Start: Bulletstorm e os FPS incomuns desta geração

TrollgameStart é uma seção recorrente deste blog com primeiras impressões de games que estou “testando”, ou ainda pensamentos um tanto vadios sobre games antigos que estou jogando novamente ou mesmo pela primeira vez. Isto é, não se trata de resenhas completas. Estas podem ou não vir depois, mas não prometo nada.

Não tente me enganar: você ouviu falar de Bulletstorm nos últimos dias. Eu sei que ouviu.

Logotipo de Bulletstorm (PC/PS3/X360)Pode ter sido por causa do artigo da conservadora Fox News conjecturando se o game seria o “pior jogo de todos os tempos”. Pode ter sido pelo trailer sacaneando Halo ou pelo jogo para download (gratuito) que satiriza Call of Duty. Pode ter sido pelos vídeos mostrando alguns dos skillshots possíveis no jogo. Ou pode ter sido até pela insistência deste que vos escreve no Twitter – não passo dois dias sem usar a hash tag #bulletstorm (caramba, o jogo me fez até passar um dia inteiro ouvindo “Disco Inferno”!). O que importa é que, se você acompanha videogames, deve estar pelo menos curioso sobre o jogo.

E deve ficar mesmo, porque ele é um grande candidato a Melhor FPS Desta Geração (o título de Mais Divertido já é dele, com folga e sem discussão).

Subindo de nível em Duty Calls (PC)
Duty Calls também te recompensa!

Antes que alguém grite “Call of Duty!”, eu respondo: você está no blog errado. Call of Duty é a típica série de games blockbuster que capturou a imaginação de muita gente por apelar a um mínimo denominador comum – no caso, campanhas solo pseudo-realistas (especialmente na série Modern Warfare, sem a qual Call of Duty permaneceria um jogo para bitolados em guerra) e um modo online que, muito espertamente, aplicou diversos princípios de jogos sociais para viciar o povo (exatamente como em Farmville: crie um sistema que recompensa o jogador com coisas pequenas o tempo todo, e o sujeito continuará jogando sem parar).

Halo? Legal, mas está ficando datado. Bem ou mal, é um FPS que bombou já na geração anterior de consoles e hoje só refina a sua própria fórmula. Battlefield? Pelo menos tem bom humor, incentiva mais os modos cooperativos e usa veículos como nenhuma outra série… Mas ainda sofre da Síndrome da Segunda Guerra, que atrai aquele tipo de gamer bundão que só quer saber da fantasia de bancar o soldado e nada mais. Medal of Honor? Precisa se reinventar mais. Killzone? Tecnicamente embasbacante e diferente da concorrência, mas ainda carece de uma história que não beire o ridículo. Operation Flashpoint? Ótimo que ele ofereça uma simulação bem mais realista do que os concorrentes, mas isso o torna jogo de nicho. E por aí vai.

Troféu/Conquista Romantic em The Darkness (PS3/X360)
The Darkness tem um dos troféus/conquistas mais legais já criados em um FPS: Romantic

Jogos como Far Cry 2, The Darkness e Bioshock já tinham preenchido a necessidade de FPS com temáticas mais diversas, narrativas únicas e jogabilidade menos repetitiva (ou seja, com algo para fazer além de atirar, atirar e atirar mais um pouco)… Mas o caminho sempre esteve bem livre nesta geração para o surgimento de um FPS que capturasse o mesmo feeling de diversão descerebrada que clássicos como Duke Nukem, Unreal Tournament e Doom proporcionaram nos anos 90 (quem chegou mais perto até então foi a série Resistance, mais pelo jeitão old school do que qualquer outra coisa; ainda é um FPS sério). E quer saber? Bulletstorm não só preenche este espaço, como ainda oferece mais do que se poderia esperar (pelo menos em alguns aspectos).

