Véios no game
O véio aqui não tem do que reclamar, jogo não falta

Para esquentar as turbinas enquanto o próximo texto completo do blog não vem, aí vai um resumo dos lançamentos deste ano e em que pé estou em cada um deles, só para organização mental deste véio “pai bondoso” aqui – e, quem sabe, despertar a curiosidade de vocês para o material futuro aqui e no podcast Respawn. A lista contém diversos links para quem perdeu alguma coisa que andei publicando recentemente. Ah, e entre parênteses estão as plataformas nas quais o jogo saiu, com a versão que adquiri em itálico.

Janeiro

  • NeverDead (PS3, X360): Chegou semana passada após promoção do Shop.to (já encerrada), e joguei cerca de 5-6 horas dele. Mais em breve no blog.

Fevereiro

Capa de The Darkness II: Limited Edition (PC/PS3/X360)
Tentáculos sem hentai
  • Gotham City Impostors (PC, PSN, XBLA): Já comentei aqui no blog sobre o beta e depois com o MrXcao e o Ricardo Pasqual no piloto do podcast Respawn quando adquirimos o jogo completo. Foi atualizado recentemente com um mapa novo e alguns itens, além do prometido patch para melhorar o matchmaking. Ainda não testei as novidades.
  • Kingdoms of Amalur: Reckoning (PC, PS3, X360): Dei uma parada no jogo, mas apenas por não estar com saco de jogar RPGs grandes – estou em uma onda de tentar terminar jogos. Tanto que parei não só com ele, mas com SkyrimThe Witcher, os três jogos que comentei no podcast Respawn piloto 2 (é, fizemos dois pilotos. Vai entender).
  • The Darkness II (PC, PS3, X360): Também já comentado aqui no blog na versão demo e depois com o Ricardo Pasqual no primeiro piloto do podcast Respawn. Ainda não joguei o co-op, mas terminei a ótima campanha solo, com uma das histórias mais legais do ano até agora. Um jogo que precisa ser experimentado.
  • Syndicate (PC, PS3, X360): Mais um que teve a demo comentada aqui no blog. Com a chegada de Mass Effect 3 logo depois, acabei terminando a campanha solo apenas na semana passada. Ainda falta completar cerca de 2/3 das fases co-op, também. Mas de qualquer forma, expectativas confirmadas: é um ótimo FPS, melhor do que a encomenda, apesar da história meio banal.
  • Alan Wake’s American Nightmare (XBLA): Por incrível que pareça, ainda não joguei. Apesar de estar bem avaliado, acabei deixando-o de lado por conta de I Am Alive e depois Silent Hill: Downpour. Mas se for metade do que foi o jogo anterior da série, quando começá-lo provavelmente irei até o fim.
  • Binary Domain (PC/PS3/X360): Outro que peguei e nem comecei. Dessa vez, os “culpados” foram Mass Effect 3SyndicateNeverDead, que bem ou mal também tem tiroteio. Mas isso também tem a ver com expectativas; quero jogá-lo sem interrupções.

