“Pescando” indignação (Annoyed Gamer – GameTrailers)

Polêmica Dragon's Crown
Tem para todos os gostos em Dragon’s Crown…

Normalmente eu não me dou ao trabalho de fazer um post apenas para trombetear o que outros dizem, mas nesse caso é inevitável: o vídeo do GameTrailers “linkado” abaixo é um marco na história do jornalismo de games gringo. É o momento em que finalmente alguém com experiência no meio acordou para a verdadeira agenda do politicamente correto na imprensa americana de jogos. Melhor ainda: resolveu falar abertamente, com direito a menção direta ao Kotaku, que se tratam de controvérsias fabricadas para atrair cliques/gerar audiência. E o apresentador do vídeo está 200% certo, inclusive nos casos citados de exemplo. Cliquem no link abaixo e assistam!

(Infelizmente está em inglês e como não está no YouTube, nem recurso de legenda automática tem. Chame um amigo que entenda e peça para ele traduzir. É sensacional!)

ωωωωω

GameTrailers.com – Annoyed Gamer: Fishing for Outrage

ωωωωω

Bônus: no podcast Critical Hit #11 da equipe Respawn, falamos sobre “controvérsias” de 2012 em torno da agenda politicamente correta, também. Vale ouvir.

19 comentários sobre ““Pescando” indignação (Annoyed Gamer – GameTrailers)

    1. Sim, mas pelo menos isso geralmente acontece a partir de um fato concreto e uma relação de causa e consequência clara – e os melhores conseguem manter o sensacionalismo livre de patrulha/agenda ideológica.

      Por exemplo, os casos recentes de crimes hediondos cometidos por menores e a inevitável discussão sobre maioridade penal. Alguém pode até acreditar que certos jornalistas e/ou veículos são “conservadores” e que “têm interesses” por levantarem o assunto (no Brasil “progressista” acha feio prender “menor” de 17 anos que taca fogo em dentista…), mas não pode negar que:
      a) o fato aconteceu (crime hedondo)
      b) envolveu menores, então tem ligação direta com a questão polêmica levantada (maioridade penal)

      No caso da imprensa gringa de games a coisa já degringolou para muito além há bastante tempo. O que estão fazendo é fuçar cada detalhezinho de um jogo para promover uma agenda que nem se sabe se é justificável, e ainda por cima nem mesmo *debater* o suposto problema, apenas ofender e colocar desenvolvedores e executivos contra a parede.

      Eu não pus essa imagem do Dragon’s Crown à toa: qualquer pessoa com 2 neurônios percebe que não é só a mulher que está hiperssexualizada e deformada, os anões (e outros homens) também. É claramente um estilo artístico. E quem anda jogando games sabe que esse tipo de traço *não* é comum mais. Mas não somente isolaram a imagem dessa feiticeira, como disseram que só podia ter sido desenhado por alguém de 14 anos.

      A patrulha politicamente correta nos games tá pior que o petismo. “Não vota na gente? É fascista!”, gritam os militontos. “Eu odeio a classe média!”, diz a professora universotária com salário de R$ 20 mil da USP. “Tem peito grande? É sexismo!”, diz a jornalista de games gringa feminista de Facebook, enquanto mulheres são mutiladas na África e no Oriente Médio. É tudo a mesma coisa.

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  1. Eu imagino se algum dia a humanidade vai abandonar esses papos políticos idiotas… ainda bem q esse tipo de mimimi não impactua tanto na maioria dos jogos.

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    1. AINDA não, mas é exatamente isso que os jornalistas “progressistas” querem. Se deixar eles tomarem conta, toda personagem feminina em jogos vai parecer a Tammy Gretchen.😄
      (nada contra, eu ADORO ela. Mas variedade é bom, né?)

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  2. Uma vez eu tava dando uma zipada em alguns Blogs de games e tinha um Blog de uma gamer feminina cara ela sem querer ofender mas ela é meio paranoica todo texto dela era sobre como os games são misóginos, machista, que queria subjugar as mulheres e etc… Era quase sempre um monologo que ela fazia kkkkkkkk, então eu pensei deve ser muita falta de roupa para lavar kkkkkk poxa por que invés de ela ficar com teorias conspiratórias ela não vai para africa ou países muçulmanos tentar ajudar as mulheres de verdade.

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  3. Agora ninguém reclama quando os personagens masculinos são estereotipados como em God Of War, sabe por que esses jornalistas acham que são os protetores e que vão salvar o mundo e blá blá. Poxa isso é irritante por que eles se preocupam com coisas idiotas enquanto na vida real existem coisas mais serias para se preocupar.

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  4. “Meu Deus do Céu! Em toda a conferência da Sony, não há sequer uma mulher! A empresa se apresenta ao redor do mundo constantemente mas nenhuma mulher palestra por ela. Eu não eprcebi por que? Por que sou sexista? Não, só estava preocupado demais prestando atenção no assunto!”

    Cara, eu tive que pausar o video só pra soltar um sonoro “ai!”, tamanho foi o soco na boca do estômago. Alguém PRECISA por uma legenda nesse video. ><

    E, por sinal, com o perdão do trocadilho: que viadagem, toda esse barulho sobre uma piada gay no meio de um jogo OVERLY MANLY filmes de ação anos 70. Sério, chega de internet por hoje ¬¬

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  5. _ No jogo temos 3 mulheres e 3 homens.

