Tilt: Os tais 15 jogos exclusivos de Xbox One

tiltTilt é a seção em que matuto sobre as tendências que mais me incomodam no mundo dos games. Se um certo jogo, estúdio, publisher, veículo, público ou categoria de profissionais adotar um discurso furado, é aqui que irei comentar – ou melhor, criticar.

Até então, tenho evitado falar sobre a apresentação do Xbox One neste blog por uma série de motivos além da simples falta de tempo: a E3 está logo ali, muita coisa ainda está em aberto/mal explicada e, sinceramente, a reação geral pode ser melhor resumida em um podcast – como o do Godmode em que participei. Além disso, o debate foi aberto tão cedo, e em tantas frentes, que não tinha muita coisa a acrescentar em forma de texto… Até que me ocorreu algo sobre um ponto específico da apresentação: os prometidos “15 jogos exclusivos, 8 deles franquias novas”.

Quando números enganam

Os números podem até não mentir, mas tem quem engane usando números

Os mais pessimistas/realistas (dependendo do ponto de vista) entre vocês já devem ter pensado “é, mas que jogos serão esses?”, especialmente considerando que nos últimos dois anos uma série de exclusivos de Xbox 360 foram jogos voltados para a família e/ou de Kinect. Mas pensando um pouco, também me chamou a atenção o número em si. Quinze. Números absolutos são bonitos de se arrotar, mas não significam nada sem contexto. Quinze jogos em um ano de vida do console: como isso se compara com os anteriores? É muito? Pouco? O esperado?

Isso é uma coisa que eu poderia fazer: comparar com os dois últimos consoles lançados no mercado. E por que dois e não cinco, dez, quinze? Porque esses dois são justamente o Wii U e o Playstation Vita – ou seja, um de cada concorrente direta da Microsoft e ambos com fama de “terem poucos jogos”. Ou seja, são o mínimo denominador comum das expectativas atuais dos consumidores, e supostamente deveriam representar o limite a ser superado – e por uma boa margem – por quem quiser demonstrar que “tem jogos”. Será que os quinze jogos do Xbox One são suficientes? Vejamos:

Critérios

Critérios

As empresas às vezes podem não ter critério, mas nós temos que ter

Antes de mais nada, é bom estabelecer critérios. O que a Microsoft anunciou é que está fazendo quinze jogos internamente (ou seja, jogos first party), a serem lançados no primeiro ano de existência do console. Salvo malabarismos retóricos, isso significa jogos com a Microsoft como publisher (editora). Nada foi dito sobre serem lançamentos em disco, então tenha em mente que parte desses quinze jogos podem ser menores, distribuídos apenas na Xbox LIVE Arcade.  Também é preciso reconhecer como funciona o mercado de games e assumir que algum desses quinze jogos (senão mais) vai acabar atrasando, em pelo menos um a três meses; é até bom que aconteça, porque ninguém quer ver jogo lançado na correria. Logo, vou usar uma “margem de erro” de até três meses.

Esses serão os parâmetros usados na comparação com a biblioteca do Vita e do Wii U: jogos exclusivos desenvolvidos e publicados pela Nintendo ou Sony, em disco ou distribuição digital. Para referência de data, o Wii U saiu no ocidente no final de novembro de 2012, e o Playstation Vita em fevereiro de 2012. No caso do Wii U, portanto, temos que contar jogos já anunciados que devem sair até o final de 2013, mais ou menos. No Vita, vale até fevereiro último, noves-fora a “margem de erro”.

Xbox vs. PS3

É filha, os dois publicam diferente…

Notem que há diferenças no modelo de publicação de Microsoft e Sony que, para os propósitos dessa comparação, podem ser desfavoráveis à Sony: a Microsoft exige que seus jogos da Arcade tenham uma publisher, nem que seja ela mesma, enquanto a Sony permite autopublicação. Isso quer dizer que alguns exclusivos de Vita com boa recepção não foram oficialmente publicados pela Sony, como Guacamelee!Sound ShapesEscape Plan; logo, contar esses jogos pode render um debate. Além disso, jogos que saíram também para Nintendo 3DS e PS3 contam como exclusivos first-party, obviamente; afinal, se a Microsoft tivesse um portátil, certamente alguns desses quinze jogos first-party do Xbox One ganhariam versão para ele.