Mate com habilidade – e com um propósito

Por parível que increça, Bulletstorm tem uma narrativa. Sério. Claro que não é uma narrativa profunda, longe disso; porém, considerando o tom geral do jogo, ela é surpreendente – e até mesmo se dá ao trabalho de tentar explicar o inexplicável, como a pontuação por desempenho. De resto, você jogou Borderlands? Se o fez, sabe que embora o jogo inteiro seja uma grande versão Para Leigos de Fallout 3, tudo nele tem alguma razão de ser: há um objetivo final e um arremedo de narrativa para justificar a matança indiscriminada de skags e bandoleiros. Com Bulletstorm a coisa não é muito diferente: há um conto de vingança e redenção exibido em uma série de cutscenes (maior do que se imaginaria) bem no início do jogo, entremeada por sequências típicas de tutorial e até um flashback interativo (!!!), para deixar o jogador “no clima” da farra inenarrável (pun intended) que virá depois.

Não acredite na demonstração

Quem tem um PS3 ou Xbox 360 já pode ter jogado a versão de demonstração de Bulletstorm, mas independente da impressão que ela tiver passado, deixa o tio avisar uma coisa: vocês notaram que ela não tem o menor traço sequer dessa narrativa que acabei de mencionar, né? Pois é: aquilo se trata apenas de um trecho de um mapa do modo Echoes, que nada mais é do que uma série de estágios para acumular pontuação e entrar em uma leaderboard global. Ou seja, não representa praticamente nada do jogo, salvo um pouco da ênfase em skillshots.

Para quem ainda não sabe o que são as skillshots, trata-se de combos diferentes para despachar inimigos. Entre chutes no traseiro, armas variadas, conveniências de cenário e um chicote elétrico que “puxa” os alvos para perto de você, há uma centena de maneiras diferentes de destruir/humilhar seus adversários mutantes em um planeta paradisíaco abandonado. A versão de demonstração, porém, não apresenta sequer um arremedo da variedade que pode ser encontrada no jogo completo (e olha que mal passei da metade dele). Isto é, se você gostou dos poucos skillshots da demo… Prepare-se para ter orgasmos múltiplos com o jogo completo.

Roda gigante em Bulletstorm (PC/PS3/X360)
“Puta merda, bebi demais”

Para quem não gostou tanto da demo mas não se incomodou com o sarro generalizado, vale a pena dar uma chance ao jogo por outros motivos além dos skillshots. Antes de qualquer coisa, Bulletstorm é um FPS sólido: os inimigos não são tão genéricos, as fases são lineares porém variadas e interessantes, a intromissão das cutscenes durante a jornada é mínima, os cenários são embasbacantes de tão belos, os comentários grosseiros dos personagens são engraçadíssimos, a inteligência artificial (tanto dos inimigos quanto de seus companheiros) é eficiente… Enfim, trata-se de um jogo competente que te deixa livre para desopilar o fígado, e não um mero festival de besteirol que acaba esquecendo de cuidar do básico.

Uma das maiores provas de como Bulletstorm é sólido são os momentos de ação programados, típicos de FPS modernos: pode ser um miniboss em uma discoteca ou uma fuga acelerada de uma espécie de roda gigante cercada por helicópteros, mas nem assim Bulletstorm deixa a palhaçada de lado – os skillshots, os comentários engraçadinhos, as provocações e até as chances de atirar bêbado estão lá, intactas. O jogo não tem o menor pudor de estuprar a suposta grandiosidade destas cenas… E no processo, te lembrar o quanto cenas semelhantes em FPS sérios são, lá no fundo, meio ridículas, típicas de um filme Holywoodiano qualquer.

Palavrões, testosterona e bebedeira que não ofendem

Pé na cara em Bulletstorm (PC/PS3/X360)
Aqui é pé na cara e soco na porta, não o contrário

Outra preocupação que pode ter passado pela cabeça de alguns tem a ver com o conteúdo, digamos, explícito do jogo. Se você é daqueles que gosta de seus jogos de guerra sérios e sisudos, pode deixar pra lá agora mesmo e vá jogar seu Call of Duty (que, aliás, tem tanto “fuck” quanto este ou qualquer outro jogo… Mas enfim). Agora, para aqueles que ficaram preocupados com o fato de Bulletstorm ser da mesma empresa que fez Gears of War – a série de games que melhor simboliza testosterona exagerada em todos os tempos – eu digo: Bulletstorm tem exatamente o aquele tom fanfarrão que falta a Gears.

