VÍDEO: Watch Dogs (PS4) – O pior vigilante de Chicago

Canal Re: Games no TwitchPara quem ainda está indeciso sobre Watch Dogs, aí vai cerca de uma hora e meia de gameplay no 1º Ato do jogo. Só não reparem (ou deem risada, sei lá) na ruindade absoluta do “piloto” do controle: direção perigosa, criminosos alertados escapando, destruição de patrimônio público, assassinato à luz do dia, carros roubados na cara dura, incapacidade de seguir os objetivos mais simples… Até cantoria desafinada de Weezer eu cometi nessa transmissão. Fui um desastre como “vigilante” informal de Chicago. 🙂

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14 comentários sobre “VÍDEO: Watch Dogs (PS4) – O pior vigilante de Chicago

  1. E seus pensamentos sobre o jogo?
    O kotaku desceu a lenha no jogo como mais uma cria do gerador aleatório de sandboxes da Ubisoft, confere produção?

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    1. Cara, Kotaku. Kotaku não dá 🙂

      Falando sério: eu vou escrever uma resenha quando terminar e tiver um tempo, mas posso adiantar o seguinte após umas 6 horas de jogo.
      Tudo que a gente viu nos trailers está lá. Eu usei blackout, bisbilhotei pessoas, invadi prédios e hackeei servidores só usando as câmeras de segurança, zoei semáforos para causar acidentes de trânsito e fugir da polícia etc.

      Só que os JÊNIOS de muitos veículos de imprensa nunca pensaram/disseram o óbvio: do jeito que o jogo estava sendo mostrado, o *resto* seria um jogo de mundo aberto/sandbox moderno, em algum ponto na linha GTA/Assassin’s Creed. Não tinha como ele ser outra coisa. É como você ver uma propaganda de uma Ferrari nova e achar, por algum motivo bizarro, que o carro gastaria pouca gasolina e teria um porta-malas gigante. É claro que não, é UMA FERRARI.

      Falou-se muito de hype, mas o hype está mais na cabeça de quem cria expectativas irreais, sem base prática alguma, do que no marketing, nos trailers, na própria imprensa. E os jornalistas continuam sendo pessoas e não estão imunes ao engano.

      Eu tô achando ótimo. Pode não ser o jogo do ano, nem o mais revolucionário do mundo, mas até aí Titanfall também não é, ou mesmo um Dark Souls. Ainda assim, todos esses – Watch Dogs incluso – são dois passos à frente no que se propuseram a fazer. Só a liberdade que você tem para fazer as missões do jeito que quiser já dá um pau gigante no que prometeram em GTA V com os três protagonistas – que no final das contas, apenas mudavam o seu papel na missão em andamento, ou às vezes apenas a perspectiva: em vez de atirar vindo desse ponto com o Michael, vou atirar vindo do outro lado com o Trevor, que vai falar mais merda, mas ainda assim você está só atirando. Em Watch Dogs, vale qualquer combinação entre os extremos – desde entrar matando todo mundo até nem chegar a entrar no recinto, mas resolver tudo só usando o cenário.

      Sem contar que o jogo é surpreendentemente “non-judgmental”, isto é, não fica te julgando o tempo todo. A escolha deles foi pôr um sistema de reputação em que, se você resolver tudo na bala, aumenta as chances de você ser reconhecido na rua e chamarem a polícia. Há um nível de resposta do jogo às suas ações, e de possibilidades de “roleplay”, que nunca vi em jogo sandbox nenhum.

      A questão de parecer outros jogos sandbox da Ubisoft é mais uma questão dela reconhecer o que funcionou nos outros jogos dela e usar aqui de alguma maneira, o que está longe de ser ruim. Todo mundo parece gostar de escalar torres em Assassin’s Creed para sincronizar e liberar eventos naquela região do mapa. Porque não fazer o mesmo em Watch Dogs, só que como um puzzle que você resolve pulando entre câmeras e usando seu celular para descobrir onde está a porta da torre de transmissão e como abri-la? Eles sabem adaptar ideias para sandboxes como ninguém, nem a Rockstar.

