Melhores de 2010: Jogo Exclusivo para PC

Melhores de 2010Os posts marcados como Melhores de 2010 dizem respeito, bem, à votação de melhores do ano do Re: Games (dã). Cada post tem enquetes com até 10 indicados entre os jogos lançados desde dezembro de 2009, além de um campo para a escolha de qualquer jogo não listado. As enquetes ficam disponíveis por uma semana após a publicação e os resultados serão reunidos em um único post, com direito a comentários do leitores – portanto, não votem apenas, comentem!

A última plataforma aparece nos Melhores de 2010 do Re: Games, e justo a mais ame-ou-odeie de todas: jogos para PC. É a plataforma mais simples de programar e primeira a testar novas soluções de software, até porque é nela que se faz tudo, inclusive os jogos de console… Porém, é a que mais apresenta problemas de padronização – é muito difícil garantir que o jogo vá rodar na maior parte das máquinas sem problemas. Por um lado, tem quem se acomode com os consoles e despreze o PC, esquecendo que é lá que surgem as coisas; por outro, tem jogador que se sente especial por “perserverar” no PC  – o que, inadvertidamente, comprova que jogar nele é problemático sim. Entre estes extremos, tem muito jogo bom que merece uma conferida – especialmente aqueles que não tinham como sair em nenhuma outra plataforma, com design feito para o teclado e o mouse. E aí, qual desses jogos te marcou em 2010? (Em tempo: nesta categoria, fui atrás das melhores notas em diversos sites mesmo para completar todos os indicados. Se você sentiu falta de algum game, é para isso serve o campo “Other”😀).

11 comentários sobre “Melhores de 2010: Jogo Exclusivo para PC

  1. Cacete, Fabio… Colocar Amnesia e Worms na mesma lista e pedir p/ escolher o melhor é foda…

    Cada um é bom no seu estilo e fica ainda mais complicado escolher apenas um.

    E discordo completamente que jogar no PC é complicado. Até um PC mediano, comprado montado (desses Positivos da vida), roda boa parte dos jogos, mesmo que seja com configurações mínimas. Além do mais, o combo mouse + teclado é muito superior a gamepads e joysticks na grande maioria dos casos. Vc pode até preferir usar um gamepad/joystick, mas não pode negar o controle e precisão absurdos que mouse + teclado te dá na maioria dos casos. Tanto que quando a Microsoft juntou as Lives de um FPS aí, que não me lembro qual é, por um curto período de tempo, o pessoal médio do PC deu um pau nos hardcores do console.
    Agora esse negócio de se sentir especial por jogar no PC, e infelizmente existem muitos desses, é coisa de ista retardado e sequer merece consideração.

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    1. Bom, note que a complicação também vem de outras coisas além de requisitos mínimos: instalação, drivers, compatibilidade de sistemas etc. Quantas vezes não é necessário fazer ajustes de configuração do Windows, atualizar drivers de placa de vídeo, instalar software extra e/ou aplicar patches quando se vai jogar algo? É bem comum. Pode não ser algo fora do alcance da maioria, mas ainda assim, comparado com a facilidade extrema de se jogar em um console – onde é só por o disco e, quando muito, deixar que ele baixe e instale uma atualização – jogar no PC é bem mais complexo. Em troca, há a precisão do mouse, mas isso é uma compensação que vem depois e um assunto que nem toquei.

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      1. Além do combo teclado+mause tem tb o fato de q no PC não só os jogos são + baratos [ássss vezes é q é o mesmo preco] como tb tem o Steam q faz as promoções + doidas do mundo.😀

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      2. Não considero estas coisas complicações, já que vc DEVE atualizar o sistema e drivers quer esteja jogando ou não. Sem contar que hoje em dia PCs estão em praticamente todas as casas e, quando preciso, um mínimo upgrade (que não chega aos pés do que é gasto com um consoles+jogos+acessórios tanto aqui quanto lá fora) é mais que suficiente p/ curtir pelo menos um ano de jogos pelas bagatelas oferecidas no Steam e GoG.

        E, como vc mesmo disse, jogos de consoles de mesa estão sujeitos aos mesmo patches que os jogos de PC, que são instalados com a mesma rapidez e velocidade.

        Fora isso, é exatamente a mesma coisa no PC: tascar o DVD no drive e jogar.

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        1. Cara, vamos concordar em discordar, porque isso tudo aí só é “a mesma coisa” em condições ideais e em que tudo dá certo, o que na prática não acontece na maioria dos computadores. Para quem está acostumado a jogar no PC desde sempre, como nós, é fácil, e com isso aproveitamos o que o PC tem de melhor (conveniência de preço e acesso, possibilidade de jogar com o mouse etc.) sem muita dor. Mas para o usuário médio, não tem como comparar em termos de praticidade. E vamos ser honestos: a cada 5 jogos, 1 ou 2 precisa de algum ajuste que vai além de baixar um patch automático. De novo: para nós, isso é fácil. Pro usuário médio… É por isso que cada vez mais gente migra de vez pros consoles.

