Back: O início, o fim e o meio (11/04 a 17/04)

Botão BackNesta seção, vou apertar o botão de Voltar e relembrar os cinco games que mais joguei durante a semana anterior. Nada de resenhas, apenas comentários sobre os trechos efetivamente jogados. SPOILER ALERT: se há uma seção deste blog em que não terei pudor de comentar a narrativa de um jogo, será esta aqui. Considerem-se avisados!

Quando comecei esta semana, estava determinado a terminar pelo menos dois jogos e consegui fazê-lo, mesmo dando um tempo em Brütal Legend (é, o esquema RTS me deixou de bode, finalmente). O que não esperava era ver jogos novos na lista que não tinha planejado jogar esta semana, mas acabaram entrando por força de circunstâncias (mais ou menos) imprevisíveis. Entre a aquisição mal-sucedida de um novo acessório, devidamente trocado por um jogo, e a promoção na Live que estava torcendo para chegar logo, a lista mudou durante o fim de semana. Eis o resultado:

Rock Band 2

Capa de Rock Band 2 (PS2/PS3/Wii/X360)
2 horas

Na sexta-feira, o plano era jogar Rock Band até os ouvidos estourarem. A coisa já desandou então por conta do jogo a seguir, adquirido naquele dia em uma promoção. Acabei dedicando boa parte do sábado a terminar um dos jogos abaixo e Rock Band 2 tinha ficado pra trás. Porém, em um passeio ocasional à noite, acabei topando com aquela minibateria que mencionei e a levei pra casa… Apenas para ver o pad amarelo falhando toda hora (com jeitão de que estava era gasto: quanto mais forte batia, menor a incidência de falha). Troquei por outro kit, e desta vez o problema foi o pedal. Desisti e achei que seria melhor aproveitar e trocá-la por Crysis 2 ou Killzone 3 logo, mas na falta deles, acabei pegando Dragon Age II mesmo. Saldo final: não confiar em acessórios da Leadership.

Pelo menos para alguma coisa a situação serviu: enquanto tentava fazer a bateria funcionar, o Chicão do blog Cosmogamer me viu online, colocou o disco dele e me chamou pra jogar, algo que ainda não tinha feito em nenhum jogo musical. Testamos os modos competitivos e co-op, e deu pra perceber que o modo Tug of War é mais estratégico do que imaginava; é preciso não apenas acumular energia pro overdrive como também saber usá-lo, especialmente quando o oponente errar uma nota, e não apenas quando o multiplicador estiver em 4x. Teria sido ainda mais divertido se não fossem as constantes desconexões – não da Internet ou da PSN, e sim da rede do jogo mesmo, porque o Chicão em nenhum momento ficou offline na PSN. Ainda assim, deu pra brincar por duas horas (isso fora o tempo perdido com quedas, configuração de headset e testes da bateria). Em tempo: além de recaps da série Supernatural, só em jogos musicais mesmo para “Carry on my wayward son” (Kansas) ficar empolgante…

Shadow Complex

Capa de Shadow Complex (X360)
3 horas

Eu mencionei ontem mesmo como a Live tem promoção o tempo todo, não? Na sexta passada, dia 15/04, cinco dos jogos mais populares na rede ganharam 50% de desconto pelo resto do dia – e como estava esperando uma promoção para pegar um deles, Shadow Complex, não perdi tempo e comprei pontos e o jogo ainda no trabalho, via site da Live. Depois foi só ligar o console em casa para ele baixar o código de liberação, já que eu tinha feito download do jogo em modo de teste há um tempo atrás. Mas o melhor mesmo foi notar que toda a promessa do trial fica ainda melhor à medida que se vai jogando; Shadow Complex é mesmo um game revolucionário, um enorme salto adiante no gênero híbrido de ação/plataforma com jogabilidade em 2D que consagrou clássicos como Metroid, Castlevania (geração Symphony of the Night) e Rush n’ Attack.

