Rewind – ZombiU (WiiU)

Rewind - Análises
Análise

Rewind é a nova seção de resenhas do blog Re: Games, escritas da forma mais direta possível e após terminar um jogo (ou pelo menos jogá-lo por tempo suficiente, caso não tenha um “fim” claro). Não é sempre que termino um jogo, então vale a oportunidade de publicar uma análise…

Capa de ZombiU (Wii U, 2013)
Não deixe o nome ridículo te enganar

Reclamar que “não se fazem mais jogos de horror” virou um clichê dessa geração, mas pouca gente percebe que o gênero nunca foi realmente muito popular (em vendas) no mundo dos games. Resident EvilSilent Hill, os dois jogos sempre lembrados para invocar uma “era de ouro” do horror, foram jogos certos na hora certa: ambos chegaram em um período em que gêneros populares em console (como luta e plataforma) já não eram mais tão prevalentes quanto antes, e gêneros de ponta no PC (como adventures e FPS) não eram bem reproduzidos em console. Essas duas séries preencheram um espaço e cativaram quem queria mergulhar em aventuras (no sentido de jogabilidade, não narrativa) em 3D; o fato de se escorarem em horror era quase um detalhe, exceto pelas mecânicas implementadas em nome do semi-inédito “horror de sobrevivência” (muitas já presentes em jogos anteriores de PC como Alone in the Dark). Se esses jogos fossem dramas, talvez nunca tivéssemos um jogo de horror mais ou menos popular até hoje. Ainda por cima, notem que na época “sucesso de vendas” era passar de 1 milhão de cópias, não as 3-5 milhões que os jogos blockbuster de hoje exigem apenas para recuperar o investimento.

No fim das contas, temos muito mais jogos de horror nessa geração do que em qualquer época, graças à expansão do mercado de jogos como um todo, à maior facilidade para criar um jogo com equipes muito enxutas (ou mesmo sozinho) e à distribuição digital. O que não acontece é vê-los chegar à casa dos milhões de cópias (Dead Space é a exceção que confirma a regra). E não se trata de má qualidade: vide Amnesia: The Dark Descent, com folga o jogo mais assustador já feito, bem recebido pela crítica, mas que mal passou de 700 mil cópias vendidas (ou 1,4 milhão contando 2 Humble Bundles). A verdade é que a maioria esmagadora de jogadores não quer sentar no PC ou no sofá para sentir tensão, lidar com limitações impostas pelo design, tomar sustos e ser impedido de atirar livremente. É por isso que Resident Evil teve que se reinventar como um híbrido de ação-terror no quarto jogo da série, quando bons jogos de ação em 3D já eram comuns; e é por isso que o jogo moderno de horror mais bem-sucedido é um update da mesma fórmula. Jogos de horror “tradicional” sempre foram (e provavelmente sempre serão) jogos de nicho, hoje em dia desprezados até por parte da crítica. Mas quem realmente gosta de horror assim sabe muito bem que ele está vivo, com jogos como o próprio Amnesia, a série Condemned, Silent Hill: Shattered Memories, iniciativas simples como Home e Fatal Seduction, e… por incrível que pareça, ZombiU.

Nome ridículo + hardware improvável = horror revigorado?

Por quanto tempo você consegue sobreviver em ZombiU? (Wii U)
No começo, uns… 5 minutos?

ZombiU tinha tudo para dar errado, e talvez por isso mesmo tenha sido jogado de má vontade em alguns veículos da imprensa (especialmente GameSpot e IGN, que deram o jogo na mão de críticos sem nenhum histórico com análises de jogos de horror). Saber que o jogo nasceu como Killer Freaks From Outer Space, ganhou um nome final ridículo e usa o Wii U GamePad para emular uma série de gadgets em pleno apocalipse zumbi não são prenúncios de algo feito para te deixar de cabelo em pé. Nem todo mundo vai lembrar que a primeira visão para Resident Evil 4 acabou virando Devil May Cry; que “mal residente” também é um nome bem ridículo; que Condemned também usa alguns gadgets de forma bastante sóbria; e que boa parte da eficácia de Silent Hill: Shattered Memories estava justamente no uso do Wii Remote como lanterna e celular. O problema maior mesmo é a parte do “apocalipse zumbi”, tema cada vez mais batido. A mais recente tentativa de fazer um jogo do gênero em 1ª pessoa focado em combate de armas brancas, Dead Island, pode até ser divertida… Mas não é, nem de longe, um bom exemplo de horror clássico nessa perspectiva, como Condemned era.

ZombiU, porém, é tal exemplo. Em nenhum momento o jogo “baixa a bola” da tensão para apresentar um cenário paradisíaco, incorporar humor (negro ou não) ou facilitar a sua vida. Você começa com um taco de críquete (o jogo se passa em Londres, afinal), uma pistola, seis balas e uma lanterna. Mais do que dois zumbis vindo na sua direção significa desastre, porque você não terá tempo de manter dois afastados enquanto desce o taco no terceiro – e alguns exigem até sete ou oito porradas para morrer. Cada item ganho é uma vitória: às vezes, o jogo pede 20 minutos de exploração atenta e eliminação cuidadosa de zumbis isolados para que você consiga chegar a um contêiner com uma mísera granada. E mesmo quando ZombiU te dá recursos novos de sobrevivência, ainda te faz sentir “trollado”: por exemplo, corvos e ratos registram “pings” no radar além dos zumbis, enquanto corpos que (ainda?) não se levantaram não são registrados. Os desenvolvedores usaram um princípio básico de design de jogos de horror que muitos outros estúdios esqueceram (incluindo o de Dead Space): não é preciso elevar demais a “periculosidade” de monstros e áreas para compensar “upgrades” que o jogador recebe. Basta que esses “upgrades” sejam uma faca de dois gumes, trazendo desvantagens associadas e/ou mais motivos para te deixar tenso.

Luz fluorescente em ZombiU (Wii U)
Opa, olha só o que achamos… Mas dá para confiar?

Essa noção de design sóbrio e eficiente para manter a tensão já seria suficiente para fazer de ZombiU um bom jogo de horror em qualquer plataforma, mas os desenvolvedores acertaram na mosca ao perceber como a estrutura do Wii U poderia potencializar as escolhas de jogabilidade. Todos os gadgets são reunidos em um aparelho no jogo que se parece exatamente com o GamePad, e quase todos os usos desses gadgets exigem que o jogador desvie um pouco da sua atenção da tela – exatamente como o personagem o faz com o aparelho virtual no jogo. Em diversas oportunidades a visão muda para a 3ª pessoa, como por exemplo ao gerenciar seu inventário (o personagem põe a mochila no chão para mexer nela) ou “escanear” o ambiente (com visão em 1ª pessoa no GamePad para achar itens). O que seria uma chateação em outros jogos vira uma arma poderosa de imersão naquele universo: você se distrai junto com seu personagem, sempre tenso com a perda de visão periférica, e vulnerável às outras desvantagens dos seus recursos – por exemplo, e se os “pings” no radar que antes eram ratos agora forem de zumbis que se levantaram?

Colcha de retalhos sem costuras visíveis

Outra coisa impressionante no design de ZombiU é como o jogo empresta ideias de vários jogos diferentes que não têm quase nada a ver entre si, mas que funcionam muito bem juntas graças a variações simples. O caso mais evidente é precisar recuperar algo no ponto em que você morreu, inspirado em Demon’s Souls; a diferença é que aqui seu personagem morto vira um zumbi e fica com todo o seu equipamento. Você volta ao jogo com um novo personagem, os pífios itens iniciais e proficiências com armas zeradas (sim, zeradas), mas pelo menos pode tentar recuperar suas coisas matando seu personagem anterior. Embora isso soe uma punição ainda mais pesada, ZombiU não é um jogo tão difícil quanto Demon’s Souls e as skills não têm muito peso, o que equilibra as coisas e evita frustração em excesso. A punição funciona mais como um fator extra para gerar tensão, como tudo no jogo: além do risco de perder equipamento que custou tanto para ser reunido, você não vai querer passar por todo o caminho tenso de novo para chegar lá, dependendo de onde e como você morrer.

