Start: a difícil batalha corporativa em Syndicate (demo co-op)

Avatar BuddyPoke do autor do blogStart é uma seção recorrente deste blog com primeiras impressões de games que estou “testando”, ou ainda pensamentos um tanto vadios sobre games antigos que estou jogando novamente ou mesmo pela primeira vez. Isto é, não se trata de resenhas completas. Estas podem ou não vir depois, mas não prometo nada.

Capa de Syndicate (PC/PS3/X360)Na semana passada, a EA soltou nos consoles uma demo do modo co-op de Syndicate, uma versão reimaginada do jogo de estratégia e ação cyberpunk de 1993 desenvolvido pela Bullfrog, empresa fundada por Peter Molyneux (Populous, Black & White, Theme Park, Fable). Ah, e importante: por “reimaginada”, entenda-se “como FPS”. É claro que isso gerou uma onda de críticas dos fãs mais caquéticos… ops, mais velhos, já que “mancharia” a franquia com um “jogo de tiro descerebrado”, que “não captura o espírito do original” etc. etc. etc. Tudo isso antes de termos sequer um trailer do gameplay, é claro. Vocês sabem como é. Pouco importava para os senis… ops, os fãs mais velhos que o jogo estivesse sendo desenvolvido pela Starbreeze, conhecida exatamente por ser um dos pouquíssimos estúdios no mundo que faz jogos de tiro “cerebrais”, focados na narrativa e bastante sombrios, como comprovam The Darkness e The Chronicles of Riddick.

Não por coincidência, há poucas semanas a EA acertou um acordo com o GoG.com e liberou o primeiro Syndicate para venda, e eu tive alguma sorte (até que enfim!) de ganhá-lo em uma promoção no Twitter. Não o joguei muito, mas foi o suficiente para ter uma ideia do cenário, da premissa e da jogabilidade. Assim, pude testar a demo co-op da nova versão com um olho em seus méritos próprios e outro na ambientação, no quanto o jogo utiliza do universo e do clima do original. E a impressão que tive foi de que o mapa reimaginado como FPS é estritamente fiel ao tipo de mapa do original – e que em ambos os jogos, ser parte de uma equipe de agentes ciborgues contratados para invadir uma corporação rival não é bolinho. Nem um pouco.

Tiroteio tático

Visão além do alcance em Syndicate (PC/PS3/X360)
Visão além do alcance em Syndicate

Uma das primeiras coisas que chama a atenção no co-op de Syndicate são os objetivos táticos. Para avançar no mapa industrial disponível na demo, há sempre alguma coisa a ser hackeada/desativada: a trava de uma porta, o painel de controle de uma metralhadora, o escudo protetor de um mini-chefe e assim por diante. Como os inimigos são numerosos e estão posicionados de todos os lados e em distâncias diversas, a unidade de quatro jogadores precisa trabalhar em conjunto de maneira bem pensada – não há a menor chance de simplesmente tentar sair matando todo mundo a esmo, até porque aparentemente as ondas de inimigos são repostas enquanto não se avança para o próximo ponto. Todas as atividades são realizadas apontando a mira para o objetivo e segurando o botão L2 (no PS3) ou LB (no Xbox 360) até que a barra relacionada seja preenchida, o que demora de 3 a 5 segundos. Notem que o objetivo precisa estar ao alcance, o que significa abrir caminho e usar os obstáculos para conseguir chegar perto o suficiente de uma metralhadora incessante, por exemplo. Ah, e também há uma espécie de visão aprimorada que dura alguns segundos e permite enxergar a silhueta de inimigos atrás de paredes.

Além disso, a mesma funcionalidade com L2/LB pode ser usada para curar ou “rebootar” seus companheiros. Curar é simples e pode ser feito a grandes distâncias desde que o alvo esteja na linha de visão, o que leva à necessidade ocasional de ter parte da equipe “partindo pra cima” do objetivo enquanto os outros curam. Também gera momentos tensos em que você precisa pelo menos levantar a cabeça por cima da cobertura e se expor ao fogo inimigo para conseguir curar um colega necessitado. Pior ainda quando alguém cai: “rebootar” o agente derrubado exige chegar bem perto do alvo, o que é problemático se ele estiver no meio de uma das várias áreas abertas. O alvo até pode se arrastar enquanto espera, mas mesmo apertando freneticamente o botão X (PS3) ou A (Xbox 360), ainda é um movimento lento. Se os quatro caírem, é hora de reiniciar a partir do último checkpoint.

