Back: Guerra, estratégia e rock n’ roll (04/04 a 10/04)

Botão BackNesta seção, vou apertar o botão de Voltar e relembrar os cinco games que mais joguei durante a semana anterior. Nada de resenhas, apenas comentários sobre os trechos efetivamente jogados. SPOILER ALERT: se há uma seção deste blog em que não terei pudor de comentar a narrativa de um jogo, será esta aqui. Considerem-se avisados!

Consegui uma bela proeza: quatro dos cinco games que mais joguei esta semana não estavam na lista da semana passada. Em parte isso é ruim, porque significa que negligenciei dois jogos anteriores que queria ter terminado, Dark Sector e Halo 3. O problema é que esta semana chegaram não uma, nem duas, mas três encomendas – não feitas ao mesmo tempo, mas desde janeiro até a semana passada – e com isso dois jogos novos entraram na fila. E já que a coisa descambou, acabei aproveitando para tentar terminar mais um jogo, que acabou no primeiro lugar esta semana. Entre muito tiroteio visto de câmeras diferentes, muito rock n’ roll de plástico e muita estratégia disfarçada de aventura, este foi o resumo da minha semana gamer.

Capa Mindjack (PS3/X360)
Tempo jogado: 76 minutos
Mindjack

Sim, eu comprei Mindjack, apesar da péssima média no Metacritic. Em minha defesa, duas coisas: primeiro, quando pedi o jogo, a média não estava tão baixa; segundo, comprei por menos de R$ 30 em uma promoção da Play-Asia. Para quem não sabia da existência dele, trata-se de um game de tiro em terceira pessoa, baseado em cobertura, com dois protagonistas embrenhados em uma narrativa futurista cheia de sobretons conspiratórios. Praticamente todos os aspectos técnicos do game foram criticados. Em pouco mais de uma hora, já deu para comprovar que algumas críticas são justas, como a péssima inteligência artificial e a movimentação travada dos personagens. Os personagens são meio lentos, mas o pior problema é que os inimigos, em geral, são “esponja de balas” (alguns tomam mais de um pente inteiro antes de morrer!) enquanto você não aguenta mais do que três ou quatro tiros. Com isso, acertar headshots é crucial; a IA burra deixa os NPCs parados, o que facilita os acertos na cabeça e deixa a impressão de que um defeito serve como uma espécie de gambiarra para outro… Pena que a burrice da IA se estenda ao seu parceiro/parceira, que parece não ter sido “avisado” de que se trata de um jogo com cobertura. /facepalm

Frustrações à parte, Mindjack ainda permanece jogável (por enquanto) pelo prazer de usar e abusar da mecânica principal que dá nome ao jogo: “sair do corpo” do personagem que está controlando para “possuir” um cidadão qualquer escondido no meio do tiroteio, o que pode ajudar a surpreender os inimigos. Além disso, dediquei cerca de meia hora ao multijogador, que parte de uma ideia simples e interessante: você pode “abrir” a sua campanha solo online para quem quiser entrar nela ou, por outro lado, “invadir” as partidas dos outros que estejam abertas (vale avisar, inclusive, que a configuração-padrão da campanha normal é permitir invasores). Quem invade um jogo tem duas opções: auxiliar o host/anfitrião, possuindo o segundo protagonista ou um transeunte; ou atrapalhá-lo, possuindo os adversários (ou, de novo, um transeunte). Deixei meu lado malvado falar mais alto e fui direto pra “equipe vermelha”, a dos adversários. No início, é estranho perceber que você está fazendo o papel de antagonista/NPC no jogo alheio… Mas além de ser extremamente gratificante impedir o avanço do anfitrião, deu pra notar que o multijogador resolve, meio que sem querer, todos os problemas de IA da campanha solo, já que os NPS burros são substituídos por gente de verdade. É mais uma gambiarra não-intencional, mas ainda assim, deve me fazer apostar mais um pouquinho ainda neste jogo.

Capa de Resistance: Fall of Man (PS3)
Tempo jogado: 4 horas
Resistance: Fall of Man

Eu já mencionei aqui como Resistance 2 é um pouco old-school, mas… Porra, eu não sabia de nada. O primeiro Resistance estava aqui, parado, esperando a vez dele e… Isso sim é old-school, caramba! Como jogo de lançamento do Playstation 3 (2006), ele tem gráficos e efeitos sonoros que hoje parecem datados, mas que na época devem ter sido espantosos (com certeza não rodariam em um Playstation 2); mesmo assim, há um quê de shooter de geração passada nele. Pode ser por causa da roda de escolha de armas, ou por causa do ritmo acelerado, ou ainda por conta do quanto ele exige do jogador o uso do strafe (desviar das balas inimigas andando de lado enquanto se atira). Minha aposta, aliás, é nesse último caso: eu não jogava um shooter com tanta ênfase em strafe desde Unreal Tournament, e foi até difícil me reacostumar a esse tipo de jogabilidade na primeira hora.