Shadow Complex é um jogo com jeitão clássico mas todo o resto modernizado, incluindo cutscenes, física bacana, animações detalhistas e visual elaborado em 3D (pense em uma versão miniaturizada de Street Fighter IV em um jogo de movimentação lateral). Muita coisa foi tirada de Metroid, como os itens a serem descobertos, o mapa que vai se abrindo, e a necessidade de voltar a determinadas áreas com os itens corretos para explorar partes até então inacessíveis. Por outro lado, ele também emprega coisas próprias, como a possibilidade de atirar/interagir com objetos do fundo da tela, algumas cenas ocasionais sob outra perspectiva (como por exemplo em 1ª pessoa com uma turreta), e o cenário de conspiração anti-governamental. Chega a ser até triste notar o quão legal um novo Metroid 2D poderia ser – até porque o visual não seria impossível de atingir no Wii, ainda que em definição standard, claro. Além disso, após jogar Shadow Complex, a demo do recém-lançado Rush n’ Attack Ex-Patriot ficou bem menos interessante; dá pra sentir que esse jogo não flui tão bem e tem valores de produção um pouco abaixo de Shadow Complex. O que salva é que Shadow é um shooter, enquanto Rush n’ Attack Ex-Patriot é mais focado em stealth e golpes de faca.

Halo 3

Halo 3 (X360)
4 horas

Eis o primeiro jogo que terminei essa semana – e, definitivamente, peguei gosto pela série Halo. Com certeza foi um dos FPS com a jogabilidade mais natural e fluida que já experimentei, embora este jogo em especial pareça ter sido um pouco fácil, pelo menos na parte de tiro; de cabeça, não me lembro da última vez que morri na perspectiva em 1ª pessoa, e sim das diversas vezes enquanto pilotava veículos. Aliás, nas 4 horas finais, não faltaram ainda mais cenas sobre rodas e até mesmo dois momentos de pilotagem de um pequeno veículo aéreo (cujo nome esqueci agora). O jogo é tão insistente nisso que termina com uma fuga em um warthog, uma espécie de jipe futurista que beira o ingovernável de tanto que derrapa.

A progressão dele também foi um pouco esquisita, e por isso mesmo surpreendente. Estava esperando uma grande luta épica no final com algum monstro enorme da Flood, ou até mesmo contra Truth… E acabei tomando na cara a traição computadorizada de Guilty Spark, uma mera câmera voadora com IA hiperdesenvolvida! Foi de dar risada… Até tomar um laser na fuça. Pena que, àquela altura, já não estava entendendo mais nada da narrativa; em certo ponto do jogo, achei que tinha me perdido por conta de distrações durante as cutscenes sem legenda (a configuração de legenda desligava sozinha sempre que saía do game), mas após tentar entender a trama via artigo da Wikipedia, percebi que o problema foi não ter jogado os dois primeiros games mesmo. Ainda assim, ficou um gostinho de quero mais… E Halo 3: ODST já está na prateleira aguardando a vez.

Dragon Age: Origins

Capa de Dragon Age Origins (PC/PS3/X360)
6 horas e meia

Joguei Dragon Age um pouco antes de começar esta seção achando que ia tirá-lo de letra, por ser da mesma Bioware dos dois Mass Effect (ambos já terminados àquela altura) e por ter jogado seu “antecessor espiritual”, Baldur’s Gate… Ledo engano. Mais de 20 horas de jogo depois e só agora estou pegando o jeito do combate tático, “parando” a ação e alternando entre um personagem e outro para mantê-los vivos e não gastar trocentos kits de ferimentos (os injury kits). Mas o mais espantoso mesmo não é a profundidade dele, e sim o fato da estrutura da narrativa principal ter algo em comum com Mass Effect 2: convença pessoas a se juntar a você na luta contra um grande mal extradimensional.

O problema e que, mesmo 20 horas depois, não consegui ainda completar nenhum dos preparativos para combater a horda de darkspawns, o que mostra como tenho gasto tempo em inventário e em missões paralelas (esse é o jogo que dizem poder ser terminado em 25 horas? Tás brincando?). Outra coisa que percebi foi que embora Mass Effect possa ter as decisões mais épicas em escopo, as de Dragon Age são bem mais torturantes em termos morais. Nessa partida de seis horas (sim, foi de uma tacada só), passei por uma decisão envolvendo assassinar ou não um garoto possuído por um demônio, e foi de doer na alma. Não diria ainda que isso faz de Dragon Age um jogo melhor do que Mass Effect, até porque prefiro a jogabilidade mais livre deste último; porém, se existe um bom RPG de fantasia medieval nessa geração, é Dragon Age. Mais até do que Elder Scrolls IV: Oblivion. Ah, e um PS: voltei a jogá-lo este fim de semana porque, afinal, agora Dragon Age II me espera – e eu preciso jogá-lo logo para poder trollar os fanboys chorões da série com toda a propriedade do mundo…