Março

Capa de Mass Effect 3 (PC/PS3/X360)
Efeito na massa
  • Mass Effect 3 (PC, PS3, X360): Terminado, com direito a dois personagens do multijogador no nível máximo (20). Comentei primeiro sobre o multiplayer dele no Respawn #3, e depois sobre o jogo – e o maldito polêmico final – no podcast #4. Um dos meus três jogos do ano até agora, como seria de se esperar, junto com os dois imediatamente abaixo.
  • I Am Alive (PC, PSN, XBLA): Também terminado, em cerca de 11 horas e com score final de 97%. O jogo acabou ainda melhor do que parecia quando comentei sobre ele no podcast Respawn #3, ainda no meio da história. A cena final é abrupta, deixando claro como o jogo originalmente deveria durar mais – era para ter saído em disco e foi adaptado para distribuição digital de última hora – mas a fase em si foi um dos momentos mais tensos e diferentes que experimentei não só esse ano, mas em muito tempo.
  • Journey (PSN): Um dos queridinhos da crítica esse ano, o que fez muita gente desconfiar… Mas não tem jeito, é uma experiência inigualável, como descreveu o MrXcao no podcast Respawn #3. Eu tive a sorte de conseguir completar a jornada inteira com a mesma pessoa, e é simplesmente indescritível. Uma verdadeira obra de arte atemporal da mídia dos videogames, e ainda será reconhecida como tal daqui a dezenas de anos.
  • Silent Hill: Downpour (PS3/X360): Jogando bem, bem aos poucos após as primeiras três horas iniciais comentadas aqui no blog. Não que isso signifique que não estou gostando dele, apesar do combate troncho estar minando um pouco a experiência. Parte da reticência em terminá-lo logo tem a ver com o fato do jogo estar próximo demais dos primeiros Silent Hill (para o bem e para o mal), mas há também o fato dele ser tenso, bem tenso, e por isso nem sempre fico no clima de encará-lo. Amnesia também foi um jogo que experimentei em doses homeopáticas, por exemplo.
  • Silent Hill HD Collection (PS3/X360): Instalação mandatória de 4 GB (!) para dois jogos remasterizados de PS2 deveria significar uma melhoria substancial, certo? Infelizmente não é o caso, muito pelo contrário – tirando um pouco mais de definição em uma ou outra textura, quase não há diferença para os originais, pelo menos na minha TV de tubo. O pessoal reclamou das versões terem menos neblina e dublagens refeitas, mas esses na verdade são pontos fortes do remake de Silent Hill 2 – a neblina agora está em um ótimo meio-termo, e a dublagem original meio filme B sempre foi um elo menor na excelência do jogo, como era comum nos survival horrors da época. Pelo menos me redimi da pirataria dos jogos originais, e a versão de Silent Hill 2 tem um extra da edição especial que nunca tinha jogado.

Abril

Capa de Devil May Cry HD Collection (PS3/X360)
Emo de 10 anos atrás
  • Devil May Cry HD Collection (PS3, X360): Esse parece ser o oposto quase completo de Silent Hill HD. Pelo menos no primeiro jogo, que estou encarando agora (o verbo certo é esse, “encarar” – ô joguinho difícil), o visual está muito mais definido e bonito, mesmo em uma simples TV de tubo. Os menus e cenas de corte foram mantidos, bizarramente, em “baixa” definição, enquanto em Silent Hill 2 as cenas de corte ainda seguram muito bem. Mas é claro que, se eu for obrigado a escolher uma coisa ou outra, prefiro o cuidado com o jogo em si que foi dedicado a Devil May Cry. Ah, e jogar o primeiro me deu duas perspectivas importantíssimas: primeiro, agora eu vejo a extensão completa de como Bayonetta e Demon’s Souls devem a ele; segundo, God of War perdeu metade da graça para mimMas isso é assunto para depois… Em podcast ou texto? Vamos ver.

Lista de compras imediatas

Capa de Max Payne 3 (PC/PS3/X360)
São Paulo by Max

Se tudo der certo, em breve estarei com dois jogos da Grasshopper Manufacture para a Xbox Live Arcade: o elogiado shoot’em up (ou “jogo de navinha”) Sine Mora e o criticado minigame bizarro de arremesso para Kinect Diabolical Pitch. De resto, jogos que comprarei com certeza, agora só em maio, começando por Max Payne 3 (PC, PS3, X360) e, se as prévias continuarem promissoras, Dragon’s Dogma (PS3/X360). Star Wars Kinect (X360), Prototype 2 (PC, PS3, X360) e principalmente Diablo III (PC) foram para a lista de jogos que só entram aqui em casa a menos de R$ 50. The Walking Dead (iOS, PC, PSN, XBLA), Sorcery (PS3) e Game of Thrones RPG (PC, PS3, X360) podem ir para qualquer lado, dependendo das resenhas e vídeos que aparecerem.

E em junho tem Lollipop Chainsaw (PS3, X360), que com certeza será malhado por jornalistas politicamente corretos, mas prevejo que ficará com uma média de notas boas assim mesmo – mais ou menos como no caso de Metroid: Other M. E depois disso? Me preocupo quando chegarmos lá. Por enquanto, o negócio é aproveitar abril para pôr a casa em dia.