Esse é um daqueles casos clássicos em que a grosseria é tão escrachada que dá a volta e não consegue ficar realmente ofensiva, a não ser que você tenha idade mental abaixo dos 10 anos. Você se sente ofendido quando um moleque te joga insultos totalmente inventados e sem sentido, como “cara de melão amassado”? Por favor, não, né? Os insultos dos protagonistas de Bulletstorm são da mesma estirpe, só que enfileirando palavrões. Imagine que uma das personagens, ao ser encontrada, berra que vai “matar os paus” dos protagonistas. Isso mesmo: não matá-los, e sim os pintos deles. Não à toa, um deles responde: “como assim, matar meu pau? Que merda isso quer dizer? Eu que vou matar o seu pau, senhorita!”. Dá pra ficar ofendido com um troço desses?

O morde-e-assopra dos skillshots

Skillshots em Bulletstorm (PC/PS3/X360)
Empilhe skillshots à vontade!

Duas grandes preocupações que eu tinha antes de adquirir Bulletstorm diziam respeito à variedade dos skillshots e à disponibilidade deles ao longo do jogo, incluindo a possibilidade de vermos uma lista completa in-game. Muito para a minha felicidade, topei com uma solução bem elegante: salvo alguns skillshots básicos, como chutar a cara de um mutante e matá-lo a bala antes que caia no chão (Bullet Kick +25), a maioria dos combos está ligada a uma determinada arma, que precisa ser encontrada e melhorada com pontos adquiridos durante a campanha. A progressão dos skillshots, assim, acaba sendo suave; enquanto uma parte deles surge da interação com partes únicas do cenário, como quedas livres, espinhos, turbinas e lagos, a descoberta cadenciada de armas novas à medida que o jogador avança garante que sempre apareça algo de novo para manter a repetição bem longe a cada nova fase que se inicia. Aquele skillshot do chute fica bem mais legal quando o sujeito cai no lago (Fish Food +50) ou em um abismo (Vertigo +50), ou ainda se rolar um headshot (+25) ou uma explosão (Enviro-Mental +50)…

Além disso, o foco nas armas permite que os skillshots sejam organizados por equipamento em uma lista especial, acessível a qualquer momento… Mas fiquem calmos, ela não entrega todos os combos. Via de regra, encontrar uma nova arma significa “destravar” a aba associada na lista de skillshots, que por sua vez irá listar apenas alguns deles – os mais básicos da arma em questão – e manter outros em segredo. Em suma, você tem algo com o que “trabalhar” de início, mas o resto depende de experimentação. Melhor ainda: em geral, as descrições de mais skillshots são liberadas quando se pratica pela primeira vez combos similares – por exemplo, ao usar o modo de tiro secundário da escopeta em um skillshot, outros que também o utilizem podem aparecer na lista. Ainda assim, há skillshots que só aparecerão quando forem realizados; portanto, não espere ver a sua lista completinha, tipo álbum de figurinhas da Copa, sem descobrir cada um dos skillshots. Completistas, preparem-se!

Graça até na imperfeição

Fireworks em Bulletstorm (PC/PS3/X360)
Ano Novo na Copacabana espacial

O jogo não é perfeito, mas até no que ele “falha” tem seu charme (aliás, uma característica comum a diversos jogos premiados na história dos games…). Os que comungam do multijogador competitivo irão ficar desapontados em saber que não é possível sair disparando chute, chicotada e granada na bunda de avatares virtuais desconhecidos online: a única forma de competir é no citado modo Echoes, buscando uma pontuação maior do que os concorrentes em mapas isolados. Mesmo os fãs de co-op podem se decepcionar ao descobrir que há apenas um modo cooperativo em Bulletstorm – e não é a campanha principal, e sim uma variação do modo Horda de outros jogos, aqui chamado Anarchy, em que o grupo precisa combater ondas e ondas de inimigos.