Resistance: Fall of Man

Capa de Resistance: Fall of Man (PS3)
10 horas

E por fim, o jogo que mais me prendeu até o seu final (e, por tabela, arrefeceu um pouco o vício em MAG, que vinha jogando toda semana), o primeiro Resistance. A história realmente é legal, e valeu a pena cada minuto das 15 horas gastas. Porém, com o jogo terminado, fica mais fácil enxergar alguns defeitos. Por exemplo, a curva de dificuldade do jogo é um tanto irregular; na maior parte do tempo o jogo é simples, mas em outros momentos a dificuldade é elevada de forma meio artificial. Uma delas, a defesa da ponte sobre o rio Tâmisa, até me fez ir procurar um guia na Internet. Nessa cena, o jogador precisa destruir uma aranha alienígena gigante que, à primeira vista, consegue te acertar com bolhas explosivas em qualquer lugar do razoavelmente grande mapa – exceto uma pequena área dentro de um dos prédios disponíveis, algo que só descobri com o guia. Não dá pra correr dela, que é bem mais rápida que você, e as bolhas explosivas te matam em menos de cinco segundos. O pior é que, antes disso, o jogador ainda precisa lidar com dois grandes veículos articulados, e encontrar a munição de lança-foguetes é necessário para dar cabo dos três bichões – e tudo isso no meio do fogo cruzado de um campo de batalha. Perdi pelo menos uma hora só nesse trecho, enquanto em 90% do jogo deu pra passar sem morrer uma vez sequer.

De certa forma, isso deixa o jogo ainda mais old-school; essas partes mais difíceis, em geral, envolvem tentativa-e-erro, ou entrar em uma situação na qual você vai morrer pelo menos uma vez ou duas até entender exatamente a solução para o problema – quase sempre envolvendo uma boa posição para ficar, o uso da arma certa (que às vezes precisa ser encontrada no cenário), ou uma postura bem específica, como cair matando logo para não deixar os inimigos se amontoarem ou manter-se à distância e eliminar um por um. Se o jogo inteiro fosse assim, seria até interessante, uma espécie de shooter tático leve em um cenário menos verossímil. Como estes momentos são ocasionais, podem parecer meio frustrantes, mas não chegam a ser nada que te faça desistir do jogo – é capaz inclusive de te instigarem, naquela medida certa que te faz querer voltar ao game depois para descobrir a “solução” do “quebra-cabeça”. Não foi à toa que joguei um pouco dele todo dia até terminá-lo na sexta, em sessão ininterrupta de 4 horas.

12 comentários sobre “Back: O início, o fim e o meio (11/04 a 17/04)

    1. Sinto, não acredito não. E eu consigo trollar quem eu quiser aqui.

      Felipe, deixa eu te dar um toque: não insista, tá? Ultimamente a gente diverge em tudo, a ponto de se eu ler uma opinião sua, tenho certeza de que vou achar o exato contrário, ainda mais no caso de algo que envolva RPG. Continue então postando-as naqueles sites que nunca visito, o Ambrosia e o Destructoid, enquanto eu continuo trollando aqui no meu espaço, OK? Um abraço! #trolladaforte

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  1. Hum… Quando vc diz que as escolhas são moralmente mais complicadas em Dragon Age, quer dizer que são complicadas a ponto de vc não saber o que é certou ou errado ou é algo tipo salvar ou não o conselho em Mass Effect/deixar trabalhadores inocentes de uma refinaria morrerem p/ ganhar a lealdade do Zaeed ou salvá-los e arriscar não ganhar a lealdade em Masss Effect 2?

    Não peguei Dragon Age até hoje pq, sinceramente, estou muito enjoado do estilo fantasia em qualquer tipo de jogo. E embora seja fanboy de Mass Effect, não dá p/ negar que as escolhas lá são meio “preto ou branco”, com raríssimas tonalidades de cinza capazes de nos deixar perdidos entre o certo e errado. E nem seria necessário fazer colocar zilhões de escolhas e consequências p/ isso. Deus Ex, por exemplo, apesar de te dar pouquíssimas escolhas reais, me fez questionar durante o playthrough inteiro se estava fazendo a coisa certa.