Inteligência artificial casca-grossa e dificuldade com propósito

Reboot na galera em Syndicate (PC/PS3/X360)
Se for cair, caia em um lugar coberto, senão fica sem reboot

Todo esse enfoque no trabalho em conjunto facilitaria as coisas em qualquer jogo cooperativo com inteligência artificial normal… Mas a do co-op de Syndicate consegue beirar o limite do “apelão”. Não me lembro de nenhum outro shooter com uma inteligência artificial tão boa, nem mesmo a da série F.E.A.R., que sempre foi reconhecida por esse detalhe. Os soldados inimigos buscam cobertura, tentam te “flanquear” o tempo todo, recuam se o seu grupo partir pra cima em massa e assim por diante. Nunca vou esquecer de um momento em que corri para dentro de um pequeno armazém para curar colega A enquanto colega B abria fogo e chamava a atenção dos soldados fora da porta: após a cura, eu e A descobrimos outra porta de saída, enquanto B resolveu entrar pela primeira. Em qualquer outro jogo, os inimigos iriam atrás de B, ou simplesmente esperariam do lado de fora de uma das portas. Em Syndicate não: eles se dividiram e nos cercaram nas duas, enchendo o interior do armazém de balas por todos os lados. E isso poucos segundos antes de aparecer um sargento com armadura imune, das que precisam ser hackeadas antes que o maldito possa receber dano.

Juntando todos esses fatores, temos um modo co-op que vai fazer a alegria de quem jogou os FPS mais frenéticos de PC da década de 90, como Serious Sam, e pede por jogos mais difíceis. Mas o melhor é que essa dificuldade não é extrema apenas por ser, como aconteceu em um jogo medíocre como Hard Resetela está mais para o caso de Demon’s/Dark Souls (embora não tão difícil, é claro). Ou seja, é consequência natural das decisões de design tomadas para deixar o jogo distinto e único, e não o caminho contrário. Além disso valorizar, e muito, o trabalho em equipe, a dificuldade sublinha o tema do jogo – vocês são agentes ciborgues de uma corporação invadindo as instalações de uma rival na raça, afinal – e premia a inteligência tática, algo raríssimo em FPSs de qualquer tipo.

Ainda por cima, polido até a alma

Syndicate online
Assim como Deus Ex se destaca pelo filtro sépia, Syndicate abusa dos tons de azul

Como se não bastasse, a parceria com a EA parece ter elevado ainda mais o nível da Starbreeze. A produtora já tinha demonstrado muita competência na direção de arte e nos detalhes gráficos em The Darkness e Chronicles of Riddick (para a época, claro), e Syndicate é um passo além em outras áreas de polimento. Com poucos segundos de jogo já estava me perguntando, por exemplo, se a DICE (Battlefield) tinha “emprestado” algum know-how ou ferramentas de edição de som para a Starbreeze, porque a engenharia sonora está no mesmo nível. Sem exagero. E embora o jogo tenha um cenário cyberpunk, que deve ser um dos gêneros mais infestados de clichês do mundo, este Syndicate soube emprestar bem elementos do original – uniformes dos agentes, dos inimigos, o tipo de cenário industrial etc. – para oferecer uma direção de arte pelo menos reconhecível quando comparada a, digamos, as de Deus Ex: Human Revolution ou Hard Reset. Para coroar, o jogo terá trilha sonora de um ícone da música eletrônica alternativa, Skrillex (que, aliás, vem para o Lollapalooza nacional).

Enfim, pode-se acusar a Starbreeze e a EA de qualquer coisa, menos de não tentar entregar o produto mais polido possível. E falando em acusar, temos mais dois pontos a tratar.