Isso dito, Resistance: Fall of Man é bem mais divertido que pode parecer. Os cenários não variam muito, incluindo uma série de áreas devastadas pela guerra em cidades britânicas; mas as exceções, como a catedral de Manchester, são um espetáculo. A narrativa parece um pouco mais bem amarrada do que a de Resistance 2… Ou é apenas empolgação de ver como todo o rolo contra os alienígenas chimera começou, tanto faz. O mais espantoso mesmo foi entrar no multijogador e descobrir que sim, ainda há gente jogando – bem mais do que o recém-lançado Mindjack, inclusive (pelo menos 15 salas diferentes, algumas com mais de 30 pessoas). Uma pena que todas as partidas disponíveis eram de modos padrão como Deathmatch e Capture the Flag, quando o jogo tem vários outros modos incomuns que gostaria muito de experimentar – como o Conversion, uma variação de Last Man Standing em que cada jogador morto vira um Chimera e ainda pode vencer a partida se todos os humanos restantes forem mortos. Vou tentar criar uma partida de Conversion durante a semana e ver se o povo entra… Até para confirmar se a bagunça louca que experimentei – causada por opções personalizadas como 200% de dano, one-shot kills e munição infinita – foi uma escolha consicente dos criadores das partidas ou se essa bagunça é mesmo o padrão do multijogador de Fall of Man.

Capa de Rock Band 2 (PS2/PS3/Wii/X360)
Tempo jogado: 4 horas
Rock Band 2

Até então, em termos de games musicais, eu tinha os quatro primeiros Guitar Hero, o primeiro Rock Band e alguns track packs dele no Playstation 2, além de The Beatles: Rock Band no Playstation 3. A princípio, são mais jogos musicais do que jamais precisarei – e não sou fã de Aerosmith, Van Halen, Metallica ou Green Day o suficiente para adquirir os jogos dedicados a eles. O problema é que acho Rock Band, em geral, tão mais interessante do que o concorrente que Rock Band 2 e 3 nunca saíram do meu radar. E assim que surgiu a oportunidade de passar adiante um jogo meia-boca como Dante’s Inferno, pegar Rock Band 2 sem precisar pagar foi um ótimo meio-termo entre desejo e praticidade.

A verdade é que eu não sou fã de metal tradicional (a despeito do último jogo desta lista) e sim de rock alternativo a partir dos anos 80. Eu fui criado com Pixies, rock gótico, Picassos Falsos, R.E.M., pós-punk e por aí vai, rumo às bizarrices dos anos 90. O primeiro Rock Band já era uma celebração desse tipo de som, mas Rock Band 2, meu amigo… É de surpreender. Disparado, é o setlist de jogo musical que mais gostei (entre os que joguei, claro) – e “Lump”, dos Presidents of the USA, tem que ser a música mais legal de se tocar em qualquer jogo desses (preciso urgentemente de um kit de bateria, só pra essa faixa). Além do mais, Rock Band 2 parece ser um daqueles casos em que diversos aprimoramentos menores deixam o todo bem mais próximo do ideal de uma franquia: o público acompanhando a canção quando você está mandando bem, a criação de personagens, os itens destraváveis, o modo de desafio, o modo carreira emulando a vida de um artista… Foi tudo tão legal que no primeiro dia fiquei quase 4 horas jogando-o direto, sem perceber o tempo passar. Foi tão viciante que fiquei com pudor de jogá-lo de novo e acabar “gastando” o setlist todo em uma semana, por incrível que pareça…

MAG (PS3)
Tempo jogado: 7 horas
MAG

A saga em MAG continua. Esta semana, além de avançar mais sete níveis (cheguei ao 17), consegui comprar aquele silenciador que mencionei semana passada. O melhor foi descobrir que ele não apenas serve para pistolas como também para submetralhadoras – e eu tinha uma encostada no inventário! A essa altura, estou especializando o personagem em resistências físicas e em habilidades de Comando; com os 3 upgrades disponíveis que aumentam a vitalidade para 120%, os 3 que aumentam o tempo em que os inimigos aparecem no radar após atirarem, e os 3 que aumentam a eficiência do silenciador, volta e meia consigo ficar no meio do fogo cruzado, escondido em algum canto, e matar dois ou três sem que ninguém me encontre – e quando me acham, às vezes até dá tempo de fugir antes que acabem com a minha vitalidade “bombada” (perdi a conta de quantas vezes escapei só por conta daqueles 20% extras).

