir, e às vezes complicado de se louvar. O que parece novo pode apenas ser algo que você não tinha experimentado ainda, e com certa frequência, a tentativa de inovar pode soar forçada ou acabar comprometendo mecânicas e conceitos que sempre funcionaram bem em um determinado gênero de jogo. Achar um ponto de equilíbrio – ou melhor ainda, chegar à inovação naturalmente ao tentar melhorar o design do que já existe – é algo que poucos jogos realmente conseguem fazer; deixar o resultado final todo redondinho, então, não se vê todo ano. 2013 não foi diferente: a maioria dos jogos que tentaram inovar, incluindo muitos da lista abaixo, pecou em um ponto ou outro no processo. O “fio de corte” aqui foi o saldo positivo; os “indicados” ainda são plenamente jogáveis e divertidos, além de bastante inusitados. 

Foul Play (PC/XBLA [X360]), porém, é um caso à parte: o que atrapalha um pouco o jogo é o que ele tem de convencional. Suas inovações, como substituir a barra de vida por um medidor de performance e incentivar combos os mais longos possíveis para agradar a platéia, foram muito bem implementadas, mas o jogo acaba sendo um pouco repetitivo, como todo beat’em up. Já Metal Gear Rising: Revengeance (PC/PS3/X360) se diferenciou bastante de outros jogos de ação “técnicos” graças à mecânica zandatsu (corte tudo em câmera lenta), à forma principal de recuperação de energia (remova núcleos dos adversários expostos com zandatsu) e à ênfase em aparar golpes como defesa (nada de bloqueio ou esquiva)… Mas a implementação não foi 100% funcional, em grande parte graças à câmeraThe Stanley Parable (PC) tem a jogabilidade mais simples do mundo – você apenas anda, se abaixa e aperta um botão para interagir – mas é absurdamente inusitado em conceito e estrutura narrativa, com direito a coisas que só acontecem se você reiniciar o jogo no meio a partir do menu, por exemplo. Divekick (PC/PSN [PS3/Vita]) também parece ter jogabilidade simples – são só dois botões, “dive” e “kick” – mas acaba apresentando várias possibilidades, e inova ao reduzir o jogo de luta tradicional à sua essência maior: a capacidade de “ler” o adversário e reagir de acordo. Tearaway (Vita) apresentou um inusitado e cativante mundo de papel em que você, o jogador, é uma espécie de Deus, interagindo diretamente com o mundo via touchpads e câmeras do Vita… Mas para não complicar demais nem “quebrar” a ilusão, a Media Molecule entregou um jogo meio banal em termos de jogabilidade básica e puzzles.

Tela de Divekick (PC/PSN [PS3/Vita])

Em Divekick, Sensei dá voadora até com as mãos

A coisa melhora com DmC – Devil May Cry (PC/PS3/X360), um exemplo de como chegar ao próximo patamar evolutivo de um gênero refinando o que já existe. Além da absurda criatividade visual do jogo, o sistema de controle e troca de armas/habilidades deveria servir de inspiração para todo título de ação a partir de agora, e DmC não perdeu nada em funcionalidade por causa disso – pelo contrário, só ganhou. Guacamelee! (PC/PSN [PS3/Vita]) é um caso semelhante. Os fundamentos do subgênero “Metroidvania” estão lá, mas o jogo inovou principalmente na temática e nos golpes de lucha libre com função tripla: enriquecer o combate, “abrir” partes do mapa e permitir desafios de plataforma diferentes do padrão, ainda mais quando combinados com a mecânica de troca de dimensões. Rayman Legends (PC/PS3/PS4/Vita/WiiU/X360/X1) poderia ser apenas mais Rayman Origins que todo mundo ficaria feliz… Mas entre as fases autorunner de interação com o cenário via tela de toque e giroscópio, o minigame Kung Foot e as fases musicais, o novo jogo do mascote da Ubisoft foi longe. Nessa mesma linha, há Super Mario 3D World (Wii U): bastava ser um pouco mais desafiador que Super Mario 3D Land que estaria tudo bem, mas a roupa de gato, o power-up de clonagem do Mario, a interação via GamePad, as fases com dinâmicas distintas (como as do Captain Toad, que sequer pula) e a integração do Miiverse e de “fantasmas” de outros jogadores abalaram uma familiaridade de anos com o bigodudo da Nintendo.

O jogo que leva esta categoria, entretanto, chega a dar um nó na cabeça no início, de tão diferente que é… Mas quando você se acostuma, percebe que se trata de um dos jogos de ação mais exigentes, em termos de técnica e habilidade, já feitos nos últimos anos. E esse jogo é…

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