A falácia do Syndicate “de verdade”

Syndicate original (PC, 1993)
Ação, clichês e um tanto de estratégia

Os fãs de estratégia podem espernear à vontade por verem seu jogo queridinho renascer como FPS, mas sinceramente, pelo que joguei dos dois games, a atmosfera está intacta. Não posso falar pela narrativa, já que não vimos nada dela ainda; mas em termos de visual e clima, é como se tivessem redesenhado um mapa do jogo de 93 em três dimensões e dado um zoom na perspectiva de um dos agentes que antes você controlava com visão superior. O curioso é que justamente por isso vamos ter um monte de gente acusando Syndicate, o de 2012, de parecer um “cenário cyberpunk genérico” – como se o jogo original também não tivesse bebido de todos os clichês possíveis do gênero, de corporações malignas e instalações industriais opressivas a outdoors e neons de propaganda massivos.

E bem ou mal, para um jogo de 1993, o Syndicate original tinha mais ação do que muitos outros jogos: ele foi um precursor do gênero de estratégia em tempo real, permitindo controle direto e imediato de cada agente. O salto para ação em primeira pessoa não é tão espantoso dado o cenário e a premissa. Se você queria um RTS porque não gosta de FPS de nenhum tipo, é outro problema: a qualidade do jogo não tem nada a ver com suas preferências pessoais. E se esse novo Syndicate der certo, a franquia estará ressuscitada, e aí sim podemos ganhar um RTS depois. Duvida? Tudo bem: o pior que pode acontecer é as coisas continuarem no mesmo estado que estavam antes do novo Syndicate, então ninguém está perdendo nada se o jogo for bom como FPS. Agora, se ele ir mal, seja por falta de méritos próprios ou pela gritaria saudosista, todos perdem.

Mais uma vez, a tal da “estagnação” dos FPSs

Skillshots a rodo em Bulletstorm
Se você não jogou Bulletstorm, tudo bem, mas não venha depois dizer que "FPS é tudo igual"

E outra coisa interessante é que se The Darkness II, Gotham City Impostors e Syndicate cumprirem todas as expectativas geradas pelas suas demos e versões beta, teremos logo de cara, nos dois primeiros meses de 2012, três ótimos jogos de tiro em 1ª pessoa que passam longe da fórmula Michael Bay para os shooters militares que tanto incomoda as pessoas. Ou seja, a tendência de 2011 continua: quem ainda repete hoje que “FPS é tudo igual” está pulando com 2-3 anos de atraso no barco cool, e logo vai virar motivo de chacota por mostrar que só conhece as duas franquias blockbuster (CoD e Battlefield, claro).

Fora que, convenhamos: em 92/93 ninguém reclamava da quantidade de jogos de luta na onda de Street Fighter, e tempos depois ninguém ficou de mimimi com o boom de RPGs japoneses por turno, ou de jogos de adventure apontar-e-clicar, ou ainda da quantidade enorme de jogos de plataforma 3D com bichinhos fofos após o sucesso de Mario 64. O que era bom de todas essas épocas permaneceu, e o que era derivativo sumiu. Está mais do que na hora de lembrar que o mesmo vai acontecer – está acontecendo! – com os FPS: em vez de usar Homefront e Medal of Honor (o de 2009) como exemplo de estagnação e imitação dos blockbusters, que tal se concentrar nos que estão levando o gênero adiante? Há dois ou três anos atrás, tudo bem, só tínhamos um Bioshock. Hoje temos vários FPS diferentes do padrão CoD. E eles serão lembrados quando a onda FPS amainar um pouco – assim como o próprio Syndicate original sobreviveu a todas as modas que acabei de citar, aliás. Pensem nisso.

17 comentários sobre “Start: a difícil batalha corporativa em Syndicate (demo co-op)

  1. Joguei essa demo do Syndicate.
    Eu gostei do lance todo de cooperação, de hackear algumas coisas, da visão especial, dos gráficos. Me diverti bastante passando várias vezes aquela mesma frase.
    Não conheço a versão antiga do jogo, mas acho que é mais um FPS que vai fazer a diferença.

    Por falar nisso, comprei o Bulletstorm por R$ 65,00. Espero não me arrepender.

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    1. Não comentei no texto, mas testei essa demo no Xbox e no PS3 e, ao contrário do que normalmente acontece, tive mais problemas de lag e para iniciar uma partida no Xbox do que no PS3. Tu teve algum problema de lag? No meu caso, cheguei a receber um erro de “server full”, depois tive que tentar Quick Match algumas vezes para conseguir entrar, e depois quando entrava, os personagens dos outros às vezes não andavam, e sim se “teleportavam” a cada metro😄 No PS3, teve dois momentos em que a partida inteira parou por 3 segundos, mas no resto do tempo inteiro estava bem suave.