Mensagem dos desenvolvedores de ZombiU (Wii U)
Você só pode deixar mensagens com desenhos, mas nada impede os desenvolvedores de mandar um recado para os “críticos” da IGN, do Gamespot e do GameTrailers…

Mas o jogo ainda empresta mais coisas. Do próprio Demon’s Souls, há o sistema de mensagens deixadas por outros jogadores no cenário, ainda que os desenvolvedores tenham exagerado no minimalismo: só é possível marcar as mensagens como “não confiáveis”. Há também as fases projetadas com atalhos para outras áreas visitadas, reduzindo o “tempo de viagem” de volta ao seu refúgio e/ou para recuperar suas coisas. Falando em voltar, ZombiU tem bastante backtracking, mas pela mesma lógica que justifica a prática em jogos estilo Metroidvania: certas áreas só podem ser acessadas quando você tem o recurso ou equipamento correto, e te recompensam pelo esforço com mais itens. O sistema de controle/armas brancas em 1ª pessoa é claramente inspirado em Condemned, sem um traço sequer de sutileza e simulando bem o tempo que uma pessoa de verdade leva para desferir um golpe. Por fim, mesmo sendo em 1ª pessoa, o jogo tem um botão de girar em 180º, como a maioria dos jogos de terror em 3ª pessoa – e usá-lo é muito mais útil do que o normal.

Narrativa sóbria, oportunidade desperdiçada

Boa parte dos clássicos do horror se escora em uma boa história, mas isso não é uma verdade universal – e os fãs que me desculpem, mas a maior prova disso é o próprio Resident Evil. Desde o primeiro jogo da série, os personagens são caricatos e bidimensionais, as justificativas para os puzzles não fazem sentido algum, as reviravoltas só servem ao gameplay e as tramas têm mais furos do que queijo suíço. Porém, a falta de senso de ridículo empresta um charme de filme B que acaba funcionando bem, principalmente quando a série assume a ação como parte integral da experiência. Porém, ZombiU não reconhece esse charme de maneira alguma, mesmo quando apresenta clichês de misticismo barato e de histórias de zumbi (lá vamos nós buscar uma suposta cura de novo…). O jogo é tão sóbrio quanto Condemned, e quase tanto quanto Silent Hill.

Posição fetal em ZombiU (Wii U)
Calma, o personagem não está chorando em posição fetal, só dormindo (para salvar o jogo) mesmo…

Por um lado, a sobriedade é bem-vinda, já que deixa diversas passagens ainda mais tensas. Quando você precisa navegar por túneis de esgoto em busca de um contêiner de uma organização paramilitar clandestina que previu o apocalipse zumbi, é bom que o jogo se leve a sério. Também é legal notar que os desenvolvedores fizeram alguma pesquisa em torno da figura de John Dee em vez de simplesmente usá-lo como uma mera versão mais crível de Alesteir Crowley, como diversas histórias de horror/magia fazem. Por outro lado, partes do jogo são tão sóbrias que perdem a oportunidade de elevar as apostas – e o próprio final do jogo é o melhor exemplo disso. Não que seja ruim, ele apenas faz… sentido demais. Não tenho como explicar melhor sem dar spoilers, mas vale deixar o recado: se outros jogos, de horror ou não, pecam por achar que uma boa trama sempre deve terminar com uma reviravolta bombástica ou com o protagonista se sacrificando em nome do heroísmo, não consigo me lembrar de nenhum jogo que mais se recuse a ambas as coisas do que ZombiU, para o bem e para o mal.

Pronto para virar cult

Assustador, com controles pouco usuais e mecânicas punitivas, uso tenso do GamePad, história sóbria, trocentos paralelos com Resident Evil (o original) e Condemned… E para piorar, lançado junto com um hardware vendendo muito menos que o esperado. Tudo em ZombiU cheira a clássico cult, aquele tipo de jogo que vendeu relativamente mal por não seguir o mínimo denominador comum e fica difícil de achar depois por não ser relançado. A diferença é que muitos jogos que acabam nessa categoria são realmente “marromenos”, ganhando o status cult por apenas um ou dois fatores, como uma mecânica inédita, uma história que cobre um assunto pouco comum, e assim por diante. ZombiU, no entanto, merece mais. Nada nele é absolutamente inovador ou peculiar, mas a soma das partes é muito coesa, algo raríssimo para um jogo de lançamento. Essa clareza de visão é o que deixa o jogo eficiente e único: você percebe de onde vem cada retalho da colcha, mas não nota as costuras, e ela acaba sendo mais aconchegante do que muitas colchas novas em folha.

Inventário em ZombiU (Wii U)
Uso do GamePad surpreendentemente eficiente

Obviamente, não é um jogo para todo mundo, e em diversos níveis. Tem gente que trata qualquer jogo em primeira pessoa como sistema de RPG: às vezes não temos saco de aprender um novo conjunto de regras, e jogadores acostumados ao padrão Call of Duty rejeitam qualquer sistema de controle que não seja 95% semelhante. Outros não querem realmente sentir tensão enquanto jogam, só aquele medinho besta de ter que recomeçar do último checkpoint se morrer. E tem gente que só consegue jogar pela fantasia de poder, mesmo em jogos de aventura sem tiroteio e porrada – e ZombiU definitivamente não vai te dar momentos assim. Mas para quem estiver disposto a encarar o jogo que mais se aproximou até hoje de uma simulação “realista” de um apocalipse zumbi, os poucos defeitos aqui são muito pequenos para serem dignos de nota. ZombiU é ousado como poucos, e deve ser encarado como um exemplo a ser seguido por qualquer desenvolvedor de jogos de horror – ou que queira usar bem o GamePad – de agora em diante. Para quem adquirir um Wii U e tiver um mínimo de interesse em horror clássico, ZombiU é obrigatório; e quem for muito fã de horror clássico e ainda não adquiriu o console… Espero que você tenha outros jogos do Wii U em vista, porque será difícil resistir a experimentar ZombiU.


Pontos fortes

» Atmosfera tensa  » Ótimo design de fases  » Dificuldade equilibrada  » Imersão com o GamePad  » Mecânicas diferentes da norma  » Narrativa sóbria para um jogo de zumbis 


Fast Forward - Análises
AVANÇA!
(Critérios de classificação)

Pontos fracos

« Sistema de mensagens com apenas uma opção (“Don’t trust”)  « Visual excessivamente “sujo”  « Finais breves demais  « Narrativa não tem o peso que poderia


103 comentários sobre “Rewind – ZombiU (WiiU)

    1. Nos exemplos citados (leiam abaixo), me refiro aos dois “campos” – até porque jornalistas também são jogadores (salvo exceções).

      E perceba que não são “críticas” nem “alfinetadas”, e sim constatações. No caso de horror ser jogo de nicho é uma questão de vendas – não há nenhum jogo clássico de survival horror entre os 100 mais vendidos. Sim, nem mesmo um Silent Hill ou Resident Evil. E nos casos ” tem gente que…” basta prestar atenção em amigos e em comentários de Internet para reconhecer esses comportamentos.

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  1. Exemplo:
    “tem gente que trata qualquer jogo em primeira pessoa como sistema de RPG: às vezes não temos saco de aprender um novo conjunto de regras, e jogadores acostumados ao padrão Call of Duty rejeitam qualquer sistema de controle que não seja 95% semelhante. Outros não querem realmente sentir tensão enquanto jogam, só aquele medinho besta de ter que recomeçar do último checkpoint se morrer. E tem gente que só consegue jogar pela fantasia de poder, mesmo em jogos de aventura sem tiroteio e porrada – e ZombiU definitivamente não vai te dar momentos assim.”

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  2. Outro exemplo de alfinetada que eu não sei para quem é direcionada.

    “A verdade é que a maioria esmagadora de jogadores não quer sentar no PC ou no sofá para sentir tensão, lidar com limitações impostas pelo design, tomar sustos e ser impedido de atirar livremente. É por isso que Resident Evil teve que se reinventar como um híbrido de ação-terror no quarto jogo da série, quando bons jogos de ação em 3D já eram comuns; e é por isso que o jogo moderno de horror mais bem-sucedido é um update da mesma fórmula. Jogos de horror “tradicional” sempre foram (e provavelmente sempre serão) jogos de nicho, hoje em dia desprezados até por parte da crítica.”