Neste modo, que ainda não testei, o grupo precisa realizar skillshots em equipe para atingir uma determinada pontuação antes de enfrentar a próxima onda de inimigos; isto é, pode ser necessário repetir a mesma onda até conseguir o total de pontos. Segundo resenhas, isso torna algo problemático jogar o modo Anarchy com desconhecidos na internet: a certa altura, só o trabalho em equipe confere os pontos necessários – sair enfileirando skillshots sozinho não adianta. Por mim, tudo bem: sem os batidos deathmatch, capture the flag e afins, em breve só sobrará no multijogador de Bulletstorm aqueles caras e garotas realmente interessados em fazer amizades e dar risada entre um team skillshot e outro, enquanto os colecionadores de frags de 12 anos (reais ou mentais) continuarão tentanto provar algo a si mesmos em Call of Duty: Black Modern Warware Ops XIII, The Mission. E já vão tarde!

Ilustração da capa de Bulletstorm (PC/PS3/X360)
Sai de baixo que lá vem sapatada

Divertido, bonito, sólido, diferente, descerebrado e com ênfase em cooperação online: Bulletstorm saiu bem melhor do que a encomenda. Talvez a campanha seja relativamente curta (não menos do que qualquer Call of Duty), talvez houvesse uma forma de incluir um modo online competitivo tão divertido quanto a campanha, talvez o game pudesse ter mais modos de jogo, talvez as fases devessem ser menos lineares… Mas foda-se os talvez – este é um jogo que te passa a certeza de que um FPS pode, e deve, ser divertido pra caralho, porra, e isso vale cada tostão que cago todo dia no meu trabalho de merda. Sacou? Se não gostou, senta na boneca e vai dançar “Disco Inferno” enquanto o papai aqui enche a cara e chuta a tua bunda, santa! (Intoxicated +100 Bossed +200)

14 comentários sobre “Start: Bulletstorm e os FPS incomuns desta geração

  1. Nunca curti FPS….mas o hype ta GIGANTESCO pra jogar Bulletstorm, so nao sei como fazer isso rodar na minha carroca…ops pc.
    Ate minha mae, fa de jogos de FPS mais “classicos” como CS e CoD se divertiu com ele =D

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    1. Bulletstorm fez minha esposa querer jogar um FPS. Não é que ela seja nova no assunto, ela jogou Wolfenstein 3D e Doom no PC tempos atrás. Mas ela nunca tinha jogado um FPS desta geração – aliás, nunca tinha jogado FPS em nenhum console. E mesmo com dificuldade para manter a visão acima do chão e abaixo do céu (quem já está acostumado acha fácil, mas usar as duas alavancas ao mesmo tempo não é tão intuitivo assim no começo), ela seguiu jogando até depois do tutorial disfarçado.

      Bulletstorm é isso aí. O hype pode ser exagerado, mas a culpa é mais da falta de ambição dos outros FPS do que qualquer outra coisa. Bulletstorm está sendo aclamado porque é divertido, ponto.

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  2. Cara, esse jogo é muito bom! Joguei “bastantinho” dele no Xbox de um amigo. Cheguei ao final do ato 3, eu acho, ou coisa do tipo. Mas as risadas que dávamos eram impagáveis. Essa do “eu vou matar o seu pau” eu tive que parar o jogo pra rir. Bem como a do Waggleton P. Tallylicker, quem jogou vai entender. Vou pegar pra PC ou PS3, ainda não decidi, mas é um jogo obrigatório!

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    1. Putz, pega a de PS3 que o jogo tem o modo cooperativo e lá você vai ter pelo menos eu e o pessoal do Godmode (que deve comprar o jogo em breve também). Foi por isso que peguei a versão de PS3 (com dor no coração porque a de Xbox vem com o beta de Gears 3, mas os amigos vêm primeiro, chuif chuif XD).