Além disso, comecei a testar outros modos além do Supression (team deathmatch básico). Andei passando algum tempo no Acquisition, em que uma equipe de 64 jogadores deve tentar capturar um veículo da outra equipe e fugir do mapa com ele. É claro que não é tão simples: a equipe que defende conta com bateria anti-aérea, turrets, radar e o escambau, enquanto os atacantes chegam com dois tanques e eventualmente um helicóptero (é fascinante dar respawn vindo de pára-quedas, controlando em que parte do mapa você vai cair). No geral, Acquisition é bem mais tenso e estratégico do que Supression, além de ser o tipo de modo online que diferencia MAG da concorrência. Por outro lado, ele demora bem mais do que uma partida de team deathmatch e dá mais XP se você for esperto e contribuir para os objetivos gerais da equipe, em vez de bancar o lobo solitário. Agora é me preparar para o modo supremo de todos: Domination, ou captura de pontos estratégicos com 128 contra 128. Seja o que deus quiser!

Brütal Legend (PS3/X360)
Tempo jogado: 12 horas
Brütal Legend

Brütal Legend é realmente um jogo muito, muito esquisito, e só depois de tentar terminá-lo (não sei o quão próximo estou do fim, já que andei abusando do mundo aberto dele) é que isso ficou claro. Já tinha lido que ele era uma mistura bizarra de aventura aberta e RTS (estratégia em tempo real), mas como os elementos de RTS vão sendo incorporados à jogabilidade a passo de lesma, só depois de umas 8 ou 10 horas é que tudo ficou claro. Nesse meio tempo, você descobre unidades diferentes; aparece um palco para uso como base de operações; fontes etéreas de fãs surgem a título de “recurso natural”; barracas de merchandise são montadas para agradar os fãs e bancar as unidades; e o protagonista começa até a voar (meio que do nada) para conseguir ter uma visão aérea tosca e comandar sua tropas. É bem, bem bizarro – especialmente considerando que você pode, a qualquer momento, simplesmente pousar no chão e tentar dar conta de tudo você mesmo (há poderes acionados por solos de guitarra que são perfeitos para certas saias-justas, como o Facemelter, ótimo para dispersar unidades fracas que ataquem em quantidade; chega quase a ser roubado).

E por tudo isso mesmo que o jogo acaba sendo legal! É como a própria trilha sonora; não curto muito metal, mas ela é tão abrangente e existe em um contexto tão caricato que não dá para não sorrir. Talvez a minha tranquilidade com o jogo seja exatamente porque eu não gosto muito nem de metal, nem de RTS; como os dois aspectos são tratados de forma light, fica fácil conviver com a presença deles. Um fã dedicado de RTS certamente acharia uma merda, ainda mais considerando como o jogo é extremamente fácil – se você jogou algumas poucas horas de Age of Empires vai conseguir se virar sem saber bem o que está fazendo (como eu, aliás). Também ajuda muito o fato de tudo acontecer em um mundo aberto; é bem simples dar uma “descansada” entre uma batalha e outra – que sempre são parte das missões principais – e sair por aí fazendo tarefas secundárias ou simplesmente caçando coisas escondidas no cenário, que destravam upgrades e mais canções da trilha sonora. No geral, é um jogo bastante divertido, mas em doses homeopáticas; não conseguiria jogá-lo por mais do que 2 ou 3 horas seguidas. Também não é recomendado para quem quer simplesmente jogar a trama principal e chegar ao fim logo; pelo que li, sem fazer as missões secundárias, o jogo acaba bem rápido. Se isso for verdade, esta semana já devo terminá-lo.

8 comentários sobre “Back: Guerra, estratégia e rock n’ roll (04/04 a 10/04)

  1. Num falei que o primeiro Resistance era mais roots! xD

    Terminei ele esses dias e digo que vale muito a pena. Tem gráficos bem tosquinhos mesmo e em algumas in-game cutscenes os personagens parecem bonecões. Mas tudo isso é bem tolerável pra um jogo de 2006 e não chega a incomodar.

    Outra coisa que traz o sentimento de old-school é a barra de energia. Mesmo que no decorrer do jogo haja a possibilidade de se regenerar, essa possibilidade é limitada e funciona em harmonia com o contexto do jogo. E ficar procurando “med-kits” no momento de aperto é muito clássico xD

    Achei muito bacana e certamente logo vou pegar o 2 e o 3, que está por vir, ainda mais que não sou muito fã de FPSs de guerra e calófidãtis da vida.

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    1. Ele é tão mais roots que desconfio que tu vai estranhar um tanto quando pegar o 2. Ele não tem, por exemplo:
      – A roda de armas (que voltará no 3 a pedido dos fãs)
      – A ênfase no strafe
      – A velocidade de movimentação a la FPS de gerações anteriores
      – Carro para dirigir em 3ª pessoa
      – A Vitalidade em 4 quadrados (o jogo usa o padrão moderno da tela ficar vermelha quando se toma dano e depois regenerar tudo automaticamente mesmo)

      Ou seja, a jogabilidade em si é bem mais próxima de um FPS atual; o que mantém é o cenário e o clima, além da narrativa, é claro.