      So, fuck Kotaku. 🙂

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        1. Olha, não li a resenha do Kotaku, mas nas outras que li que deram notas de 8 pra baixo, eles estão falando exatamente do mesmo jogo, mas de uma perspectiva irreal. Pode reparar que ninguém nelas disse que o jogo não tem os recursos de jogabilidade que foram mostrados nos trailers, por exemplo. Não tem como dizer isso na cara dura. Fica sempre na “impressão geral” de que “parece um GTA mais do que eu imaginava”. O difícil é o cara pôr a mão na consciência e admitir para si mesmo que foi ele que imaginou unicórnios.

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          1. Watch Dogs was created by so many people that at times it feels like it wasn’t created by anyone at all. It’s almost as though it sprang forth, fully formed, when someone entered the words “Gritty Dude Chicago Hacking” into a computer.

            The machine barked to life and spit out a mountain of idea-junk, burying the room in the ramblings of its robot brain.

            Basicamente eles dizem que os momentos de hacking são muito legais, mas que o jogo não é exatamente sobre isso e sim sobre armas, armas, muitas armas. Que a coisa de hackear a vida das pessoas (ver as infos delas e tal) é aleatório depois de um tempo e completamente irrelevante, que a história é sofrivel e a Ubisoft nem realmente tentou e que as quests e sidequests são jogadas a moda loca apenas for lulz… “porque tinhamos espaço em disco, então porque não encher com qualquer bobagem aleatória sem razão?”
            Embora eles elogiem algumas sidequests, apenas para reclamar que queriam que esse esmero fosse colocado na quest principal.

            Também tem que o cenário é abarrotado de estereotipos aborrescentes e os momentos com o carro são tristes, que a AI é quase aleatória e que até a cutscene de game over dá nos nervos.

            Mais alguma coisa sobre como eles queriam que Watchdogs fosse Gunpoint e a expectativa que esse fosse um jogo da nova geração (não usaram essas palavras) e não apenas um sandbox com um gimmick novo.

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          2. A parte das armas é uma mania da imprensa gringa: só porque elas *estão lá*, um jogo já vira “sobre elas”. Lembre-se que nos EUA tá uma onda muito forte de querer desarmar a população, e 90% dos jornalistas de games são liberals (no jargão americano, de esquerda e que apoiam desarmamento). Assiste o vídeo acima e veja quantas vezes usei uma arma. E depois dele, usei menos ainda. Toda missão eu tô tentando fazer sem matar ninguém.

            A questão de ver info das pessoas “ser aleatória”… NEWS FLASH, a VIDA é ALEATÓRIA. Queriam o quê, que as pessoas seguissem cinco ou seis padrões? Fora isso, os caras ou não olharam direito ou estão de má vontade. Você pode topar com gente que tem coisas para serem hackeadas além de dinheiro, e algumas podem “disparar” uma atividade extra, como um daqueles crimes que você pode evitar.

            Quanto à história principal, só posso opinar quando terminar. Tô muito preocupado com isso, porque *isso sim* foi quase unânime nas resenhas, mesmo as que deram notas mais altas. Mas paciência. GTA V não foi aquela maravilha, só um bom roteiro de filme policial Tela Quente; a história de Skyrim fica pior a cada ano que passa. Só a série Assassin’s Creed* conseguiu a proeza de ter história um pouquinho melhor em um jogo de mundo aberto, e mesmo assim não em todos. O dia que alguém fizer algo nível The Last of Us em um jogo de mundo aberto, o mercado de games zera e tem que começar tudo de novo. 😄

            E Gunpoint é foda, mas putaquipariu, Watch Dogs É GUNPOINT. Praticamente tudo que você faz em Gunpoint você pode fazer em Watch Dogs. O que eles querem dizer é que queriam que o hacking tivesse um esquema de controle mais complicado, esquecendo que Gunpoint se joga com *mouse e teclado*. Se a Ubisoft tivesse que mapear cada coisinha de hacking para um botão diferente, ficaria injogável. Esse pessoal não tem noção de porra nenhuma, viu.

