Melhores de 2016: Multijogador

melhores2016Este artigo faz parte da série Melhores de 2016, com os games lançados este ano que este blog considera que devem ser jogados por quem puder. Consulte a página Melhores de 2016 – Lista de categorias para ver as categorias do ano e o artigo Segurem essa lista de 2016 para ver quais jogos são candidatos a todas as categorias.

Continuando a corrida para terminar os Melhores de 2016, é a vez do multijogador. Vocês sabem quem ganhou, né? Inclusive, o vencedor afetou um tanto o número de candidatos aqui, por sua completa onipresença naquela horinha em que bate a vontade de jogar falando (e fazendo) besteira com os amigos ou de encarar uma disputa online (às vezes não tão) sadia contra pessoas de verdade. Sem muito mais delongas…

========== 2016 ==========

Sempre vale destacar a forma única como a série Dark Souls trata seu multijogador, e o III não ficou atrás – inclusive nas zoeiras de sempre que só a comunidade desta franquia proporciona. Também foi bonito ver Forza Horizon 3 incorporar ainda mais opções de co-op e competição online, inclusive estimulando o jogador a experimentá-las com os Forzathons. E embora Uncharted 4: A Thief’s End tenha muito mais destaque como jogo solo e linear, o multijogador dele é mais do que interessante, inclusive pelas novas possibilidades de movimentação com o gancho e a corda.

Vale lembrar também que o campo da realidade virtual teve suas surpreendentes tentativas de incorporar multijogador, seja na forma “tradicional” de competição ou em interações com avatares virtuais de outras pessoas. Só que pessoalmente não me engajei nisso, com exceção de duas partidinhas em Eagle Flight; não peguei Drive Club VR ou EVE Valkyrie para conferir/comparar, e nem joguei RIGS: Mechanized Combat League online ainda, embora esse tenha muito potencial.

Entrando nos jogos de tiro mais tradicionalmente voltados a multijogador online, Battlefield 1Titanfall 2 agradaram bastante – o primeiro pelo novo cenário e equipamentos/veículos menos “confiáveis” da 1ª Guerra, o segundo por sacramentar seu domínio no campo do combate futurista e acelerado. Já a expansão Rise of Iron de Destiny deu um último gás aos fãs, com direito a uma raid candidata a melhor do jogo.

E, é claro, não poderia deixar de citar Battleborn, o segundo título que mais joguei online em 2016 – e continuei em 2017, com a chegada de um super patch de conteúdo novo em janeiro. Muito se falou sobre como o jogo saiu na hora mais errada, sua queda brusca de jogadores no período inicial e a (possível?) futura conversão para free-to-play… Mas no final das contas, estamos chegando a quase um ano do lançamento e nada disso aconteceu. Pelo contrário, as atualizações e promoções acabaram expandindo de novo a base. No PS4 tem sido bem rápido “fechar time” para o cooperativo, e no PC você ainda consegue achar jogadores se mudar o servidor para os EUA.

Inclusive ele tem uma vantagem sobre o vencedor, que é a campanha “tradicional” com co-op de até 5 pessoas… Mas em todo o resto não há como comparar.

Overwatch (PC/PS4/Xbox One)

O jogo de tiro online da Blizzard já levou aqui as categorias Tiro, Multiplataforma e Surpresa do Ano. Praticamente tudo sobre como ele vira as expectativas de um jogo competitivo online de cabeça para baixo já foi coberto no primeiro artigo, e os outros dois explanam o que tornou Overwatch tão impactante em 2016. Para os fins desta categoria, falta apenas explicar como ele deixa jogar com amigos algo tão divertido.

matchmaking funciona bem no geral, claro, mas não é só isso. Uma das imensas vantagens do jogo é ter personagens cartunescos e muito carismáticos, facilitando a identificação de cada jogador do seu grupo com alguns deles – algo bem mais poderoso para formar laços de camaradagem, mesmo com gente que você acabou de conhecer, do que escolher classes de soldados meio genéricos.

Outra é que, embora a cooperação seja necessária, o jogo coloca ainda mais ênfase na composição da equipe, diminuindo um tanto aquelas situações em que o grupo se sente incomodado por um amigo não estar indo muito bem; é relativamente mais tranquilo o resto do grupo “compensar” isso do que em outros jogos. E mesmo quando não conseguir, basta sugerir que o amiguinho troque de personagem, ao invés de ficar reclamando do seu desempenho. Embora discussões entre grupos ainda aconteçam, especialmente em matchmaking com aleatórios na versão PC e/ou no modo Competitivo (Ranqueado), elas são relativamente raras em grupos fechados com amigos, graças à forma como o jogo foi pensado.

Ao longo do ano, o jogo também foi ganhando outros modos que incentivavam ainda mais a cooperação, especialmente o mapa estilo Horda (contra ondas de bots) do evento de Halloween, entre outras ideias mais engraçadas. Mesmo quando você cansa de um modo, sempre há outro mais light ou mais “sério” para suprir aquilo que você está mais a fim de fazer naquele momento. O sucesso estrondoso do jogo também ajuda demais, já que não faltam jogadores em qualquer modo que você escolha, nem que tenha que esperar um pouquinho para juntar 6×6. Por tudo isso, e pelo jogo que ele é, Overwatch não poderia deixar de ganhar esta categoria também.

========== 2016 ==========

Jogos que poderiam ter entrado mas não joguei ou comprei: Ark: Survival Evolved, Call of Duty: Infinite Warfare, Drive Club VR, EA Sports UFC 2, EVE: Valkyrie, FIFA 2017, Killer Instinct Season 3, The King of Fighters XIV, PES 2017, Plants vs Zombies: Garden Warfare 2, Pokken Tournament, RIGS: Mechanized Combat League (multiplayer), Shadow Warrior 2, Street Fighter V (multiplayer)

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2 comentários em “Melhores de 2016: Multijogador

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