      Eu acho que não irá se arrepender com Bullestorm, mas se acontecer, não ponha a culpa em mim depois!😄 Vou começar a pôr um disclaimer de que não me responsabilizo por frustrações dos leitores etc.😄

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      1. No domingo à noite eu joguei no X sem lag algum. Rodou lindo.
        Ontem eu tive problemas. Os caras teleportavam, vc descarregava dois pentes de bala e não matava ngm.
        Mas depois de um tempo estabilizou e rodou normal.

        Olha lá hein. Tô comprando pq vc fez uma puta de uma campanha do Bulletstorm. Rsrsrsrs

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  2. Fábio, você chegou a conferir qual é a do X-COM novo que estão fazendo ? me parece que é a mesma coisa de syndicate, antes era um rts (um dos que eu mais joguei, por sinal) e agora está mais pra um FPS.

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    1. Eu vi que estão fazendo, e parece que voltou para a prancha de design para mudar algumas coisas e não ser um FPS “puro”. Mas nunca comentei pelo mesmo motivo que não tinha comentado de Syndicate até agora: não joguei o original e não tive chance de ver nada do novo, então prefiro não opiniar. No caso de Syndicate, não teria comentado da demo se não tivesse ganho o original no GoG.com – e aliás, não ter jogado o original na época é bom, porque remove a nostalgia da equação e permite uma comparação mais objetiva.

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      1. Entendi.

        Bom, se tiver oportunidade de jogar o original (tem sempre nas promos do steam), eu acho que vale a pena. É semelhante a syndicate, mas, na época, pegar armamentos alienígenas e tentar desenvolvê-los era um diferencial q me interessava mais do que conspirações hehe. Maldita era a hora que você virava pro lado gastando seu último movimento e dava de cara com um grey pronto pra te matar =/

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  3. Uma coisa que eu nunca vou entender é essa lógica de “prefiro que não façam nada a fazer algo que eu não goste”. Sei lá, eu realmente devo ser muito distraido que nunca percebi os agentes encostando a arma na minha cabeça e me obrigando a ver uma adaptação ruim ou um remake mal feito.

    Pessoalmente eu preferia que syndicate fosse um RTS porque eu não particularmente me divirto com FPS salvo raras exceções (Bulletstorm, The Darkness, Borderlands). Usualmente é mais “ta, termina logo essa fase pra eu ver a história” (que é exatamente como eu defino minha experiencia com Halo e Bioshock). Mas well, o pior que pode acontecer é eu não gostar do jogo, paciencia.

    agora ser contra o jogo porque eu ACHO que não vou gostar… cara, sério, é ser muito mimado mesmo, pqp. A filosofia Marge Simpson de “se eu não gosto de alguma coisa, as outras pessoas não deveriam ser permitidas apreciarem” é bastante infantil quando aplicada fora de um desenho animado…

    O meu maior medo mesmo era que fizessem o que fizeram com Fallout: pegar um jogo conhecido tanto seu cenário quanto por seu excelente senso de humor (o que é muito raro encontrarmos em jogos) e transformar num FPS sem sal e com o roteiro escrito pelo hamster do estagiário (não que os jogos da série sejam conhecidas por suas tramas intrincadas psicologicas… mas pelo menos eles faziam voce rir)

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    1. Precisa também aparecer na PSN e jogar com a gente, caramba😛

      Até porque jogar esse co-op com aleatórios na Internet é um grande risco, porque ele é meio brutal. Eu joguei com o pessoal do extinto Cosmogamer conversando via Skype, então se quiser participar, me adiciona por lá – é fabiosooner mesmo.

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    2. Aqui jaz um dos membros do extinto Cosmocast o/ xD

      Como o Fábio falou aí, eu não aconselho jogar com pessoas randômicas, porque perde metade da graça. O lance é jogar com amigos.