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    1. Devia. Pelo visto, o finalzinho do texto foi escrito para você:
      “(…) e quem for muito fã de horror clássico e ainda não adquiriu o console… Espero que você tenha outros jogos do Wii U em vista, porque será difícil resistir a experimentar ZombiU.”
      😄

      Essa semana a Nintendo anunciou um corte de preço de US$ 50 no Wii U, contrariando minhas previsões. Ainda acho pouco, especialmente porque só cortaram no Deluxe, mas quem sabe não anima mais gente.

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    1. Pois é. Como dito na própria resenha, “O problema maior mesmo é a parte do ‘apocalipse zumbi’, tema cada vez mais batido.”

      Por outro lado, fazendo o papel de advogado do diabo, há uma série de motivos para o tema continuar ressurgindo (pun intended). Uma é que ainda faz sucesso de vendas (taí Dead Island batendo 4 milhões de cópias) e está longe de ser o único tema recorrente: aliens, marines, guerra moderna, tudo isso é tão ou mais batido quanto. Mas por algum motivo estranho virou “cool” dizer “não aguento mais zumbis” como se o tema fosse inerentemente pior. Algo que o jogo do ano passado, The Walking Dead, provou que não é verdade.

      Segundo, boa parte da culpa do uso de zumbis toda hora (e aliens em menor medida) é o mimimi politicamente correto. Chegamos em um ponto que até a própria imprensa de games quer se autocensurar/censurar a indústria, publicando artigos sobre “violência extrema nos jogos” após uma E3 ou mesmo um The Last of Us (como se nas circunstâncias da trama desse jogo, as pessoas fossem tomar chazinho, ou como se deixar de mostrar a violência não diminuísse o impacto da trama). Uma “solução” à qual os desenvolvedores recorrem para evitar essa propaganda negativa é usar antagonistas desumanizados, e as duas opções mais óbvias são zumbis e aliens.

      Então se acostume porque é isso aí mesmo – não gostou, reclame da imprensa de games, que tem boa parte da culpa. Na melhor das hipóteses, você vai ter casos como a Naughty Dog tentando criar uma variação em cima de zumbis, como em The Last of Us – e só porque era uma série nova, porque quando tentam fazer isso em séries tradicionalmente com zumbis, rola uma chiadeira básica dos fãs mais antigos, como até hoje acontece com Resident Evil 4.

      De qualquer forma, ZombiU é exatamente o único jogo de zumbi moderno que realmente parece um “simulador” de um ataque de zumbis. Em Dead Island e Dead Rising você tem espaço e opções de armas demais, e em Left 4 Dead eles são corredores, o que sempre é um pouco estranho. Mesmo com um tema batido, ainda é um jogo superior e que vai conseguir te assustar com isso.

      PS.: Ah, e editei seu comentário para tirar as aspas de “zumbis”. Aspas não são ferramenta de destaque, e ao usar assim em uma palavra, sem contexto, você está sugerindo que não está falando de zumbis de verdade, e sim de outra coisa que parece zumbi. Exemplo:
      – Aquelas freiras passam aqui todo dia. -> Significa que, bem, tem umas freiras que passam naquele lugar todo dia.
      – Aquelas “freiras” passam aqui todo dia. -> Não significa ênfase na palavra freiras, e sim que aquelas pessoas não são realmente freiras – inclusive, nessa frase fica implícito que seja lá de quem se está falando, são tudo menos santas.

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      1. Eu coloquei aspas pelo fato de querer englobar os jogos que tem monstros que parecem zumbis ou usam uma temática parecida.

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        1. Eu sei, mas ainda é um uso incorreto de aspas.
          Aspas são apenas para citações (por exemplo, trecho de um livro no meio de um artigo); para destacar o nome de uma obra (por exemplo, ao citar o nome de uma música ou texto de outra pessoa); para destacar uma palavra usada de maneira irônica; ou destacar gírias que não são dicionarizadas mas são usadas popularmente.
          http://educacao.uol.com.br/disciplinas/portugues/aspas-como-utilizar-esse-recurso-grafico.htm

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  3. Eu vi o vídeo A Primeira Meia Hora do canal do Zangado no Youtube sobre esse jogo ZombiU, achei bem maneiro… dai eu fui procurar análises na net e encontrei teu blog, gostei da tua análise bem profissional, se eu for um dia adquirir um WiiU com certeza vou comprar ZombiU .

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    1. Não conhecia esse canal. Fui pesquisar agora e vi essa meia hora.
      Esse trecho aqui, em que ele resolve arriscar e atacar um grupo de zumbis, é BEM indicativo do que é o jogo:

      Para quem tiver preguiça de ver (a partir de 25:50 é o lance):
      – Ele não enxergou o grupo de zumbis porque o jogo é BEM escuro (mais do que no vídeo, que foi clareado e mesmo assim ainda é escuro)
      – Achou que tinha 5 zumbis e no final eram 6-7, e ainda deu sorte de não vir zumbis de trás dele (naquela fase TEM zumbis ali atrás)
      – Headshot com um tiro só não rola pq estava no começo do jogo (só quando você melhorar sua proficiência com aquela arma, e lembrem-se, se morrer o novo personagem começa com as proficiências zeradas de novo)
      – Teve que gastar todas as balas e ainda sobrou 1 zumbi de pé para matar na porrada
      – Nenhum zumbi tinha item. NENHUM. Zero.

      ZombiU não é bolinho. 😄

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      1. Aquilo foi apenas uma demostração do jogo Zangado nunca zera a partir da primeira meia hora, ele começa uma nova partida para jogar corretamente.

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        1. Eu não quis insinuar que ele jogou “errado” (até porque isso é muito subjetivo), e sim que aquela parte mostra bem como o design do jogo é todo feito para o jogador sacar logo que não é um jogo de ação.
          Nesse sentido ele jogou muito certo, experimentou um curso de ação e viu que o jogo não premia aquele curso de ação. Não tinha motivo nenhum ali para recomeçar, o jogo é aquilo ali mesmo e você vai descobrindo as coisas na tentativa e erro.

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      2. Mas você vai gostar do canal do cara ele não como esses “YouTubeGamers” por ai que fazem análises porcas, ele faz tudo bem detalhado não importa o tempo que demore.

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  4. Putz, é muito boa a ideia que se você morrer, você continua controlando outra pessoa, uma maneira diferente de lidar com morte em um jogo, só que ouvi falar que esse jogo é bem frustrante.

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    1. É frustrante como o primeiro Resident Evil era frustrante. Se você pegasse aquele jogo achando que ia dar tiro em zumbi a torto e a direito ia se frustar muito. Pior: muita gente não sacava que você NÃO precisa combater todos os zumbis que aparecerem (eu mesmo não saquei isso na época).

      ZombiU é o mesmíssimo esquema.

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      1. Aí, são mais aquelas pessoas que falam que os novos são ruins mais por Status mesmo, elas querem mostrar que são das antigas, é aquele velho dilema de que os antigos são sempre melhores, e se gabam por isso. Mas pensando bem, é lógico que Resident Evil não teria mais zumbis, afinal não teria como dar uma continuidade ao Game, já que o motivo seria sempre o mesmo, um Vírus que por algum motivo saiu do laboratório e infectou alguém dando inicio à infestação. Nesse caso as pessoas iriam reclamar que o Game virou repetitivo. O fato é que as pessoas só buscam os defeitos do Game, e na maioria das vezes nem ao menos sabem o porque de o Game ter seguido esse rumo, falam só porque querem passar a imagem de que sabem das “coisas” ou mesmo porque os antigos são os jogos da infância da pessoa, e só por esse fato, meio que privatizam o Game, com aquela velha frase: “Ah, no meu tempo era melhor”… Infelizmente, Resident Evil não tem os fãs que merece.

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    2. Porque os críticos gostam muito de jogos Action horror (vários zumbis, varias armas, munição e quase nunca morre) e não survival horror (o que e algo mais real) eles provavelmente não levaram isso em conta, pois o jogo eh sim um bom jogo, a Ubisoft deixou claro que seria um jogo visado na realidade de um apocalipse zumbi 😀

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  5. Na Moral, Zangado é o único youtube que não monotoniza com seus vídeos. Eu falo mesmo quem não gostar que se fod#.