    Se Dragon Age realmente for mais profundo neste quesito, talvez, apenas talvez, considere comprá-lo.

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    1. Simples: as escolhas morais de Dragon Age – ou pelo menos as duas maiores que já tive que fazer até agora – são mais difíceis em todo e qualquer sentido que você possa imaginar.
      Usando como parâmetro a escolha que você citou de Mass Effect e a que eu citei do moleque possuído pelo demônio;

      Em termos de preto-e-branco, me parece bem claro que só uma pessoa muito egoísta sacrificaria os trabalhadores da refinaria só para ganhar a lealdade de um mercenário/acabar com o líder dos Blue Suns (afinal, ele sempre pode ser caçado depois). No caso do moleque possuído em Dragon Age, não há garantia nenhuma de que o demônio possa ser exorcizado, contido, ou que vá se manter quieto enquanto você vai a outra cidade buscar magos que possam sequer tentar uma dessas coisas.

      Outro ponto é que não há benefício nenhum envolvido, apenas a dúvida de como a história vai se desenrolar e a própria escolha moral: se eu poupar o menino e tentar salvá-lo de outro jeito, esse demônio não irá aflorar de novo e matar muito mais gente além das que já matou? Mas para resolver isso agora, tenho que matar uma criança, e ainda por cima filho de um nobre! No exemplo de Mass Effect, o benefício pessoal é um pouco mais claro: faça a escolha X e Zaeed com certeza será leal a você. Nessa situação de Dragon Age, até agora não sei quais foram as consequências reais além da óbvia, de ter acabado com um demônio. Provavelmente vou passar o jogo inteiro sem saber se havia como salvar o menino.

      Ainda por cima, a escolha em Mass Effect não tem muitos desdobramentos, imediatos ou futuros: a morte dos trabalhadores não irá, sei lá, forçar uma desavença de alguém com Shepard, por exemplo. Em Dragon Age, o menino era um mago latente e atraiu um demônio para que este salvasse o pai doente. Esse pai, ainda por cima, é crucial para a trama. Acabar com o demônio antes de ter a chance de curar o pai pode significar a perda de toda uma milícia na luta contra os Darkspawn, então tomar a decisão de matar o menino imediatamente fica mais complicada ainda. E se você não tiver obtido um certo pedaço de informação antes, vai ter menos dúvida de que o pai nobre VAI SIM morrer se não for curado primeiro. Enfim, a decisão é mais complicada até no sentido de ramificações mesmo.

      Sobre ele ser um jogo de fantasia, te digo o seguinte: conheço pouca gente que tem tanto bode de fantasia medieval quanto eu. Não consegui ler nem Senhor dos Anéis, por exemplo (e foram 3 tentativas, nenhuma além das 10 ou 20 primeiras páginas). Dragon Age não foge *tanto* ao molde, mas pelo menos a caracterização do universo é bem mais profunda, e alguns clichês são um pouco virados de cabeça para baixo – os magos, por exemplo, não são misteriosos aqui (não todos, pelo menos), e sim uma casta sob vigilância constante de templários, a ponto de serem caçados sem dó caso não se submetam ao treinamento padrão com seus pares. Os anões são comerciantes e não apenas ferreiros beberrões, os elfos vivem escondidos no meio do mato e não em cidades idílicas, e por aí vai.

      Basicamente, se alguém me apontasse uma arma na cabeça e me obrigasse a jogar um RPG de fantasia medieval de papel, com certeza escolheria a versão impressa de Dragon Age (sim, tem, como um suplemento de Dungeons and Dragons). O cenário com certeza é mais intrigante, pelo menos.

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      1. Porra, Fabio… Eu aqui mastigando a mesa do PC tentando me controlar p/ não comprar Portal 2 e vc me dá o empurrão que faltava p/ ter vontade de comprar Dragon Age. E como sou um cara que gosta de seguir a história, terei que comprar o primeiro, depois expansão e, se o jogo realmente conseguir me encantar, me decepcionar com o segundo, caso a opinião da maioria esteja de acordo com a minha, o que é muito difícil.

        Já estou sem saco p/ jogos de fantasia medieval desde o Final Fantasy VII. O último que dei uma chance foi aquele Ergo Draconis e, p/ mim, o jogo conseguiu ser tão chato que me peguei pensando em jogar paciência spider no começo do playthrough. E não estou brincando.