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          1. Realmente, vamos ter que concordar em discordar, já que não vejo como jogar no PC seja de alguma forma mais complicado que em consoles e muito menos tantas pessoas abandonando o PC gaming.

            O Wasner do Planetóide X fez um post muito interessante sobre isso a um tempo atrás:

            http://www.planetoidex.com.br/2010/10/pc-gaming-o-estado-da-nacao.html

            Mesmo usando aproximações e deduções grosseiras, ele consegue deixar claro que a indústria de jogos p/ PC vai muito bem, obrigado. Talvez até melhor que a consoles, na verdade.
            Isso mostra que, mesmo que realmente fosse mais complicado jogar no PC, seriam dificuldades completamente negligenciáveis. A grande maioria dos jogadores simplesmente lida com os obstáculos (que ainda mantenho que sejam os mesmos que existem nos consoles em sua grande maioria) e continua jogando.

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          2. Interessante o artigo. Mas note o seguinte: ele trata de mercado potencial e não o existente. O potencial, é claro, é enorme – todo mundo tem PC, e hoje as máquinas são melhores e mais baratas do que eram há anos atrás. Mas o mercado real, o que já joga hoje, é aquele exemplificado pelo Steam, que tem 30 milhões de usuários, o que não alcança nem o console menos popular (PS3 com 38 milhões), quiçá todos combinados.

            Os motivos disso vão variar de acordo com a percepção do analista, mas eu mantenho que o principal é o trabalho extra e os empecilhos de instalação e ajuste que jogar no PC pede hoje. Mas vamos pacificar da seguinte maneira: é exatamente isso que o mercado de PC gaming deve, e já está tentando, superar. O próprio sucesso do Steam é uma tentativa de padronização e de bom uso de suporte técnico para compensar os empecilhos. Porém, a virada real vai acontecer quando a banda larga for mais difundida e as engines de jogos para navegadores forem capazes de suportar jogos no mesmo nível que aqueles lançados no Steam e nos consoles. Este futuro não está tão longe, na verdade – já há engines com capacidade para rodar jogos no nível dos primeiros lançados pro Playstation 2. Isso sim resolve o problema – a hora que uma engine dessas “pegar”, ela vai virar o padrão para jogos como o Flash virou o padrão para animações na web, e aí adeus problemas de padronização. Quando isso acontecer, o mercado de jogos para PC vai triplicar todo ano, e por muito tempo.

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          3. Sim, mas ainda existem várias outras lojas, virtuais ou não, que disponibilizam jogos a preços módicos, então o mercado é bem maior que os 30 milhões do Steam. O próprio Wasner diz que usou o Steam apenas como uma amostragem representativa no artigo.
            Um bom exemplo de jogos bons, baratos e legais distribuidos no Brasil vem da revista FullGames. Neste mês, por exemplo, a revista lançou o Assasin’s Creed, versão Director’s Cut. Agora já é um jogo “velho”, mas por apenas R$ 17 e alguns centavos, vale muito a pena p/ quem ainda não tem. Eu mesmo vou tratar de garantir a minha e reservá-la até comprar outro PC p/ jogos.

            E embora concorde com a maior parte do que vc disse neste último comentário, ainda mantenho que, pro jogador comum, não é mais complicado jogar no PC. Agora se vc se referia a maior dificuldade das desenvolvedoras de adaptar o jogo as mais diversas configurações, daí eu concordo com vc. Realmente dá mais trabalho fazer um jogo pro PC que p/ consoles, mas praticamente não há diferença na dificuldade de adquirí-los e jogá-los.

            E me desculpe se pareci agressivo e/ou arrogante em meus comentários. Lhe garanto que não foi minha intenção.

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  2. Tenho Poker Night e Worms Reloaded, e apesar de serem muito bons, não tenho como colocar nenhum deles como melhor jogo de PC do ano. Um é nada mais que um poker com crossovers de personagens e outro nada mais é que um Worms Open Warfare melhorado.

    Dito isso, fico entre dois que só joguei demos: o horror intenso-puta-que-pariu-me-tira-daqui de Amnesia (na minha opinião, melhor survival horror do ano, uma surpresa) e o jogo de estratégia em turnos tão-legal-só-mais-um-turno-e-eu-já-saio Civilization V. Fico com o último, que facilitou sua jogabilidade pros novatos, mas ainda deixou o desafio e a imersão intactos.

    Pra quem tá em dúvida ou acha que nenhum desses da lista é digno, vai alguns nomes aí: Starcraft II, Recettear, VVVVVV.

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  3. Ah, e so avisando: acabei votando em Worms Reloaded, já que é extremamente divertido, tem um “fator replay” muito grande e é muito engraçado de se jogar com os amigos e até com a namorada (apesar de ela sempre apanhar por não saber usar a corda).

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