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  6. . É que eu não sei se ZombiU segue o formato padrão de zeramento. Eu nunca ou vi o pessoal falando que “zerou” ZombiU. Vamos ver!

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    1. O que você quer dizer com “formato padrão de zeramento”?

      Ele tem uma história com fim. Eu terminei ela, tanto que mencionei o final (sem spoilers) no texto. Nesse sentido eu “zerei” ele.
      Tem também o modo Survivor, em que você tem que passar o jogo inteiro com o mesmo personagem – ou seja, morreu começa TUDO de novo. Detalhe: eu demorei mais de 20 horas para terminar (não é um jogo curto) e perdi uns 10 sobreviventes. E sim, tem gente que terminou o jogo no Survivor: no próprio cenário de vez em quando aparecem mensagens dos desenvolvedores parabenizando quem conseguiu.

      O jogo é difícil mas não é um Demon’s Souls/Dark Souls, a não ser provavelmente no modo Survivor (que um dia vou encarar). Dá para “zerar” sim.

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      1. Tá… mas eu terminei pelo menos no modo normal com apenas 1 sobrevivente… nem cheguei a morrer ao jogar de novo depois que o glicth me fez perder metade do jogo. A outra metade era desconhecida para mim e mesmo assim não morri. Depois que se pega a mecânica do jogo ele fica mais fácil.

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    1. Eu não apostaria um centavo nisso porque ele foi todo feito para o GamePad, e é até agora o melhor uso do GamePad do Wii U. E a Ubisoft já anunciou que não vai fazer uma sequência porque ele não vendeu o suficiente (como eu disse no texto, survival horror *de verdade* nunca vendeu muito bem, e hoje em dia menos ainda). E as resenhas idiotas da IGN e do Gamespot não ajudaram.

      Quem sabe daqui a 10 anos, com ZombiU como clássico cult, alguém na Ubisoft resolva ressuscitar a ideia de uma sequência – afinal, isso está acontecendo com Beyond Good & Evil agora. Mas ainda assim, sem o GamePad ou um dispositivo equivalente, metade da graça vai embora. Quem sabe se os próximos Playstation e Xbox ganharem controles com telas de toque…

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  7. Bom hoje o meu Wii U chegou com ele Super Mario Bros U, ZombiU e CoD BO 2. Bom estou jogando o ZombiU e estou com 4 horas de jogo e até agora estou gostando. A interação do menu no game pad funciona muito bem mas as vezes eu ficava um pouco confuso pois não sabia se olhava para a tv ou game pad para fazes as ações, mas consegui me acostumar com isso logo. E sobre os gráficos, eles são fracos mesmo como um jogo exclusivo do Wii U esperara um pouco mais graficamente mas como é um jogo de primeira leva da pra deixar passar. Até agora eu tô achando um jogo nota 80.

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    1. Eu tô jogando Splinter Cell: Blacklist no Wii U agora e a diferença é gritante mesmo. ZombiU tem uns efeitos de iluminação legais, e a direção de arte é bem sacada, mas de fato visualmente ele lembra Condemned, que já tem uns 5 anos. Mas para quem se assustou com os Resident Evil e Silent Hill originais, os gráficos de ZombiU são mais do que suficientes 😉

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    2. O gráfico ta um pouco pior, porque o jogo foi um dos primeiros lançados, inclusive, um dos primeiros anunciados (ou seja, começou a ser feito ANTES de lançar o game) pega o Call of Duty Black Ops 2 pra você ver, tem o gráfico muito bom! aguarde mais jogos.

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      1. Já peguei e realmente me espantei com o nível visual dele – e o fato de ser o melhor CoD desde o Modern Warfare ajuda muito.

        Tanto que tá muito mais bonito que o Modern Warfare 3 e o CoD: Ghosts de PS3 (que ficou beirando o porco, claramente se concentraram nas versões de PC e next-gen e deixaram a de PS3/Xbox 360 com cara de início da geração).

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  8. Curti muito o game, pois lembra muito os primeiros jogos do Resident Evil que fugia por completo a jogabilidade fluida dos controles tradicionais, quem jogou os primeiros jogos da série sabe do que estou falando, aqueles comandos que mudava sempre todas as vezes que a câmera do jogo mudava, justamente fazendo com que vc ia ao encontro dos zumbis quando na verdade você queria fugir, para muitos era uma jogabilidade travada e ruim, mas na verdade era tudo proposital.

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    1. Eu não sou muito fã dessa teoria de que era tudo proposital. Eu acho que foi feito mais ou menos o que dava porque os desenvolvedores ainda estavam se acostumando com jogos em três dimensões. Tanto que jogos lançados logo depois já tinham sistemas de movimento e controle melhores.

      No caso do ZombiU, esse pessoal que diz que o jogo é “travado” para mim só está acostumado com jogos de tiro, em que o foco não está no realismo, e sim na velocidade de resposta. Os controles de ZombiU não são travados, eles são só incomuns e exigem costume, porque você não vai levantar um taco de críquete e descer na cabeça de um zumbi em meio segundo.

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  9. O estilo de jogo do Zombi U não me agrada muito porque eu sou muito cagão, mas mesmo assim eu queria jogar para ver como é a jogabilidade que muitos falam bem, me chamou bastante atenção.

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  10. Este jogo não é um survivor horror dos que se vê nos dias de hoje, este jogo quando compreendido torna-se muito mais simples de jogar e deixa de ter a dificuldade que aparenta ter na primeira impressão. Requer muita calma e bons reflexos pois um mínimo erro e um gajo morre, cada personagem (não sei se repararam) tem uma profissão que na minha opinião influencia no jogo o policia é mais resistente que o advogado por exemplo, as mulheres tem mais medo, parece que o jogo trava mais. problemas com munição? quando se tem uma arbalete que não faz barulho e ainda por cima dá para recuperar as flechas ?
    gráficos poderiam ser melhores? quem entrou na nursery e saiu de la sem morrer sabe bem que os gráficos fazem o papel deles perfeitamente e que o jogo trasmi-te a sensação de sobrevivência que quase nenhum dos jogos deste gênero transmitem. só tenho um defeito a apontar que nem foi referido e devia ter sido que é o jogo em alguns casos pode ter o azar de encontrar bugs e o jogo tem de ser recomeçado que foi o que me aconteceu a mim, mas por mim é na boa pois adoro o jogo.

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    1. Pô, nem lembra da Nursery. Naquela parte eu tive que parar o jogo e ir tomar um copo d’água que quase morri do coração 😄

      Sobre os bugs: já me perguntaram sobre isso, mas como não experimentei nenhum bug, não posso comentar sobre o que não vi. Como joguei o game só agora, meses depois e com pelo menos 3 updates se me lembro bem, talvez a Ubisoft já tenha corrigido todos os bugs a essa altura.

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  11. Bela análise, talvez esse seja um dos jogos mais injustiçados da história, ele é genial, mesmo com todos os seus defeitos. Que pena que ele não foi rentável, assim a Ubisoft não vai se encorajar em fazer uma continuação, onde poderia melhorar e entregar um título perfeito. Quem sabe um dia, se o Wii U deslanchar, a produtora não muda de ideia…

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  12. Adorei ZombiU, achei o Game que melhor usa as funcionalidades do GamePad. A tensão que esse Game passa para o jogador é sem igual. Senti vários “cagaços” nesse Game, coisa que a muitos anos não sentia. Os gráficos podem não ser os mais “fodões” mas a imersão é incrível. Comprei e recomendo para quem quer um Game de macho de verdade, quem não quer, vai jogar Just Dance e robolar um pouco.

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  13. Eu acho que a intenção foi criar um jogo realista, que explorasse um lado pouco explorado dos videogames. De nada adiantava criar um Survival Horror com elementos que já estão mais que batidos, como munição infinita e personagens habilidosos/imortais.Infelizmente os jogadores ainda não estão preparados para algo assim.