        Bom, agora tenho que me controlar p/ não comprar nem Portal 2 nem Dragon Age. E se cair na tentação de comprar um, acabarei comprando o outro junto de certeza.

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        1. Posso tentar compensar então com algumas coisas que considero menos empolgantes, especialmente em relação a Mass Effect:

          – O inventário é organizado, mas é cheio de detalhes e o jogo é um pesadelo de micromanagement (algo que disseram que “não precisava” consertar no 2 e estou curioso para ver como ficou, porque eu adoraria menos complicação)
          – A história é mais profunda, mas isso quer dizer mais diálogos e menos ação – e com isso quero dizer BEM MAIS diálogo e BEM MENOS ação do que Mass Effect (algo que também parece ter mudado em Dragon Age II)
          – Embora o jogo te permita jogar sem pausar a ação, ela não tem o mesmo apelo visceral de Mass Effect ou mesmo outros RPGs medievais recentes como Elder Scrolls IV: Oblivion; na prática, pausar o tempo todo e dar ordens ao grupo é dez vezes mais funcional, então o jogador tem que gostar de combate tático (e pelo demo de Dragon Age II, a opção de agir diretamente está um pouco mais viável e prazerosa)
          – Em termos de engine o jogo parece mais velho do que é, com texturas e partes do cenário “pipocando” aos poucos no fundo, e as animações dos personagens por vezes são bem esquisitas, assim como os efeitos de iluminação (na demo de Dragon Age II, pelo menos as texturas/partes pipocando sumiram)

          Provavelmente o jogo vai aparecer de novo na seção Back da segunda que vem (ontem mesmo joguei mais 3 horas dele), então vou atualizando as minhas impressões dele.

          Sobre os fanboys de Dragon Age II, até acredito que o jogo não seja melhor do que o 1º, até pelo alto padrão de Origins. Também vi uma crítica que realmente me incomodou, a de que ele se passa inteiro em uma única cidade em vez de um reino completo – algo estranho para um jogo de fantasia medieval, ainda mais quando o primeiro jogo deu um mapa maior para explorar. Mas de resto, o tipo de crítica que vejo é bem semelhante às feitas a Mass Effect 2 – de que o jogo foi simplificado demais, sempre com aquele ar de superioridade de jogador chato de PC que tem paranoia de que tudo será sempre feito apenas para os consoles e vê qualquer tentativa de descomplicar como uma afronta. Por isso fica difícil acreditar neles, mesmo quanto tenham alguma razão.

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          1. Bom, a merda está feita. 80 doletas gastos em Portal 2 e Dragon Age, o que vai quebrar meu orçamento do mês. Mas tudo bem.

            Bom, nenhuma destas “falhas” que vc citou me parecem ser muito graves. Com inventário vc aprende a lidar; se a história for profuinda e interessante o suficiente, mais diálogo e menos ação é até necessário; gosto de combate tático; gráficos não pesam muito quando qualifico um jogo.

            E esse papo de fanboys me lembra muito daqueles personagens presentes em livros, filmes e jogos, geralmente um/uma idosa reclamando sobre como os jovens esqueceram os costumes antigos e como tudo era melhor alguns anos atrás. Personagem, aliás, que existe aos milhões no mundo real.
            Eu mesmo achei ótima a mudança no inventário de Mass Effect 2. Não faz sentido algum Shepard viajar pela galáxia tentando salvar toda a vida orgânica e sintética carregando um máximo de 150 armaduras, armas e mods nos bolsos.
            Se bem que até concoirdo que as skills foram simplificadas demais. Poderiam ter encontrado um meio termo entre ME e ME 2.

            Bom, agora voltarei ao trabalho. (leia-se: fingir que estou produzindo enquanto penso em portal 2 e Dragon Age baixando lá em casa)

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  2. Fábio, o Dragon Age que você está jogando é o para PS3?

    Recomendo o para computador, achei que o jogo perde bastante em termos de jogabilidade ao ser colocado no videogame.

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    1. É sim o de PS3. Sem ter jogado o de PC, pra mim está OK. Sei que a versão do PC tem um recurso que a do console não tem, de poder trocar a câmera para uma visão superior, mas sinceramente, não tenho mais saco de jogar absolutamente nada no PC que não seja exclusivo dele.

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      1. Então, eu também não gosto de jogo em PC, só uso em último caso, mas é que nesse senti uma diferença razoável do PC para os consoles.

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