    Sendo que tem tanto uma mulher quanto um homem que:

    1. É exagerado(a) na parte de cima

    2. É exagerado(a) na parte de baixo

    3. Não é exagerado(a)

    4. Está seminu(a)

    Se existe equilíbrio dos personagens masculinos e femininos, não há sexismo.

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    1. Eu iria ainda mais longe. Não pode existir isso de “cota” na hora de um autor escrever uma história, ou um designer bolar personagens. Se o autor não se sente confortável em criar e desenvolver uma personagem feminina, ele não deve forçar a barra e fazer trabalho porco só para agradar a hipersensibilidade de gente insegura que não consegue simplesmente ir buscar outra coisa para ler/jogar/apreciar/fazer.

      Ainda mais nos jogos. As próprias mulheres, em geral, desprezam áreas de estudo e trabalho como informática, engenharia de software e afins. Vai ver quantas se inscrevem nesses cursos. Alguma feminista sempre vai ficar de mimimi e dizer que é porque elas “não são bem recebidas”, e vão citar casos pontuais em que meninas foram zoadas em cursos desses, mas isso não mascara que MUITAS MULHERES NÃO GOSTAM DESSES CURSOS, ponto. (O mesmo acontece na via contrária: a maioria dos homens não quer saber de Letras, por exemplo. Vai ser homem hetero em um curso de Letras para você ver se também não sofre do mesmo jeito.)

      Aí essa mulherada não quer saber de estudar e trabalhar com coisas essenciais na criação e programação de jogos, e depois reclama que há poucas mulheres nos estúdios, e que por isso muitos jogos não têm protagonistas/personagens femininas. OK, então resolve o problema lá na raiz. Vai promover as áreas correlatas de estudo e capacitação na academia. Convença suas amigas de que é uma área legal. Nos estúdios há trocentas pessoas querendo contratar mais mulheres, ninguém com mais de dois neurônios gosta de clube do bolinha. Não adianta apertá-los se eles não têm candidatas para selecionar. E não adianta pedir para todo designer ou autor homem fazer sempre o mesmo número de personagens femininas e masculinos e esperar que o resultado seja sempre crível e aceitável.

      Chega de vitimismo, bora botar a cuca para funcionar e resolver problemas para valer. Mas não é isso que as feministas querem. No fundo elas querem que as coisas continuem como estão para poderem manter suas bolsas de pesquisa com dinheiro público, seus subdepartamentos de ‘Women’s Studies’ na academia, e não precisarem fazer trabalho honesto. Não espere nada das marxistas de gênero.

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  6. O jogo não foi feito para ser realista ou perfeito, mas para ser divertido.

    Independente da feiticeira ter seios gigantescos ou o fighter ter um peitoral 2x maior que suas pernas, isso também faz parte da estética escolhida🙂

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    1. Há outra dimensão também. O pessoal “progressista”/marxista de gênero (feministas de verdade não existem desde a Camille Paglia) quer é controle total da sexualidade alheia. Eles usam a retórica do ” contra o padrão de beleza imposto pela mídia” para, no final das contas, ditar o que deve ser o belo (“coincidentemente”, o desleixo com o corpo e a deselegância que a maioria desse povo exibe) e impedir que outras pessoas apreciem qualquer coisa vagamente sexual que não esteja de acordo com as preferências e preconceitos deles mesmos.

      É por isso que a Sorcerer nesse jogo foi tão criticada. Pode apostar que se a personagem tivesse esse peitão mas fosse desgrenhada e lésbica, aplaudiriam de pé.

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  7. Acredito que em geral, a maldade está nos olhos de quem vê. A estética exagerada tem o intuito meramente artístico, além de ter gerado excelentes piadas justamente por causa dos exageros em fóruns de discussão sobre o game ^^

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  8. Hoje em dia tudo é sexista. Me lembra de um episódio dos Simpsons onde o Homer entra em uma convenção de feministas:

    – Marge, fique aqui que eu vou resolver isso!

    – Booooo~

    – Então eu fico aqui e você vai resolver isso.

    – Booooo~

    – Mas que coisa! Será que não dá pra agradar vocês?

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    1. Hoje em dia tudo é sexista, Halan, porque muita gente ganha dinheiro com isso.

      No dia em que ficar claro para todo mundo que não existe esse “sexismo” todo que veem em cada canto, metade das acadêmicas do mundo ocidental fica sem verba de pesquisa, metade das jornalistas (e alguns jornalistas, no masculino) fica sem ter sobre o que escrever (porque não estudaram nada de útil na vida), um monte de ativistas perdem todo o sentido de suas vidas (e a “ajudinha” financeira das ONGs/partidos de esquerda etc.) e se matam, e assim por diante.

      É um pessoal que não tem capacidade de estudar filosofia, engenharia, química, matemática, economia etc. e por isso inventa/se agarra a uma fantasia vitimista para não ter que encarar sua própria incompetência intelectual e sua incapacidade de contribuir com algo de útil para a sociedade. Infelizmente, vitimismo dá voto, então há quem reúna esse bando de incompetente e dê dinheiro a eles.

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  9. O feminismo acaba na hora de dividir a conta, na hora de trocar lâmpada, na hora de trocar resistência do chuveiro, na hora de trocar o pneu do carro que furou, na hora de se alistar no exército, na hora de se aposentar, etc. As mulheres adoram o machismo, tanto que elas tem um nome especial para isso: cavalheirismo.

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    1. O mais triste é que quando eles querem, conseguem furos de jornalismo. O problema é quando tentam fazer *quase qualquer* coisa além disso, e a insistência em manter “jornalistas” que estão mais para militantes políticos do que críticos ou escritores sobre games.

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