      Então adiciona lá: RickPJ (PSN), que fazemos uma jogatina marota o/ , até pq esses dias um 4º elemento fez falta, eu, o Fábio e o Walisson suamos pra terminar a demo em 3 xD

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      1. Ainda quero jogar esse co-op com vocês. Mas imagino que já devem ter desapegado de Syndicate, principalmente agora que saiu Mass Effect 3, né Fabio? xD

        Falando em cyberpunk, uma demo que baixei outro dia e gostei muito foi de Binary Domain.

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        1. É, eu já peguei Mass Effect 3 e aí já sabe🙂 Mas ainda tem muito mapa de co-op do Syndicate no PS3 para jogar, é só aparecer na PSN.

          Tb me surpreendi com a demo de Binary Domain. Se o jogo não estivesse saindo entre Syndicate, Mass Effect 3 e Silent Hill: Downpour, já tinha pego, com certeza.

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  4. Me corrijam se estiver errado mas que eu saiba o time da Starbreeze responsavel pelos jogos do Riddick e The Darkness estão trabalhando num estudio sobre a tutela da Bethesda. Talvez afete para o bem o para o mal,não sei! Quanto ao jogo em si,alguem sabe se da pra matar de forma criativa os civis no jogo! Usar o Persuadetron tambem era divertido a beça,vc poderia criar uma revolução pessoal com os civis no jogo!

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    1. Pelo que encontrei não é exatamente isso. O que acontece é que dois fundadores da Starbreeze saíram e montaram seu próprio estúdio, Machinegames, e esse foi comprado pela Zenimax, dona da Bethesda. Não quer dizer que esses dois caras tenham trabalhado em Riddick e Darkness, nem que as equipes responsáveis pelos jogos tenham acompanhado esses dois.
      E uma coisa que sei com certeza é que ser estúdio da Zenimax é problemático. A Bethesda faz dinheiro com seus próprios jogos, como os Fallout e Elder Scrolls, mas quase todos os outros publicados por ela se dão mal, mesmo com jogos medianos ou bons. Vide Brink e Wet.

      Pelo que vi na entrevista o Persuadetron está no novo Syndicate também. Como vai ser usado eu não sei, porque no mapa co-op disponível na demo não há civis. E matar civis, sinceramente, só se fizer sentido dentro do contexto da narrativa, porque senão fica bobo e atrai jogador babão que acha que é isso que faz um jogo bom.

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      1. Ha bom,o que eu ouvi era uma boataria a respeito,que parecia dizer que a Starbreeze era a Infinity Ward pos Modern Warfare 2.

        Agora,matar civis esta totalmente de acordo com a direção artistica do jogo. Não no sentido mate 100 civis para achievment e sim que eles são tão descartaveis quanto papel higienico,e que vão sempre estar no caminho da missão. Esse era metade do espirito da franquia ao meu ver.Quanto ao persuadertron tambem e possivel persuadir outros agentes.Seria interessante ver essas mecanicas implementadas no jogo.

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  5. Fábio sempre leio seu blog mais nunca comentei nada.
    Engraçado que nós já fizemos negócios!!!! Livros de rpg!!!

    Não sou fã de fps, mas a pouco tempo comprei de um aluno meu Wolfenstein.
    E, não sei se devido a pouca espectativa, achei o jogo bem interessante.
    A história é fraca (como uma grande parte dos jogos) mas a diversão é garantida. Ótimas armas, poderes, ação frenética e chefes.

    Quem quiser me adcionar na psn : jonesmacabro.

    Obs: Gosto muito do seu blog. Como professor de filosofia e sociologia diria que você tem uma atitude crítica e reflexiva sobre o mundo dos games.

    Abraços.

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  6. Eu joguei a demo de Syndicate, gostei do estilo só achei que tinha muita informação na tela, não no jogo em si, mas na vida dos parceiros,munição essas coisas. Eu joguei e achei bem casca grossa mesmo, joguei no Quick Match o que deve ter piorado, mas se conseguir comunicar com seus parceiros mesmo sem usar headset fica mais fácil. Syndicate me atraiu assim como a demo de The Darkness 2, pelo jeito eu vou poder jogar FPS sem alguém me perguntar se é CoD ou Medal of Honor, pelas suas semelhanças. Não sei se comprarei esse, talvez devesse ver com meus amigos, jogar um jogo desses com alguém que você conhece que tem graça. Quem sabe né.

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