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  14. Apesar da crítica negativa ser maioria, achei o jogo muito interessante exatamente por sair da fórmula básica de ação frenética e quase desorientadora, super zumbis mutacionados, explosões a cada 5 minutos e outras coisas recorrentes na maioria dos games de zumbi de hoje. Zombi U é legal porque tenta te colocar em uma situação crível, onde você não é super herói que vai dizimar zumbis (o que considero até divertido as vezes, mas também algo casual e pouco imersivo), mas sobrevivente em um mundo infestado de zumbis, onde ser infectado é simplesmente o fim daquele personagem. Claro que ele não tem o nível de complexidade e simulação que um Project Zomboid, mas por ser 3d cria um clima infinitamente mais imersivo e aterrorizante, algo que havia sido retirado por completo dos jogos de zumbi.

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    1. Perfeito, Igor, é isso aí mesmo.

      Só um adendo: as críticas negativas até não são *maioria*, tanto que o jogo ainda sustenta uma média respeitável de 77 no Metacritic (http://www.metacritic.com/game/wii-u/zombiu), com 49 positivas, 20 “mixed” e apenas uma realmente negativa. O problema é que entre as “mixed” está a da IGN e a negativa é do GameSpot, os dois portais de games mais famosos do mundo, e essas duas notas (entre outras) derrubaram uma média que de outra maneira estaria acima de 80.

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      1. Eu disse a um tempo atrás, essas análises estão muito discrepantes sim. Cada site dá a nota que quer e que se dane. Está na hora de se pensar em outros métodos de avaliação. Ou, esquece-los. Pois na verdade a grande maioria de quem joga não dá a mínima para esses sites.

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      2. Se é um survival, tão querendo varias armas? Se tivesse um apocalipse zumbi nesse momento a unica arma que eu teria seria o meu teclado e um revolver enferrujado rs. Pessoal leite com pera. Querendo ação? Até parece que na vida real tem caixas que pagam para vir armas sortidas, ou encontrar arma na parede, não é uma critica ao black ops, mas sim relatando que se for pra alcançar a realidade o pessoal tem que olhar em volta e pensar ‘o que eu tenho para me proteger?’ ou querem que as munições brotem dos inimigos mortos? ou então… Leite com pera.

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  15. Achei o game muito bom e único no seu jeito de ser. Som excelente, ambientação sinistra demais, ótima utilização dos recursos do gamepad, e o que mais curti são os efeitos de luz e a chuva.

    Na boa, aquela chuva tá maneira demais.

    Gostaria que o hype em cima do game se mantivesse até a Nintendo alavancar as vendas do Wii U, porque este game merece um numero maior de vendas.

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    1. Caramba não conhecia esse site, com certeza o reviewer mais hipster: “Ai olhem pra mim como eu vou contra alguns grandes jogos massificados porque tenho um senso critico especial”. Dae você vai ver o review é um textinho medíocre de 5 linhas que tem mais a ver com nostalgia ou com o estado de espirito do sujeito na hora da analise.

      1/5 para Re6, 3/5 para operation racoon city.

      Nota 2/5 para forza 4 pq ele nao sente no jogo a adrenalina que ele sente jogando NFS shift 2.

      Nota 1/5 para halo 4 porque é mais do mesmo, 4/5 para black ops 2

      E pra completar a cena, faz um monte de analises de jogos desconhecidos pra mostrar como o cardapio dele é avant-garde.

      Esse cara é incoerente demais.

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      1. Pois é… Eu não ia falar nada sobre o Quarter to Three, mas já que você apontou, eu também acho esses reviews muito esquisitos.

        Mas vale dizer que eu acho sim merecido o Black Ops II receber um 4/5, ou 8/10. É disparado o Call of Duty mais criativo e diferente do padrão da série desde que a franquia estourou com Modern Warfare. Ele até tem resultados diferentes para cada fase, de acordo com o que você conseguiu fazer nela ou deixar de fazer, além de fases especiais entremeadas na campanha principal que você pode jogar como um comandante estratégico, como visão de cima ou em 1ª pessoa, à escolha.
        Tanto que foi o primeiro CoD até hoje que eu resolvi guardar para jogar a campanha de novo no futuro, em vez de terminá-lo em poucas horas e passá-lo adiante no TrocaJogo ou no Mercado Livre.

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      2. O único review que levo consideração é do do zangado, e mesmo assim não é um review, é um ‘vale ou não a pena jogar’ ele fala sobre vários aspectos do jogo, e não é só um fator que ele fala que pode ser decisivo em valer ou não a compra. Já economizei bastante vendo os videos dele, e até dando chance para jogos que no final valeram a pena.

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  16. O editor da ONM, da Inglaterra, postou uma análise sobre a discrepância entre as notas dos sites europeus (normalmente positivas e acima de 8) e dos sites americanos (abaixo de 7, normalmente). No texto o autor fala que grande parte das notas vai muito da expectativa que os reviewers tinham do jogo. Enquanto que o Europeus esperavam um jogo onde o enfoque era sobreviver, os Americanos esperavam um jogo mais voltado para ação.

    Parece que muitos dos reviewers estavam esperando um CoD com zumbis e se decepcionaram. Alguns reclamavam de pouca variedade de armas. Outros jogos tem uma limitação maior ainda, e nem por isso eles deixa de ser ótimos Survival.

    Quem realmente entendeu a proposta da Ubisoft e do jogo, se agradou. Se considerar que a produtora tinha o jogo Killer Freaks em mente, ela deve ter trabalhado no Game em torno de um ano.

    Link: http://www.officialnintendomagazine.co.uk/43988/why-zombiu-has-got-mixed-reviews/?page=2

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    1. Eu acho que não é *só* isso, mas com certeza é um fator. Eu sempre digo que a chegada da Microsoft no mercado mudou muita coisa no mercado americano, por ser a primeira empresa local a ter uma plataforma de grande sucesso desde a Atari. Parte do sucesso dela foi justamente levar para console certos tipos de jogos de ação que antes só funcionavam mesmo no PC, como os jogos de tiro em 1ª pessoa, e isso sedimentou o gosto dos americanos. Bem ou mal a imprensa de um país sempre vai puxar a sardinha para a indústria local em qualquer lugar do mundo.

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      1. Ahhh, um detalhe. A indústria do game cresceu absurdamente, mas a imprensa de games não. Isso mostra 2 coisas: 1) O amadorismo destes jornalistas dito “especialistas”, 2) Que a grande (e bota grande nisso) maioria dos que jogam vídeo-game, não dá a mínima para esse jornalismo.

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      2. Teve um monte de reviews que os caras tinham como “contras”, a dificuldade do game, a falta de munição e a facilidade pra morrer… cada jornalista hoje em dia…

        O jogo é um survival!! quer moleza? vá jogar RE 5/6 e matar monstros que se transformam em cash e ammo quando morrem.

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      3. Eu acho que deveriam banir notas de analises de jogos… pior que isso acomodou tanto os jogadores que aqui mesmo, em um fórum, é muito mais comum ver pessoas discutindo notas ao invés das analises (o ideal seria discutir jogos… mas seria “exigir muito”)… eu acho um absurdo… além de que é totalmente incoerente quantificar algo subjetivo quanto a experiência que um jogo proporciona.

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        1. É por essas e outras que o Kotaku eliminou notas de suas resenhas. E olha que eu nem gosto do Kotaku, faz tempo que virou um blog sensacionalista-panfletário, mas nesse quesito fizeram muito certo.

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    2. Talvez isso tenha a ver com essa tal sensibilidade diferente de cada lugar, o que me lembra de uma entrevista do Hideo Kojima que ele dizia que enquanto o alemão jogava MGS3 tentando não ser visto, usando todas as camuflagens possíveis, o americano jogava com o Snake sem camisa, usando uma bandana vermelha, tipo o Rambo – já o japonês ficava caçando e matando os bichinhos pra colecionar…

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  17. A diferença é que nos EUA o jaba dado pela Ubisoft foi menos generoso.

    Ainda aguardando a analise do Quarter to Three… atualmente site que mais confio, não só pelas notas, mas pq o cara escreve pra caralho e realmente manja do que ta falando… pena que é só um cara e ele apenas resenha o que joga (é bem mais que eu, mas nunca terá grande volume).

