Guerra de FPS no YouTube?

Normalmente eu não dou a mínima para quantos likes qualquer coisa tem em redes sociais. Porém, de vez em quando essa métrica pode revelar alguma coisa, como o sentimento geral de um público sobre algo que não é medido por pesquisas formais. E poucas coisas no mundo dos games são medidas por pesquisas formais.

Encurtando a história: Battlefield 1Call of Duty: Infinite Warfare foram revelados nos últimos dias. E vejam só: o trailer do jogo da EA se tornou o mais “curtido” da história do YouTube, com mais de 1 milhão de likes, enquanto o da Activision… Foi na exata direção oposta, com mais de 1 milhão de dislikes. Sim, isso torna o trailer de Infinite Warfare o mais desaprovado do YouTube.

O autor da matéria da Forbes sobre isso levanta uma dúvida pertinente, porém: esses números são muito anormais. Mesmo trailers de jogos como Skyrim e filmes como Os Vingadores mal passam de 100-200 mil likes. Repito as palavras do autor: se eu fosse a Activision/Infinity Ward, investigaria um possível uso de bots. Mas que essa história toda parece refletir o sentimento geral quanto aos dois jogos na Internet… Ah, isso parece.

4 comentários sobre “Guerra de FPS no YouTube?

    1. Acho que o cara da Forbes matou a charada: bots. Falta saber se foi coisa da EA ou de fãs de Battlefield na Internet.

      “Ah uma empresa grande não se arriscaria com isso” – Não em ordem vinda de cima, mas funcionários de estúdios sim. Por exemplo, a Bioware teve funcionários entrando no Metacritic para dar nota 10 a Mass Effect 3 para contrabalançar notas negativas.

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      1. É, minha duvida de quem seriam os bots. O curioso é que na internet é fácil fazer profecias auto-realizantes, você só precisa dar um empurrão pequeno e a coisa rola por conta própria. Com certeza hoje a maioria das pessoas que está negativando o vídeo entrou especificamente pela zueira, o maior esforço seria dar o pontapé inicial.

        Bem, ao menos não dá para reclamar mais do profissionalismo no jornalismo de games: todos portaise stão só copiando e colando a noticia sem nem pensar muito sobre o assunto. Igualzinho ao jornalismo “de verdade”.

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        1. É por isso que de vez em quando eu dou uma olhada na área de games da Forbes. Eles se arriscam mais e levantam hipóteses, como nesse caso. Inicialmente eu tinha visto no GameSpot, que só replicou os números, mas eles linkaram pra Forbes como fonte e aí caiu a ficha.

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