      O Waggleton P. Tallylicker é uma das partes mais divertidas que já vi em um FPS, daquelas que tu joga torcendo para não acabar nunca😄 Mas o meu momento risada incontrolada ainda foi na Disco Inferno. Aliás, preciso voltar a essa fase porque tem um troféu/conquista hilário lá pra destravar… *burn, baby, burn*

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  3. Ah, e no sábado passado finalmente testei o modo Anarchy no evento com os desenvolvedores. Consegui jogar uns 30 minutos com um deles. E sobre o problema de jogar com desconhecidos, posso dizer uma coisa: não é tãaao difícil assim se acertar.

    Os team skillshots são oportunidades que só aparecem uma ou duas vezes, perto do final da onda de inimigos – e a esta altura, o grupo normalmente já conseguiu os pontos necessários para avançar, e com folga. Mesmo que não tenham somado tudo, o jogo tem um sistema de hints simples e rápido (aperte Select e aparece a descrição do que o grupo precisa fazer) e, pelo menos nas ondas em que jogamos, estes team skillshots eram relativamente simples.

    A maior prova de que não é tão complicado é que acertamos pelo menos 90% dos team skillshots, e na maioria deles nem foi preciso conversar pelo headset para cada um entender o que podia/devia fazer – desde que pelo menos parte do grupo tivesse lido a descrição. Várias vezes eu “fechei” team skillshots só vendo que o desenvolvedor tinha acabado de dar um chute no cara na minha direção, por exemplo (como já tinha lido a descrição, sabia que depois de chutado por um ele tinha que ser jogado em espinhos, metralhado, ou algo do gênero por outro jogador).

    Agora, vale dizer que eu joguei na PSN. Na Xbox Live e sua quantidade consideravelmente maior de crianças, aborrescentes e jogadores “hardcore” sem noção, não garanto que a coisa seja tão simples.😛

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  4. Eu achei o capítulo inteiro do Waggleton P. Tallylicker o mais divertido, controlá-lo foi muito massa. Pra mim os nomes de skillshots mais legais foram (ALERTA DE *SPOILER*) “kill-o-watt”, “dino-sore” e “ejaculated”.

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  5. Cara eu tava pensando… Se tem um FPS q poderia ficar ótimo no Kinetic seria Blt. Acompanhe meu raciocínio: Não sei se tem no Dead Space 1 [acredito q sim] mas no 2* quando se aperta R3 [LS no 360] aparece uma linha indicando pra onde se deve ir [mão na roda pra lugares escuros], então, no Blt pra kinetic ele teria essa linha mas ela seria “vista” apenas pelo jogo, pra andar pra frente/trás seria necessário apenas inclinar o corpo [apesar de q seria mais imersivo fingir com os pés q tá correndo] e não seria necessário inclinar pros lados por causa da “linha”, a arma seria qq coisa [eu pensei num guarda-chuva :D] e pra melhorar a precisão viria com um acessório pra botar na ponta do guarda-chuva/qq coisa [tipo a bolinha do move], pra atirar eu pensei em “chacolhar” a parte de trás do guarda-chuva/qq coisa de leve [fiz o teste e não diminui a precisão considerávelmente], recarregar é só fingir q tá recarregando mesmo, e o chute e o “puxo” não preciso dizer né? e pra completar a Epic ainda podia “reinventar” o cover mas em FPS: se no trajeto da “linha” tivesse alguma coisa q pudesse servir de cover a pessoa podia se agachar e automaticamente o personagem iria se proteger dos tiros.
    E então, oq achou?

    *E pro falar em DS2 eu tô jogando ele e gostando [putz, é praticamente um RE5 “jogável”, hehe] ele se parece muito com oq vc disse do DS1, tô comecando a achar q não tem diferenca entre os dois (além dos cenários e alguns inimigos). Acho q vale a pena ter só um mesm.

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  6. To ainda jogando o modo campanha. Bulletsorm é o tipo de jogo “just let go”! Mal comparando, ele tem o roteiro tão ruim quando Comando para Matar, mas a diversão é a mesma.

    Não é o jogo mais bem feito do mundo, mas é bem competente, e os cenários são fantásticos

    E temos que marcar uma jogatina online na PSN mesmo.

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