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    1. Aquele que deu 1/5 (nota mínima, ou seja, seria um 0?) para Halo 4, 2/5 para Journey, 2/5 para Sleeping Dogs, 4/5 para Black Ops 2, 4/5 para Driver San Francisco… é, manja muito…

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      1. O review dele sobre Halo é absolutamente ridículo, o cara implicou com completamente tudo, até com as novidades que a comunidade curtiu, como o Spartan Ops (implicou até com a Cortana está “sexy” e que ela I.A. possuem tempo de vida útil). E pior, achou “mais do mesmo” um jogo que deu uma guinada total na história, que não tem absolutamente nada a ver com os anteriores, mas provavelmente ele não entende bulhufas da série e para ele matar grunts, elites, jackals e hunters se resume a mais do mesmo. A única crítica que concordo foi pela diversidade dos antagonistas Forerunner, mas é um detalhe pequeno demais para rebaixar o jogo daquela maneira. O mundo inteiro achou que o jogo evoluiu em vários aspectos, mas vem um cara sabe-se lá onde querendo aparecer mandando simplesmente uma pérola: “Halo 4 provou que pior do que mais do mesmo, é menos do mesmo…”, com uma dessas ele encerra com chave de ouro algo que simplesmente não tem como levar a sério e posso te dizer que toda a certeza, de Halo ele não manja porra nenhuma, e partindo desse princípio não imagino que ele consiga fazer melhor no restante (a análise de Journey é tão ridícula quanto, assim como de Black Ops 2, no oposto).

        Uma pessoa que tem um site de reviews, devia ter no mínimo um senso de imparcialidade para analisar fatores técnicos que não podem passar despercebidos. Você criticar o enredo é uma coisa, ninguém é obrigado a gostar do estilo A ou B, agora não reconhecer que tal jogo tem suas qualidades é outra totalmente diferente. As “análises” dele estão mais para resenhas, e jamais deviam incluir notas porque não seguem parâmetros algum, me admiro o metacritic incluir um site ridículo como esse, o cara só quer chamar atenção, e ele acaba conseguindo com essas “trolladas”.

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  18. Deixando um aviso aqui de que acabei de reprovar um comentário na moderação por um motivo simples: para evitar que a pessoa pagasse mico na frente de todo mundo, demonstrando sua incapacidade de interpretar um texto 🙂

    O comentário era um mimimi de que “ah então agora só porque eu não gosto do ZombiU sou um idiota que só joga Call of Duty?”. Acho que para quem prestou atenção, não tem NADA disso no texto. Ele apenas constata fatos: survival horror é um nicho e sempre foi, mesmo quando *parecia* ser popular (os primeiros Resident Evil, Silent Hill etc.).

    Em nenhum momento está escrito que você DEVE jogar esses tipos de jogos. Pelo contrário: o texto deixa claro que o erro é *se forçar* a jogar games assim achando que serão algo diferente. Para ficar claro, deixem-me fazer uma analogia reversa. Se você gosta de jogo de futebol – algo bastante popular, e que eu mesmo jogo todo ano desde Fifa 98 – você vai entregar uma resenha a alguém que NÃO gosta do esporte? Você vai confiar na palavra de quem NÃO curte esse tipo de jogo?

    O que esta análise está sugerindo é que jogos tradicionais de horror não são para todo mundo, nunca estarão entre os gêneros mais vendáveis, e não devem ser consumidos e avaliados por quem não quer jogos com aquelas características. Só isso. Não há nada contra outros tipos de jogos aqui, tanto que adoro Dead Island, joguei muito Left 4 Dead e encarei todos os Call of Duty desde Modern Warfare, justamente quando a série ficou popular (aliás, estou achando Black Ops II o melhor deles).

    É só que não dá para confundir alhos com bugalhos e criticar futebol porque não usa as mãos, quando essa nunca foi a proposta do esporte. Com ZombiU é a mesma coisa. Pode não gostar o quanto quiser, mas não faz sentido algum medi-lo pelo que ele nunca se propôs a ser.

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    1. É justo, entretanto eu realmente acho que a principio tem que ser sensivel sobre quem vai ser o avaliador, senão eventualmente vai ocorrer novamente a polemica que a IGN teve algum tempo atras, onde um de seus avaliadores avaliou um desses gerenciadores de futebol (Championish Manager?) com nota 2, argumentando no texto da analise de que FIFA e PES são muito melhores que uma coleção de estatisticas que é vagamente um jogo.

      E não que ele esteja errado, de forma bruta é a opinião de alguem que simplesmente não gosta do genero, mas a nivel de publicação é uma analise completamente inutil, quem era interessado no genero simplesmente não conseguiu abstrair na analise a relação dele no mercado, se ele faz bem sua proposta e como se compara com outros jogos existentes e quem não é interessado no genero mas queria saber sobre o que se tratava o jogo dificilmente vai conseguir tirar algum merito daquela analise.

      E a questão da popularidade não bate muito longe disso, a primeira instancia por exemplo provavelmente era logico dar nota baixa para Just Dance ja que o publico que visita o site em geral deve pensar isso mesmo, entretanto no momento que o jogo se torna popular e as pessoas querem se informar sobre sequencias e jogos similares é complicado voce ter analises que são basicamente inuteis para esse publico em função de não ser facil abstrair meritos de uma analise com essa perspectiva.

      Essa falta de definição de publico é um problema, os sites/revistas não querem perder acesso dos entusiastas, então promovem o seu pessoal e material como profissional, entretanto é dificil definir a grande maioria das analises como algo alem de um re-leitura da capa traseira de um jogo com gostei/desgostei do lado de suas caracteristicas principais, são claramente textos feitos para qualquer um ler e resumir o seu pensamento em bom ou ruim, o que definitivamente é o contrario do que um entusiasta precisa, que é basicamente entender quais são as mecanicas e porque eles poderiam ser consideradas excelentes ou deficientes.

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      1. Faz tempo que a IGN e o Gamespot estão incorrendo nesse erro básico, provavelmente por falta de verba e pessoal. Não é necessário *sempre* colocar alguém que conhece *profundamente* o gênero de um jogo para avaliá-lo, mas a pessoa precisa no mínimo entender que ela está fazendo uma análise direcionada principalmente para quem tem interesse naquele gênero/tipo de jogo, e que para esse público pouco importa o que essa pessoa acha ou deixa de achar daquele gênero.

        Você citou o Championship Manager, eu lembrei de Double Dragon Neon, em que o autor perde tempo tentando defender que beat’em ups são coisa do passado e que “ninguém” se interessa por eles mais. Além da hipérbole (“ninguém”?), da arrogância de querer falar por todo mundo e do erro factual (se beat’em ups fossem coisa do passado, Castle Crashers e Scott Pilgrim não teriam feito o sucesso que fizeram)… Para quem está interessado no jogo, o que diabos interessa se ele será popular ou não? Se ainda fosse um jogo apenas com multiplayer online, tudo bem, mas não é.

        Compare com a abordagem que eu tive aqui ao mencionar que survival horror não é um gênero popular: foi algo escorado em fatos (vende menos que outros gêneros), e usado para explicar por que ZombiU não vendeu bem e por que não foi unânime na crítica, mesmo sendo um ótimo jogo, na minha opinião. Se não for para contextualizar, como eu fiz, melhor não perder tempo conjecturando coisas de mercado e/ou para onde um gênero vai ou deixa de ir.

        Tem gente nesse meio (jornalismo de games) que trata as resenhas de games como se fossem de filmes, livros ou discos, quando não são exatamente a mesma coisa. Para começar, filmes, livros e discos têm alcance mais universal independentemente de gêneros, e exigem menos investimento de tempo e dinheiro. Com isso, o caráter de “guia de compra” que toda resenha tem (se não tiver vira ensaio/tratado acadêmico) ganha uma importância ainda maior. Não dá para brincar com isso. Quer escrever sobre games como arte, não faça resenhas, faça artigos, teses, ensaios.

        Mas esse pessoal, que é sim amador, acha que fazer resenha “de arte” significa “dar sua opinião”, doa a quem doer, porque opinião “é algo sagrado”. Não é bem assim. Análises dependem sim de uma boa dose de objetividade – nenhuma forma de arte existe no vácuo, nenhuma forma de arte prescinde de técnicas e padrões facilmente reconhecíveis por quem estudar aquela arte. Essa história de que “gosto é gosto” não tem nada a ver com análises, e sim com preferências. Análise é coisa séria e tem que ser encarada assim, não como plataforma para defender suas preferências pessoais apenas.

