Um pequeno resumo de 2012 no QG Re:Games até agora

Véios no game

O véio aqui não tem do que reclamar, jogo não falta

Para esquentar as turbinas enquanto o próximo texto completo do blog não vem, aí vai um resumo dos lançamentos deste ano e em que pé estou em cada um deles, só para organização mental deste véio “pai bondoso” aqui – e, quem sabe, despertar a curiosidade de vocês para o material futuro aqui e no podcast Respawn. A lista contém diversos links para quem perdeu alguma coisa que andei publicando recentemente. Ah, e entre parênteses estão as plataformas nas quais o jogo saiu, com a versão que adquiri em itálico.

Janeiro

  • NeverDead (PS3, X360): Chegou semana passada após promoção do Shop.to (já encerrada), e joguei cerca de 5-6 horas dele. Mais em breve no blog.

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Tilt: Diablo III e as perguntas que não querem calar

Tilt é uma seção recorrente deste site onde matuto um pouco sobre as tendências atuais que mais me incomodam no mundo dos games, como certos mitos de design que se perpetuam desnecessariamente. Se um determinado jogo adotou um recurso só porque está na moda, é aqui que irei comentar – ou melhor dizendo, reclamar.

Logotipo de Diablo III (PC)Acabei de desinstalar aqui o beta de Diablo III.

Calma, não me xinguem, não me matem. Não estou fazendo pouco caso de ter conseguido uma chave, não. É só que após uma sessão mais longa, o jogo deu uma travada homérica no meu micro que quase mandou o driver de vídeo para o saco. Como é o mesmo que uso para trabalho, não posso me arriscar.

Ainda assim, joguei mais de 5 horas dele, o suficiente para passar do período em que o jogo ainda está te segurando pela mão e fazer uma ou duas missões maiores (incluindo resgatar um velho amigo e visitar uma cidade icônica da série, agora em ruínas).  E também o suficiente para deixar um monte de perguntas ruminando na minha cabeça, independentemente da qualidade (ou falta dela) do jogo. Vocês saberiam me responder alguma dessas questões a seguir, por favor?

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O Re: Games renasceu, vida longa ao Re: Games e ao Respawn

Tela do Respawn # 3

Foi uma jornada maldita, mas eu estou vivo

Pois é, pessoal. Tenho uma boa e uma má notícia.

A má é que o Re: Games acaba de ser oficialmente revivido. O material continua no ar e ainda será atualizado! Podem se roer de raiva. E pior, agora sem comentários de qualquer espécie. Não quero a opinião de vocês. Não estou nem aí. Se quiser leia, se estiver se coçando para comentar… Vá procurar outro lugar. Aqui não.

A boa notícia é que parte do conteúdo que eu normalmente produziria poderá ser encontrado e moderado em uma casa nova, o Respawn. Lá vocês podem comentar, xingar, reclamar, até elogiar se estiverem meio doidos da cabeça. E lá eu irei me conter, já que não é um canto só meu. Só não esperem que eu responda comentários. Na verdade não pretendo nem lê-los. Nem percam tempo esperando resposta minha.

Falando sério, é bom agora participar de um trabalho conjunto de áudio, vídeo e design de site com dois dos caras mais legais do mundo dos games no Brasil. Não tenho muito mais tempo de escrever artigos, mas sempre que der, continuarei dando minhas opiniões trolls no podcast Respawn. Vocês agora poderão me ouvir xingando gordo nerd que não comoe batata, em vez de apenas ler.

Boa sorte crianças, e sigam-me os bons! Ou pelo menos os magros.

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Start: Previsão do tempo em Silent Hill: chuva, nevoeiro e nostalgia

Avatar BuddyPoke do autor do blogStart é uma seção recorrente deste blog com primeiras impressões de games que estou “testando”, ou ainda pensamentos um tanto vadios sobre games antigos que estou jogando novamente ou mesmo pela primeira vez. Isto é, não se trata de resenhas completas. Estas podem ou não vir depois, mas não prometo nada.