      Em compensação, você ganha:
      – Chefes de fase, alguns BEM GRANDES (o primeiro deles já logo de cara, PÁ, toma essa)
      – Gráficos dignos dessa geração
      – Mais momentos feitos apenas para criar tensão e sustos
      – Novos bichos mais insanos (tem um inspirado no Predador que chega quase a ser roubado)
      – Quase todas as armas de volta e melhoradas (com a Auger, por exemplo, você vê a silhueta dos bichos atrás das barreiras e paredes)
      – Novas armas, incluindo a melhor pistola Magnum ever (aquela que sempre comento, cujas balas explosivas ficam alojadas no inimigo e vc pode usar o R2 para detoná-las)
      – Multiplayer com diversos modos e suporte para até 40 negos, como no anterior, só que com melhor matchmaking e muito mais gente jogando (inclusive clãs de brazucas)
      – Um Hale que fala e anda com 3 companheiros
      – Um final muito tenso

      No saldo eu ainda prefiro o 2, mas prefiro mais ainda não ter que escolher entre eles.😀

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      1. Caralho, tiraram muitas coisas bacanas. A roda de armas era muito boa! Mas por tudo que tu comentou aí, acho que acresceram muitas outras funcionalidades que valem a pena sim. Vou pegar certo, até porque é um jogo baratoviski. E outra, não tem mané que vive reclamando que a sequencia “X” é ruim porque não trouxe inovação (vide Bioshock) ? Então tem mais é que testar coisas novas mesmo. Na pior das hipóteses, terei 2 jogos fodas, cada um com seu “charme” especial. =P

        PS.: Sim, tu já falou tanto dessa Magnum fodona aí que to doido pra usar essa bagaça xD

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        1. E no Resistance 3 alguns dos recursos voltam, como a roda de armas (YES!)

          A Magnum nem é uma arma tão PODEROSA, e sim divertida e criativa!🙂 Mas até aí é um marco da série, a Auger tb foi uma ideia muito boa e plausível considerando o cenário.

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  2. Eu adorei Brutal Legend ! O negócio dele começar a voar se esplica no final do jogo e também indiretamente nos vídeos (tem q ver todos) sobre a história da “criação do mundo”(de um jeito metal meio doidão). Ta ligado? Aqueles negócios q o jogo chama de “legends”, q há 12 para achar, q vc acha apertando (A+X)/(X+QUADRADO) numas estatuas acorrentadas q parecem um cachorro (q eu acho q é o Ormagodden) segurando uma bola azul.
    Quando vc acha todos os solos de guitarra, nooooossa, tem uns muito loucos. Não sei c vc já conseguiu, mas meu favorito é um q cai um zeppelin pegando fogo do céu.
    Se vc ouvir as músicas com calma da pra perceber q a história do jogo foi tirada das letras das músicas(não estou falando de coisas como os headbangers ou as tietes). Por exemplo : Em Betrayal (Lita Ford) menciona-se “Sea of Black Tears”; One Shot at Glory (Judas Priest) começa dizendo “Let me hear the BATTLE CRY, calling on the wind”; E por aí vai.
    Depois q vc zerar esperimente o multiplayer [da para jogar também com os góticos(Drowning Doom) e os demônios(Tainted Coil)].

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    1. Já achei acho que 5 das 12 legends, é bem bacana mesmo. Mas ainda não cheguei na que explica as asas. Na primeira vez que elas aparecem, a Ophelia dá uma suposição para o acontecido, mas foi só. (Aliás, SPOILER SPOILER SPOILER a hora que o Eddie virou as costas pra ela me partiu o coração, a ponto de quase torcer pra versão gótica-malvada da Ophelia FIM DO SPOILER SPOILER SPOILER). O solo do Zeppelin ACABEI de pegar – tipo, achei e ainda não entrei em batalha pra usá-lo.
      Essa das músicas servirem de inspiração direta eu não sabia, mas notei que ao acessar a playlist, você pode ordenar as músicas por sub-gênero, o que achei bem bacana. Mas melhor ainda é ordená-las por “afiliação” e ver todas as bandas de hair metal como “afiliadas” ao Lionwhyte (que de resto parecia o David Bowie, hahaha).
      Quanto ao multijogador, eu vou ver como é, mas é certo que só vou tomar piaba – já sou ruim em RTS normal, em um RTS bizarro como esse…😄

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      1. Eu vi q dava pra fazer algo assim na playlist, mas não tinha dado muita bola. Não costumava entrar muito na playlist, as músicas q eu gosto (Am I Evil por exemplo) demoram muito na introdução, então eu punha elas para tocar, entrava numa missão e elas paravam. Hehe. Vou ver melhor isso daí qndo pegar ele pra jogar de novo.

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