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  19. Fabio Sooner já jogasse Outlast e Gone Home o pessoal ta elogiando bastante esses dois jogos, e queria saber se tu vais fazer análise também deles se possível.

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    1. Gone Home eu me recuso a jogar. Sinto a quilômetro de distância o cheiro de jogo metido a artístico que no fundo não diz nada, mas os críticos adoram só por ser referencial – por exemplo, só porque tem a “ousadia” de ter uma protagonista feminina que lia fanzines riot grrrl, como se isso fosse algum mérito em si mesmo (pelo contrário, ler fanzine riot grrrrl deveria ser motivo de vergonha XD).

      Agora, Outlast, podem se preparar que é CERTEZA. Tô jogando 1 a 2 horas por dia dele pelo simples fato de que não CONSIGO jogar por muito mais tempo sem ficar com o coração acelerado, e eu não sou mais jovem para ficar brincando com isso 😄 Falando sério, quem curtiu Amnesia TEM que jogar Outlast, mesmo que não ache no mesmo nível (ainda não me decidi – a jogabilidade com certeza é mais refinada, mas vamos ver como tudo se desenvolve até o final).

      Mas tenham paciência que ainda tem umas três análises antes de jogos que já terminei faz tempo ou estou para terminar – uma delas saindo do forno daqui a uns 10 minutos.

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        1. Exatamente por isso estou criticando apenas o *conteúdo* dele que a imprensa já revelou, e a postura geral da imprensa quanto a esse tipo de conteúdo. Repare que não teci nenhum comentário sobre jogabilidade, por exemplo. E por melhor que ela possa ser, o conteúdo é o suficiente para me manter distante.

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        1. Eu *deveria* te manter na ignorância pelo seu próprio bem XD, mas OK, aí vai:
          “Movimento” riot grrrl: http://pt.wikipedia.org/wiki/Riot_Grrrl (com ressalvas – as Breeders provavelmente ficariam putas de serem rotuladas dessa forma)
          Fanzine: http://pt.wikipedia.org/wiki/Fanzines
          Já é um saco ter que aturar feminismo moderno (que de “apoio às mulheres” não tem nada, é apenas marxismo com guerra dos sexos no lugar de luta de classes), mas aguentá-lo misturado com punk rock ruim é de doer na alma. L7 e Le Tigre são legais de ouvir, porém 😄

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      1. Eu queria saber se tu jogaste Ni No Kuni – Wrath of the White Witch um jogo de RPG japonês que também estão elogiando muito que saiu para Nintendo DS e PlayStation 3.

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        1. Eu tenho a versão de PS3 mas não avancei nele porque ainda estou me dedicando a outros RPGs/jogos de estratégia longos que gostei mais ainda de primeira, como Shin Megami Tensei IV, Fire Emblem: Awakening e Persona 4: The Golden. Mas o pouco que joguei de Ni No Kuni achei muito bom. Assim que terminar os citados parto para ele (no PS3, a versão de DS não saiu no Ocidente e tem conteúdo a menos) e Etrian Odyssey IV (3DS).

          Ah, e se tu ou qualquer leitor quiser saber minhas opiniões sobre o que ando jogando ou não, aconselho a me seguir no twitter: @regames. Sempre comento alguma coisa sobre o que comprei, deixei de comprar, estou jogando ou me recuso a jogar todo dia por lá. Só se prepare que volta e meia também deixo claro o quanto não suporto política de esquerda e como não vejo a hora de fugir desse país, também. 😄

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          1. High-five o/
            Então me segue lá que está em casa 😄 Se tu tiver twitter com um nome diferente de “Mateus Nascimento”, me avisa que te sigo também.

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      2. “Sinto a quilômetro de distância o cheiro de jogo metido a artístico que no fundo não diz nada”, mas Journey e The Unfinished Swan também não são a mesma coisa.

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        1. Não, porque eles DIZEM ALGUMA COISA. Essa é diferença, e expliquei sobre esses dois aqui mesmo no blog:

          Melhores de 2012: Journey
          Melhores de 2012: The Unfinished Swan

          E antes que digam “ah é porque são da PSN!”. Mentira:

          Melhores de 2012 – Home (PC)

          Jogo “metido a artístico” não é um problema em si. O problema é que ao se propor a isso, tem que ser REALMENTE profundo. Só colocar umas imagens bonitas e evocar a nostalgia de uma época não adianta. Tomara que Gone Home não seja só isso, mas não li UMA resenha que tenha me convencido do contrário: só vi autores de 20-30 anos escrevendo coisas com “ah como era bom no meu tempo de adolescente!” nas entrelinhas.

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          1. Chamou? Eu chorei 😄 É outro bom exemplo de jogo “metido a artístico” que tem o que dizer. Praticamente não tem jogabilidade, é só encontrar o item/ativar o evento que te deixa ir do ponto A ao B, mas a história sozinha vale o jogo inteiro.

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  20. Para você um jogo que queira se torna um jogo “artístico” tem que ter mais que belas imagens tem que ter acima de tudo conteúdo.

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    1. Tem que ter algo a dizer. Eu sei que isso é subjetivo e difícil de avaliar, mas quando uma obra *não* tem o que dizer, costuma ficar bem claro.

      Apelar para memória afetiva, por exemplo, qualquer um pode fazer. Acabei de fazer 40 anos e lembro de ter visto Titãs ao vivo quando a banda inteira estava viva e era mais relevante. É claro que se um filme, livro ou jogo referenciar essa época, eu vou abrir um sorriso. Mas se for só isso, a obra não está dizendo nada, apenas apelando para minha memória afetiva.

      Agora, se na história do filme, livro ou jogo você tem uma recriação da época que retrata a picuinha que certos setores da imprensa de música tinham com a banda porque ela era formada por gente bem-nascida de São Paulo e mesmo assim se metia a fazer “punk cabeça”, aí você tem uma série de temas possíveis que podem ser abordados. Você pode abordar integridade da crítica, se punk é mesmo coisa de pé-rapado, se punk deve ser politizado, se naquela época as pessoas eram mais ingênuas, e por aí vai. Agora, quando eu li resenhas de Gone Home, só citam que a protagonista é adolescente e ao voltar para casa acha fanzines de riot grrrl que ela lia quando mais jovem. Ninguém comenta porque isso é relevante, como isso reflete o tema do jogo (se existe), e assim por diante. Por isso fica difícil de acreditar.

      Pode ser que o jogo TENHA temas e essa imprensa de games, que é péssima em interpretação de textos/filmes/livros/séries etc., não tenha notado, e esteja apenas querendo promover o jogo para satisfazer sua agenda política liberal americana. Mas na dúvida, não vou comprar um jogo a preço cheio que provavelmente vai me irritar por feminismo implícito.

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        1. Eu estou a um passo de terminar o jogo e estou achando bom, mesmo não tendo jogado o original. Isso dito, é o jogo de NES com uma roupagem nova, não muda nada na jogabilidade (a julgar pelo que vi em vídeos do original) e só acrescenta cutscenes e um trechinho a mais no final após o último chefe (e é justamente esse trechinho que ainda não superei). Falei sobre o jogo no último Godmode Podcast de que participei:
          http://www.godmodepodcast.com/2013/09/godmode-drops-62.html
          Também falei de Papo & Yo e The Bureau: XCOM Declassified.

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      1. O feminismo está firmemente enraizado e está no controle dos mecanismos que ostentam o monopólio do uso da força física, legítimo ou não. Não há praticamente nenhuma força contrária que resista.
        Sou ateu, mas reconheço que infelizmente o Ocidente encontrou sua nova Missão Imperial para substituir a Cristandade Global: a forçada adoração de mulheres. E como qualquer voz discordante é imediata e violentamente reprimida, as feministas são livres para radicalizarem sua agenda antimasculina e supremacista feminina, ao ponto de desencadearem no mundo a doença moral e todo tipo de atrocidades vingativas.
        As mulheres sempre foram o grupo mais protegido de todos os tempos, em quase todas as épocas da humanidade, embora feministas mintam, e mintam muito, dizendo o contrário. Os homens sempre sacrificaram totalmente — sua própria essência, o seu ser e sua identidade, para salvar as mulheres que eles nem sequer conheciam e conhecem — isso está bem resumido naquele lema histórico, “mulheres e crianças, primeiro”.
        Ou seja, o mundo sempre foi ginocêntrico! O feminismo é a extensão radical e totalitária desse Ginocentrismo e controla completamente o estado e a mídia forjando consentimento em massa. Podemos definir o feminismo como o PROJETO PARA AUMENTAR O PODER DAS MULHERES INFINITAMENTE, ou ainda, como, SUPREMACISMO FEMININO!
        Há uma verdadeira obsessão da sociedade em proteger e conceder cada vez mais bem-estar e privilégios ilegítimos ilegítimos às mulheres. Enquanto feministas querem conquistar uma autonomia total e um poder total para poder fazer o que quiserem, a autonomia e as liberdades individuais dos homens vêm sendo atacadas constantemente.