Com essas fronteiras estabelecidas, vamos aos jogos:

Wii U: Quantidade semelhante, variedade discutível

Todo mundo associa hoje a Nintendo com jogos para a família e coletâneas de minigames, e com boa razão, mas vamos combinar de novo que esse não é o assunto aqui – e nem tinha como ser, porque alguns dos quinze jogos do Xbox One podem muito bem ser do mesmo tipo, como a biblioteca do Kinect atual demonstra. Logo, se você ler esse artigo após a E3 2013 e notar que os exclusivos de Xbox One te agradam muito mais, entenda: pode ser que eu concorde. Lembre-se: o ponto em discussão, no momento da escrita deste artigo, é o número, e se quinze exclusivos first-party em um ano é algo assim tão incomum. Isso dito, vamos aos jogos:

Wii U

Esperando mais jogos

  1. New Super Mario Bros U (18/11/2012)
  2. Nintendo Land (18/11/2012)
  3. Lego City Undercover (18/03/2013)
  4. Game & Wario (23/06/2013)
  5. Pikmin 3 (04/08/2013)
  6. The Wonderful 101 (15/09/2013)
  7. The Legend of Zelda: Wind Waker HD (“terceiro trimestre”, ou seja, até 30/09/2013)
  8. Wii U Party (idem Wind Waker)
  9. Super Mario Wii U (rumores de lançamento em outubro, deve sair em 2013)
  10. Mario & Sonic at the Sochi Winter Games (sem data, mas os Jogos Olímpicos de Inverno acontecem em fevereiro de 2014; logo, deve sair ainda em 2013)
  11. Mario Kart Wii U (sem data, mas previsto para 2013, com demo jogável na E3)
  12. Sonic Lost Word (idem Mario Kart Wii U)
  13. Wii Fit U (idem Mario Kart Wii U)

Notem que a lista não inclui Shadow of the Eternals, porque vai sair também para PC e está sendo bancado em parte via Kickstarter; Shin Megami Tensei x Fire Emblem, por ser em conjunto com a Atlus e não ter estimativa de data ainda; e nem New Super Luigi U, que tecnicamente é uma expansão para New Super Mario Bros U. Também não incluí jogos como Bayonetta 2Super Smash Bros Wii UX (o provável Xenoblade Chronicles II) e Yarn Yoshi porque não há expectativa ou rumores de que sairão ainda em 2013 – embora seja possível que alguns saiam esse ano ou na “margem de erro” de três meses.

Com um monte de franquias ainda sem jogo inédito no Wii U, como Zelda, Metroid, StarFox, F-Zero, Kirby e outras, a Nintendo deve anunciar pelo menos dois jogos novos para 2013 na E3, possivelmente mais – o que faria o total igualar ou superar os quinze exclusivos first-party prometidos para o Xbox One. Sim, eu sei que há quatro jogos com o Mario nessa lista, mas como dito anteriormente, isso é outro problema. Podemos conceder que a Microsoft não lançará sequer dois, quanto mais quatro, jogos da mesma franquia no período de um ano… Mas o número total ainda é semelhante.

Ou seja, primeira conclusão estarrecedora: a Microsoft não está fazendo muito diferente do que a Nintendo com o Wii U ao anunciar quinze jogos exclusivos first party.

Playstation Vita: Mais jogos, diversidade consolidada

A percepção sobre o tamanho da biblioteca do Vita ainda varia muito, dependendo do que você gosta de jogar ou não e de que veículos de imprensa segue. Mas pelo menos ninguém enxerga a biblioteca do portátil mais recente da Sony como uma exploração infinita do mesmo personagem ou franquia; no máximo, as críticas são de que os jogos não são tão chamativos ou de que o total é “artificialmente” inflado por ports de títulos multiplataforma (e se você quiser enxergar o copo meio cheio em vez de meio vazio, isso pode virar um argumento a favor: afinal, o 3DS não recebe esses ports, e tem quem os queira). Isso dito, quantos desses são exclusivos publicados pela Sony? Aí vai:

Títulos para PS Vita

Já está sobrando jogo, e vem mais

  1. Hot Shots Golf: World Invitational (15/02/2012)
  2. Little Deviants (15/02/2012)
  3. ModNation Racers: Road Trip (15/02/2012)
  4. Super Stardust Delta (15/02/2012)*
  5. Uncharted: Golden Abyss (15/02/2012)
  6. Wipeout 2048 (15/02/2012)
  7. MLB 12: The Show (06/03/2012)*
  8. MotorStorm RC (06/03/2012)*
  9. Unit 13 (06/03/2012)
  10. Reality Fighters (13/03/2012)
  11. Resistance: Burning Skies (29/05/2012)
  12. Gravity Rush (12/06/2012)
  13. LittleBigPlanet Vita (18/09/2012)
  14. Smart As… (23/10/2012)
  15. When Vikings Attack! (06/11/2012)*
  16. Playstation All-Stars Battle Royale (20/11/2012)*
  17. Sly Cooper: Thieves in Time (05/02/2013)*