            *PS: Ah, e Fallout depois que virou jogo de mundo aberto também.

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          3. Sim, de modo geral dá pra ver que teve muita má vontade com o jogo. Mesmo sem ter jogado dá pra sentir isso.

            E sabe, isso levanta questões mais profundas sobre o jornalismo de games do que aparenta inicialmente.

            Obviamente o cara ficou decepcionado porque o jogo não era o que ele estava esperando. Eu entendo isso, a primeira vez que eu vi Watch Dogs no trailer pensei “cara, ISSO é o futuro, isso é uma nova forma de pensar videogames”. Depois eu fui fazer outra coisa e esqueci disso, quem é que se importa com hypes de um ano atrás? (alem dos gamers, aparentemente)

            A coisa é, que o jogo nunca realmente prometeu nada disso. Ladainha do marketing a parte, todo mundo sabia que Watch Dogs seria um sandbox de ação e não um reinventor da roda.

            Então como que a culpa da roda não ser reinventada é do jogo?

            E enquanto eu entendo descarregar suas frustrações pessoais em um blog (seja porque o jogo não era o que voce sonhou, por mais aleatórias ou realistas que sejam suas expectativas, seja porque o transito estava ruim, seja porque sua mulher esta te traindo com o Luigi), isso realmente não me parece muito jornalistico. Ou profissional.

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          4. Concordo que WD é menos do que muita gente esperava (inclusive eu), mas acho sacanagem gente falar que não vale a pena só por que o jogo não entregou TUDO o que prometeu. Isso é decepcionante sim, mas tá todo mundo esquecendo que WD é um jogo muito foda. Peca nas mecânicas carro/moto (A Ubi tentou explicar o porquê do Aiden praticamente não cair da moto numa resposta a um comentário na página do Facebook, dizendo que essa foi uma decisão da equipe pro personagem não cair o tempo todo – bom, é o que eles dizem), mas de resto é um jogo bom sim. LONGE de ser um GTA da vida, mas acho que pro primeiro jogo de uma possível franquia, é bom sim.

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          5. Uma coisa que eu queria saber é: o que o jogo “prometeu e não entregou”?

            Porque tudo que vi em trailers eu já fiz nele. Me digam algo que tinha em trailer e não está no jogo.

            O “problema” maior dele não é o que ele disse que ia entregar, e sim o que estava ÓBVIO que ele TAMBÉM teria e todo mundo foi irracional o suficiente para achar que ele NÃO teria.

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      1. Ah cara em todas as mídias os críticos são esquerdistas não só na área de games não e cinema nem se fala.

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        1. Sim, claro. Tipo aquele Mário não sei o quê, que chegou a dizer que um documentário sobre clínicas clandestinas de aborto deveria ser proibido (PROIBIDO!) no Brasil só pelo tema, e mal tocou nos méritos da obra enquanto documentário.

          Mas nos games sempre houve uma resistência a esse tipo de coisa, e de uns anos pra cá vem mudando – e com o agravante de que o público em geral ainda não aceita, mas a imprensa não está nem aí. Todo mundo gosta de cinema, mas entre cinéfilos há muito esquerdista; a imprensa meio que reflete seu principal público. A imprensa de games não, tá tentando ir na marra, como se estivesse escrevendo para si mesma e não para o seu público. Isso que é foda.

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      1. Essa parte eu vou deixar pra avaliar quando avançar mais no jogo. No começo a história não fede nem cheira, é só um setup funcional para as mecânicas que eles se propuseram a colocar no jogo. Mas não tô com grandes esperanças que a história melhore não.

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