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      2. Gone Home: O jogo aonde uma garota está de castigo e trancada na Mansão do Resident Evil por que, seus pais descobriram que ela é lésbica, e ela quer fugir para se encontrar com a namorada. Será que ele vale R$ 30??

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        1. Aposto que tem trocentos jogos indie de 2013 que custam menos do que isso e são muito mais inovadores em termos de jogabilidade, e por isso mereceriam mais atenção do que Gone Home (que com certeza está sendo celebrado só por ter uma protagonista lésbica). Agora mesmo estava jogando Foul Play. Quem gostou de Castle Crashers, ou quem acha que os beat’em ups não andam inovando o suficiente, tem que jogar Foul Play. Por R$ 25 deve ser muito mais jogo (pun intended).

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  21. E os jogos American McGee’s Alice e Alice: Madness Returns são bons jogos? Não quero gastar meu dinheiro se não valer a pena.

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    1. Eu gosto bastante de Madness Returns, mas ele é bem mais longo do que deveria ser (bate quase 30 horas se vc quiser achar tudo que está escondido). Tanto que até hoje não terminei. Se você o achar barato (não é difícil hoje) recomendo, ainda mais agora que a EA liberou de graça o online pass, que dá de graça justamente o jogo anterior, American McGee’s Alice (pelo menos nos consoles, não sei no PC). O primeiro Alice envelheceu e é um tanto repetitivo, mas pelo menos é mais curto e vale a pena jogá-lo só pela bizarrice, mesmo que você abandone no meio. O Madness Returns é mais bem resolvido como jogo.

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        1. Metro 2033 eu estou tentando terminar para passar ao Last Light e não estou conseguindo. Estou achando o jogo muito travado e preocupado demais em fazer clima, a ponto de ficar meio sem graça de jogar. E olha que botei no fácil para não perder muito tempo e só avançar na história.

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    1. Não fica na sombra do primeiro, de forma alguma. Ele aprimora as mecânicas, visual e design, ou seja, é melhor praticamente em tudo. Só não vou dizer que supera na trama porque ainda não o terminei, mas por enquanto está tão boa quanto no original. Que aliás eu gosto muito, acho um dos jogos de horror mais subestimados dessa geração.

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  22. Tudo bem que Resident Evil fugiu dos zumbis do 4° jogo em diante, mas não é por isso que a série ficou uma bosta. Resident Evil era mais legal quando eram zumbis e vc se cagava todo por de repente algum aparecer? sim era !, mas não é por isso que Resident Evil 4, 5 e 6 são ruins, eu gosto da estória e continuei jogando para continuar acompanhando a estória do jogo e gostei muito de como desenvolveram a mecânica do jogo a partir do 4°.
    E sempre da raiva quando se encontra alguém que da essa desculpa que não tem zumbis, é tanta gente falando a mesma baboseira que nem perco mais meu tempo explicando sobre las plagas e uroboros.

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    1. Eu joguei o Resident 4 cerca de três ou quatro meses depois do lançamento, eu tinha 21 anos, o que eu mais gostava no Resident 4 era o suspense, e realmente ele marcou época com um dos melhores gráficos produzidos para aquela geração, mas medo mesmo só na parte das “Múmias” kkk’ eu joguei o Zombi-U e achei muito bom, só não completei, pois não tenho um Wii-U, Infelizmente.

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  23. O review da IGN foi feito pelo Greg Miller, que ou odeia a Nintendo ou é um adorador da Sony. Pelo o que eu estava vendo, a maioria dos reviews com nota baixa deram pontos negativos em coisas extremamente banais.

    O jogo é de sobrevivência, logo é normal que seja mais difícil de matar os zumbis. E se é de sobrevivência, é mais normal que muitas vezes você esqueça do objetivo principal do jogo, pois você está mais focado em sobreviver e não simplesmente sair correndo no meio da horla de zumbis assim como no L4D.

    A Gamespot deu ponto negativo para a AI, sendo que zumbis não tem cérebro pra pensar, o que praticamente dispensa o uso de uma AI avançada. Além de não terem analisado os gráficos e nem os sons.

    Ao meu ver, se os reviewers não foram tendenciosos na análise deles, eles talvez tenham achado que o ZombiU fosse algo como L4D, mesmo que a Ubisoft tenha anunciado para o mundo que o jogo não seria um “corra e atire” como é a maioria dos jogos de zumbi.

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  24. Uma pessoa que vá ver o review da IGN e da Gamespot e vê essas notas, simplesmente rejeita o jogo se não procurar outras fontes. Agora, a pessoa que procurou outras fontes e viu essas notas desses sites, simplesmente fica com o pé atrás em relação ao jogo. Ou seja, as notas baixas dadas pelos reviewers simplesmente podem fazer um excelente jogo não vender, tudo porque acham que um horror-survivor é um jogo como L4D, quando na verdade tem que remeter aos antigos Silent Hill. Como está escrito no artigo da OMN, antes de comprar o ZombiU, “é necessário o comprador parar e pensar no que ele espera de um jogo dessa categoria. Se for um jogo de horror com ‘action-packed’, então o ZombiU não é para ele.”

    Como coloquei numa outra resposta acima, a não ser que esses reviews tenham sido comprados, é bem possível que quem analisou o game falhou em capturar a essência do jogo.

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  25. Sabe algo que eu acho ridículo em alguns jogos? É você jogar com o personagem em 1º pessoa, e quando abrimos uma porta, simplesmente a porta abre sozinha, não mostra o braço, nem a mão do cara girando a maçaneta! Poxa, os caras poderiam se ligar nesses detalhes… parece que o personagem que jogamos é invisível!

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  26. O Wii U é um ótimo console. O problema é que a Nintendo perdeu muito no mercado de multiplataformas com o Wii, apostando mais em seus exclusivos. Espero que mais empresas olhem para o Wii U como a Ubisoft fez. Zombi U é um ótimo game, e mostra todo o potencial do Wii U

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  27. Vivo em Portugal e tenho uma Wii-U há uns 6 meses, bom Nintendista que sou. Já zerei o Zombi-U e digo logo, um dos melhores jogos de survival horror que já joguei… Comparo a experiência com a primeira vez que joguei R. Evil 4… Um jogo genuinamente assustador, que te obriga a pensar antes de partir pra porrada. Não é um jogo de ação de forma alguma, por isso quem for jogar a espera de um First person shooter, não vai gostar. Mas quem curte um verdadeiro survival horror, o jogo é excelente!

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  28. Dicas básicas: 1-JUNTA MUITA MUNIÇÃO E NÃO GASTE A TOA. Use mais o arco e fleche pois dá pra pegar de volta se acertar o zumbi. 2-Use a “SECRETA” tábua de atualizar itens, onde você melhora as armas. É onde você pegou a telazinha igual o gamepad, lá na safehouse. 3-Para arrastão de zumbi, jogue sinalizador. Se não der, aperte ZR pra empurrar quando vários chegarem perto e tenta atacar de preferência um por vez. 4-Mata logo o maldito zumbi vermelho em chamas, um hit dele tira 95% da sua vida!

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  29. O gameplay desse jogo foi uma das coisas q me fez ter vontade de comprar o WiiU. Mas ainda vou esperar um pouquinho mais (até cair o preço por aqui). Parabéns analise excelente como sempre, e principalmente parabéns por comprar o WiiU apesar de todo o zun zun zun contra o novo console da BigN. É isso ai, em vez de embarcar na onda, as vezes a gente tem q pagar pra ver. Sou teu fã cara.

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