Logotipo de Silent Hill: DownpourQuem me acompanha aqui há mais tempo sabe que Silent Hill é uma das minhas franquias prediletas, a ponto de ser a responsável direta pela minha volta com tudo aos consoles – Silent Hill 2 foi um dos primeiros jogos que peguei quando ganhei um PS2, há três anos - e pela aquisição do Wii, com Silent Hill: Shattered Memories, até hoje um dos meus jogos prediletos (leiam a resenha do jogo por um autor que trabalhou no RPG Mundo das Trevas). Gosto tanto da série que considero até mesmo os piores jogos da franquia, como Silent Hill: Homecoming, jogos pelo menos dignos e melhores do que muito jogo de horror/terror dessa geração. Por isso tudo, é claro que peguei Silent Hill: Downpour assim que saiu, sem pensar duas vezes.

Porém, eu entendo que para a maioria das pessoas, especialmente os fãs mais antigos, cada Silent Hill novo é uma aposta arriscada. Mesmo com Shattered Memories tendo a melhor recepção de um jogo da série desde Silent Hill 3, o fato do jogo ser quase-exclusivo de Wii (as versões de PS2 e PSP perdem metade da graça pela falta dos controles de movimento) garantiu que ele não fosse jogado por boa parte do público-alvo original. Esse público provavelmente ainda olha para os três primeiros jogos e sonha que, um dia, a Konami lance um Silent Hill nos mesmos moldes – ou no máximo atualize esse molde somente onde for estritamente necessário para deixar a série mais adequada aos padrões gráficos e de controle dos dias de hoje, e nada mais.

Nesse perspectiva, após três horas com Silent Hill: Downpour na mão, não pude deixar de lembrar desses trechos da resenha do Destructoid para o jogo:

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Start: a difícil batalha corporativa em Syndicate (demo co-op)

Avatar BuddyPoke do autor do blogStart é uma seção recorrente deste blog com primeiras impressões de games que estou “testando”, ou ainda pensamentos um tanto vadios sobre games antigos que estou jogando novamente ou mesmo pela primeira vez. Isto é, não se trata de resenhas completas. Estas podem ou não vir depois, mas não prometo nada.

Capa de Syndicate (PC/PS3/X360)Na semana passada, a EA soltou nos consoles uma demo do modo co-op de Syndicate, uma versão reimaginada do jogo de estratégia e ação cyberpunk de 1993 desenvolvido pela Bullfrog, empresa fundada por Peter Molyneux (Populous, Black & White, Theme Park, Fable). Ah, e importante: por “reimaginada”, entenda-se “como FPS”. É claro que isso gerou uma onda de críticas dos fãs mais caquéticos… ops, mais velhos, já que “mancharia” a franquia com um “jogo de tiro descerebrado”, que “não captura o espírito do original” etc. etc. etc. Tudo isso antes de termos sequer um trailer do gameplay, é claro. Vocês sabem como é. Pouco importava para os senis… ops, os fãs mais velhos que o jogo estivesse sendo desenvolvido pela Starbreeze, conhecida exatamente por ser um dos pouquíssimos estúdios no mundo que faz jogos de tiro “cerebrais”, focados na narrativa e bastante sombrios, como comprovam The Darkness e The Chronicles of Riddick.

Não por coincidência, há poucas semanas a EA acertou um acordo com o GoG.com e liberou o primeiro Syndicate para venda, e eu tive alguma sorte (até que enfim!) de ganhá-lo em uma promoção no Twitter. Não o joguei muito, mas foi o suficiente para ter uma ideia do cenário, da premissa e da jogabilidade. Assim, pude testar a demo co-op da nova versão com um olho em seus méritos próprios e outro na ambientação, no quanto o jogo utiliza do universo e do clima do original. E a impressão que tive foi de que o mapa reimaginado como FPS é estritamente fiel ao tipo de mapa do original – e que em ambos os jogos, ser parte de uma equipe de agentes ciborgues contratados para invadir uma corporação rival não é bolinho. Nem um pouco.

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