E incluindo a “margem de erro” de até três meses, temos esses jogos de março a maio de 2013:

  1. MLB 13: The Show (15/03/2013)*
  2. Soul Sacrifice (30/04/2013)
  3. Zombie Tycoon 2: Brainhov’s Revenge (30/04/2013)
  4. Jacob Jones and the Bigfoot Mystery: Episode One – A Bump in the Night (14/05/2013)
  5. Ratchet & Clank: Full Frontal Assault (21/05/2013, atrasado – a versão PS3 saiu em novembro de 2012)*

Marcados com (*) estão os títulos que são ports (quase) diretos de jogos disponíveis também para o PS3 (com parênteses para Wipeout 2048, que anda em uma linha nebulosa: é baseado no Wipeout HD de 2008, inclusive com cross-play, mas não tem apenas o mesmo conteúdo reduzido para o portátil). Ao contrário do que muitos poderiam ter imaginado, esses jogos não comportam nem a metade da lista: a maioria ainda é de títulos exclusivos para Vita mesmo, e sete deles são franquias novas, número próximo dos oito da Microsoft. E para os próximos meses já temos TearawayKillzone: MercenaryWarrior’s LairDragon’s Crown (notem: 3 franquias novas) confirmados e com data, fora o que será revelado na E3.

Jogando Persona 4 The Golden no VitaSão pelo menos 17 jogos na janela estrita de um ano e 22 no total. Agora notem a quantidade de poréns que temos que usar para conseguir reduzir os exclusivos first-party do Vita a menos de 15: já não contei Escape PlanFoosball 2012Guacamelee!Hustle Kings Sound Shapes (anote: +5 jogos) por não serem tecnicamente publicados pela Sony – e poderíamos contá-los por um simples motivo: se os estúdios responsáveis tivessem decidido lançá-los no Xbox 360 ou One, teriam que ser publicados pela Microsoft, e portanto entrariam na mesma lógica dos quinze anunciados. Também tirei Tales from Space: Mutant Blobs Attack (+1 jogo) por ter saído para PC – e poderia muito bem contá-lo, já que existe uma boa possibilidade de que um ou mais dos quinze do Xbox One saiam na LIVE Arcade e mais tarde no PC, como tem acontecido nos últimos dois anos no Xbox 360. Por fim, teria que desconsiderar a “margem de erro” e os jogos cross-platform com o PS3 para, ainda assim, ficar com 10 jogos na mão – provavelmente mais do que qualquer uma das três fabricantes conseguiu desenvolver por conta própria para seus consoles anteriores no ano de lançamento.

Conclusão também estarrecedora: a não ser que você insira um monte de restrições artificiais às quais os quinze jogos da Microsoft anunciados para Xbox One certamente não estão sujeitos, você tem 23 jogos first-party de Vita nos primeiros 12 meses, e 28 com mais três meses de lambuja. Ou seja: o número de jogos exclusivos anunciados para Xbox One mal passa da metade dos jogos semelhantes disponíveis para Vita no mesmo período, e o console só se compara em número de franquias inéditas. Se quiser chegar perto do Vita no total, a Microsoft vai ter que anunciar a compra e/ou expansão de um punhado de estúdios nessa E3 e botar todos para trabalhar a toque de caixa.

Conclusão final: quinze exclusivos não é muito e não quer dizer nada

Percepção de estatísticas é algo importante. Por exemplo, já se cristalizou a ideia de que o Vita “tem poucos jogos”, mesmo sendo o 2º console com mais exclusivos em 2012. Não à toa, a Sony tem trabalhado dobrado para começar a desfazer essa impressão. A Microsoft entendeu isso muito bem e por isso jogou o número “quinze” nesse evento: assim, consegue “criar uma narrativa”, como dizem os comentaristas políticos. Com isso, fica livre para lançar ou deixar de lançar o que quiser sem afetar sua imagem a curto prazo, o que atrapalharia a meta de gerar uma boa base instalada o mais rápido possível. (De novo, basta ver como o Vita sofre com menor base instalada do que o 3DS, mesmo sendo um console muito bem recebido por quem o adquire e com muito mais exclusivos first-party nos primeiros meses: a Sony nunca arrotou o número como deveria.)

15 exclusivos no Xbox One

Não quer dizer nada, meu filho, mas valeu a intenção

Outra conclusão interessante surge ao considerar que o Wii U e o Vita tiveram atenção dividida de seus fabricantes (respectivamente, com o 3DS e o PS3+PS4). A Microsoft praticamente só lançou Gears of War: Judgement e um par de jogos na LIVE Arcade como first-party para o Xbox 360 em 2013, e deixou claro que está com todos os estúdios internos voltados ao Xbox One. No caso da Nintendo, o lançamento do Wii U não “emperrou” a produção de jogos para 3DS (vide Luigi’s MansionFire Emblem, Donkey Kong Country Returns 3D e Pokémon Mystery Dungeon em 2013). Dividir-se entre o Wii U e o 3DS só garantiu a pedra no caixão do Wii, que recebeu um ou dois RPGs em 2012 e olhe lá.

Já no caso da Sony a diferença é ainda mais brutal porque o PS3 não foi abandonado esse ano (vide God of War: AscensionThe Last of UsBeyond: Two SoulsGran Turismo 6) e quatro jogos já foram anunciados para o PS4 há meses (KnackDrive ClubKillzone: Shadow FallinFAMOUS: Second Son), fora os que ainda serão revelados e os trabalhos em progresso da Quantic Dream (criadores de Heavy RainBeyond) e Media Molecule (LittleBigPlanet). Isto é: das três, a Microsoft atualmente é a que tem menos estúdios internos e lastro para desenvolver e publicar jogos próprios – menos até do que a Nintendo, mesmo sendo uma empresa bem maior.

Claro, no final das contas, o que importa é a qualidade. Mas quando algum fanboy arrotar “quinze exclusivos!” como “prova” de que o Xbox One é sim um console focado em jogos, agora vocês já podem apontar (via link a este artigo, de preferência :-D) que não é tão simples assim: quinze não é muita coisa, é só o mínimo que se espera hoje em dia (com ou sem razão, não importa: é o que temos visto). Que sejam interessantes, inovadores e empolgantes, então!

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10 thoughts on “Tilt: Os tais 15 jogos exclusivos de Xbox One

  1. Joao

    Ótimo artigo.
    Diferente de toda repercussão do anuncio das novas plataformas que geraram uma enxurrada de comentários “idiotizantes”, ler um texto isento e crítico como seu me enche de esperança quanto a existência de vida inteligente na internet.
    Continue assim.
    Um abraço.

  2. Lucas Vinícius

    Hehe, quando li o artigo logo achei engraçado (como tudo da MS nos últimos dias), já achava esse papo de “15 esclusivos!!!!” balela [como se todos eles fossem AAA] mas depois q tu comparou com o Vita… Sério, a Sony precisa colocar um pouquinho mais de marketing nele, puta merda 17 jogos em um ano [mais os outros 11] SÓ DA SONY!!! A maioria desses nem tinha ouvido falar, sério. É realmente uma pena q o povo não veja isso.

    PS: E Fábio, tu bem q podia fazer um artigo como esse depois da E3 comparando os jogos do One com os do PS4. Sei lá, vai q a Sony resolva humilhar ainda mais a MS e lançar uns 20+ exclusivos em 2014… #trollface

    • Sério, a Sony precisa colocar um pouquinho mais de marketing nele, puta merda 17 jogos em um ano [mais os outros 11] SÓ DA SONY!!!

      Pois é, como ênfase no *só da Sony*. Não conta Persona 4 Golden (Atlus), Assassin’s Creed III: Liberation (Ubisoft), Call of Duty: Declassified (Activision) e Ragnarok Odyssey (Xseed), todos exclusivos de franquias de renome de terceiras, e os diversos jogos de luta, esporte e corrida multiplataforma.
      Não sei de onde tiram que o Vita “não tem jogo”. Tem para caramba, e de todos os tipos, formatos e gostos. Se você tem um console e já comprou alguns deles na versão “telona” é *outra* questão.

      A maioria desses nem tinha ouvido falar, sério.

      Eu imagino que parte deles tenha sido lançado apenas por distribuição digital. Divulgar esses é um desafio porque não têm high-profile para sair na grande mídia (se tivessem, teriam saído em disco/cartucho) e mesmo os sites especializados ainda têm um hábito e cultura muito fortes de sobrevalorizar o jogo que sai em mídia física, ainda mais no Brasil.
      Por fim, como a maior parte dos sites especializados é americano e lá o PS3 vende muito menos que os outros dois, o espaço de divulgação e cobertura na imprensa sempre será mais limitado de antemão.

      PS: E Fábio, tu bem q podia fazer um artigo como esse depois da E3 comparando os jogos do One com os do PS4. Sei lá, vai q a Sony resolva humilhar ainda mais a MS e lançar uns 20+ exclusivos em 2014… #trollface

      Que a Sony vai lançar mais jogos eu não tenho a menor dúvida, simplesmente porque ela tem mais estúdios, ainda que se divida entre três consoles em vez de dois. O negócio é que se o PS4 não disparar em vendas desde o início e/ou o público não abraçar distribuição digital logo, todos os problemas de divulgação que ela enfrenta com o Vita vão se repetir, e a narrativa criada dos quinze jogos vai se estabelecer. Foi assim com o 3DS, em que bastou lançar um New Super Mario e um Mario Kart que magicamente a biblioteca do 3DS passou a “ter mais jogo” do que a do Vita.

  3. Gutembergue Lucas Vila Nova

    Cara essa coisa do XBOX ONE e PS4 for verdade que você não vai poder usar jogos usados vai ser literalmente complicado por que a gente compra um jogo original e não pode fazer o que quiser com ele, principalmente para alguns gamers que não têm muito dinheiro (como é o meu caso) por exemplo você se enjoou daquele jogo ou ele não era o que você esperava ai seu amigo tem um jogo interessante você que fazer uma troca ou mesmo comprar os jogos usados dele você não vai poder. Mas não sei se isso é verdade até por que não vi nem uma demonstração dos consoles ainda.

    • Sabe o que é mais engraçado? É que você não viu as apresentações, não entende bem inglês e já ouviu falar disso, que pode haver alguma forma de bloqueio de usados. Notícia ruim espalha rápido.
      Na real, as duas empresas já confirmaram que você *vai* poder jogar usados. O que está em aberto é *como*. Um executivo da MS chegou a dizer que seria preciso pagar uma taxa, que poderia chegar até ao preço do jogo novo. A Sony não falou nada disso, mas quando ela tinha declarado que o PS4 *aceitaria* usados, ninguém tinha pensado na possibilidade de taxas, e por isso ninguém sabe se no fundo ela não vai fazer a mesma coisa.

      A merda é que mesmo que uma ou as duas confirmem que não, que não vai ter nada disso nem taxa, até o estrago ser desfeito vai demorar muito tempo e as duas podem perder vendas por isso. Vamos ver como a coisa fica no final.

      • Gutembergue Lucas Vila Nova

        Pois é kkkkkkk notícia ruim se espalha mesmo, mas não me leve a mal eu mesmo falei no texto que não sabia se esses boatos são verdadeiros dando umas lidas aqui na net acabei vendo o que você falou é verdade mais mesmo assim isso de você pagar uma taxa para usar jogos usados que pode custar um preço de um novo você não acha que pode ser um pouco abusivo o que pode ser ruim para as próprias empresas.

  4. Gutembergue Lucas Vila Nova

    Mas eu não ligo muito por que não vou poder comprar esses consoles mesmo falta de dinheiro kkkkkk, além disso ainda to juntando dinheiro para deixar meu PC lixo um pouco melhor e o meu PS3 ainda me traz muita diversão e vão lançar jogos para ele ainda ou seja a SONY não vai largar de mão o PS3 que vai ter jogos de renome como o The Last of Us, Beyond: Two Souls que estou esperando muito.

    • A própria EA já anunciou que pretende continuar lançando versões para os consoles atuais (aparentemente não o Wii U, vamos ver) pelo menos até 2017 (sim, DEZESSETE). Não é tão impensável assim se você considerar que Fifa e PES ainda saem para PS2, já oito anos depois do lançamento do PS3… A real é que dessa vez os consoles novos não vão conseguir a mesma base instalada de saída que o Wii e o Xbox 360 conseguiram nos primeiros 2 anos de lançamento (a Sony só alcançou os mesmos números do Xbox 360 com o tempo). Aquela fase de tudo quanto é jogo sair em versão para duas gerações diferentes vai durar BASTANTE dessa vez, pelo menos dois anos, senão mais.

  5. Gutembergue Lucas Vila Nova

    Cara o PS Vita tem muitos jogos e exclusivos também depois que deixar meu PC xuxa um pouco melhor vai ver se junto uma grana para comprar o PS Vita também.

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